22 de junho de 2010
A doença de Alzheimer já é um dos grandes problemas de saúde pública do século XXI, em todo o mundo! Até o ano de 2040, teremos seguramente 81 milhões de idosos portadores de demência, principalmente nos países em desenvolvimento. Enquanto aguardam-se tratamentos mais efetivos e até curativos para a doença de Alzheimer, os focos principais dos serviços de saúde deverão ser a capacitação de suas equipes para um diagnóstico cada vez mais precoce e a orientação de familiares e cuidadores sobre a doença, resultando sempre numa melhor qualidade de vida para os idosos portadores.
Era tarde de inverno, um sol fraco, escondido atrás das nuvens, prenunciava mais uma noite de ventos frios, cortantes. Dona Arcelina estava sentada em sua poltrona da vovó, com olhar vago e aparentemente parecia tricotar uma peça imaginária, com gestos manuais típicos e repetitivos. A cuidadora observava-a, com um olho na televisão. Esta cena se repetia há vários meses. Dona Arcelina é portadora da doença de Alzheimer. Sua memória, lenta e progressivamente, se deteriora e nem a filha caçula, temporã e moradora da mesma casa, já não lhe era mais familiar. Era apenas a moça boazinha que cuidava dela… Presenciei esta cena, inúmeras vezes, nas consultas domiciliares. Porém, com muita clareza, lembro-me da primeira cliente, dona Olga, que me despertou para o universo gerontológico, particularmente das demências. Na verdade, minha formação médica inicial foi cardiológica e dona Olga estava em tratamento de hipertensão. Nesta época – início dos anos noventa – a octogenária me retratava que, ocasionalmente, esquecia-se de fatos ocorridos recentemente e do capítulo da novela. Eu dizia, despreocupado, que isto era normal para sua idade. No prazo máximo de ano e meio, entretanto, o que eram lapsos ocasionais transformou-se em demência e dependência. Perguntava-me, intrigado, que doença era aquela. Sua nora, após consulta com neurologista, dizia tratar-se da doença de Alzheimer, uma enfermidade sem causa definida, sem tratamento e que nada se podia fazer. Não tinha aprendido nada sobre esta patologia, nos meus tempos de faculdade e de residência de clínica médica. A cada consulta, sentia que seu quadro cognitivo, sua memória falhava cada vez mais. Não reconhecia mais seu médico, não reconhecia mais seus filhos e só balbuciava palavras sem nexo. Finalmente, após vários internamentos ocasionados por pneumonias de aspiração e por escaras infectadas, ela veio a falecer. A Organização Mundial de Saúde, após amplo levantamento de dados, demonstrou que uma das causas do envelhecimento da população mundial foram os avanços dos tratamentos das doenças cardiológicas e metabólicas, como a hipertensão, as patologias coronarianas e o diabetes. E era isto que percebia em minha clientela. Era e continua sendo constituída preferencialmente de idosos, muitos na casa dos oitenta anos, sendo a maioria do sexo feminino. Assim, pela necessidade de conhecer melhor minha clientela geriátrica e percebendo, infelizmente, o crescimento da ocorrência das demências, é que parti para a especialização em geriatria e gerontologia. Não me canso de dizer que a doença de Alzheimer é essencialmente geriátrica, pois mesmo não havendo ainda a cura ou tratamento efetivo, a melhor abordagem requer uma visão holística, multidisciplinar (explicarei no livro) e familiar. A família de um idoso portador de demência sofre e convive intimamente com todos os sintomas de memória e de mudança de comportamento… A família adoece junto! Demorou alguns anos para que eu entendesse melhor as peculiaridades que envolvem o atual tratamento deste portador, do envolvimento familiar e as reais necessidades de ambos. Conheci a Associação Brasileira de Alzheimer – ABRAz – em 1995, durante a realização de um congresso de geriatria, na cidade de São Paulo. Facilmente me identifiquei com esta ONG (organização não-governamental), principalmente pela abordagem única de luta pelos direitos do portador e de uma preocupação ímpar com os familiares e cuidadores. Apesar do crescimento do número de profissionais de saúde em seu quadro de associados, são os membros familiares sua grande maioria, inclusive em cargos de direção. Em 1997, iniciamos a sub-regional da ABRAz em Juiz de Fora, nossa cidade, em Minas Gerais. Pelo exposto acima, a temática de Alzheimer me é muito cara. Creio que, como eu, várias pessoas envolvidas, direta ou indiretamente, na ABRAz aprenderam e amadureceram com suas experiências, seja como familiar, seja como profissional de saúde, nas últimas décadas. Vimos juntos o surgimento dos primeiros medicamentos específicos para controle sintomático da doença de Alzheimer. Vimos o crescimento exponencial das pesquisas sobre demências, principalmente a melhor acurácia diagnóstica, com o avanço da neuropsicologia e dos métodos de neuroimagem. Por fim, vimos que ainda a maior arma para se conviver satisfatoriamente com esta doença, no seio familiar, é a solidariedade aliada a muita informação de como cuidar. Em mais de treze anos de reuniões mensais do grupo da ABRAz, em Juiz de Fora, juntamente com as centenas de idosos portadores e seus familiares que passaram pelo nosso consultório… Daí foram retiradas as histórias deste livro. Houve, é claro, algumas alterações em relação às versões reais, salvaguardando nomes e algumas situações. Dividiremos cada capítulo em duas partes: a primeira, nossas histórias propriamente ditas. Na segunda parte do capítulo, de acordo com cada história, analisaremos algumas questões relativas à doença de Alzheimer e sobre os cuidados dispensados ao portador. No final do livro, deixamos uma série de dicas para rotinas e para os mais variados problemas de comportamento, muitos deles já citados em nosso site CUIDAR DE IDOSOS – www.cuidardeidosos.com.br.
Sete Histórias de Alzheimer é um livro para toda a família! Este livro preenche uma grande carência no mercado editorial brasileiro, quando o assunto é a doença de Alzheimer. Principalmente, que seja acessível para a maioria da população brasileira. Rico em detalhes e dicas, certamente ajudará a você, leitor, que deseja aprender mais sobre o assunto. Contar histórias é um excelente recurso pedagógico. Mais ainda quando são histórias reais, pinçadas da dura rotina de nossas famílias. São histórias que ensinam as famílias e aos cuidadores a cuidar melhor de seus idosos portadores de Alzheimer.
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© 2012 CUIDAR DE IDOSOS
Oi estou com um grande problema queria saber como posso começar a contar para minha pact que ela tem ALzaimer. tenho um pouco de rceio pois também acho que quando ela souber pode até se ajudar mais pois ela esta na fase que nega tudo dizendo sempre que esta bem . Sou a fisioterapeuta dela e atendo ela 2 vezes por semana, a família dela ainda não falou nada afinal quem deve falar eu o médico ou a família dela.
gostaria de saber como terminar de ler, pois só vai ate a pg 16
Ola….parabens pelo site….onde posso comprar o livro? Cuido de idosos com
alzheimer alguns anos….cada dia que passa amo mais a minha missão…Levar
qualidade de vida…apesar dessa enfermidade, que atinge toda estrutura familiar…na maioria das vezes falta amor, paciencia e sobra brutalidade e impaciencia…qdo. o idoso mais precisa de atençao, cuidados, amor….amor… amor….carinhos…carinhos…paciencia…..paciencia….um aperto de mao…um afago na cabeça….E um momento dificilimo para este idoso. Derrepente começa a DESAPRENDER coisas basicas da vida: o nome, a idade
andar, sorrir…etc e tal….Imagina este idoso perdendo a propria identidade…
Qdo…criança…que APRENDEMOS as primeiras coisas….todos acham umas gracinhas…realmente é lindo APRENDER.
Na velhice….qdo. o idoso DESAPRENDE a andar…e etc….muitas vezes vejo
os filhos adultos…brigando…grosseria…impaciencia…com o idoso.
Ta na hora….de reflitir como estamos tratando nossos queridos IDOSOS.
Abraços….Ana Duarte
sofro com esta doença que acometeu meu marido que era cirugiao
Li , gostei e recomendo . Parabéns
Parabéns, Dr. Marcio,
Adquiri seu livro há alguns dias e fiquei tocada com as histórias. Parece que li parte da minha história e a do meu pai, portador de Alzheimer. Me identifiquei com vários trechos do livro e imagino que ainda irei me deparar com outros ao longo dos anos.
Gostaria de fazer uma pequena sugestão para tornar o livro ainda melhor: enumerar as páginas na sequência das páginas do arquivo em pdf, pois apesar de ser um livro virtual, imprimi-o para minha mãe poder ler também e obtive certa dificuldade para imprimir frente/verso, par/ímpar, já que algumas páginas (como a 32, por exemplo), não aparecem (mas também não fazem falta, deve ter sido algum erro técnico na enumeração da página).
Obrigada e parabéns, novamente, pela iniciativa de publicar um livro de alto nível sobre o tema.
Já paguei o livro em PDF com o cartão. Quando vou recebê-lo?
Adquiri o Livro em PDF. Como vou ter acesso a ele ? Obrigada
Cristiane
Gostaria de saber onde posso adquirir o livro em papel?
Obrigada.
Cuidar de um idoso com alzaimer nao e facil,minha sogra nao conseguimos cuidar dela em casa e colocamos em uma clinica especializada´´terrivelmente terrivel como os doentes sao tratados,colocam roupas de um no outro ,somem com tudo que e do paciente,ha e um detalhe uma fortuna mensal,mas enfim quando nao da para cuidar em casa…..força a todos !
Bom Dia!Dr.Márcio
Parabéns por este seu livro. Consegui ler desse book umas duas historias. É impressionante e nada agradável este mal.
Que Deus me guarde e livra-me deste tormentoso mal. Já estou perto de completar 68anos. É procurar se cuidar em tempo.
Que Deus o ilumine e o faça crescer cada vez mais e escrevendo mais livros sobre como cuidar do Idoso e todos os seus problemas de saúde.
Vera
oi gostaria de saber se esse livro esta a venda em livrarias?
Sonia Fernandes, fiquei muito sensibilizada com a descrição do quadro em que se encontra seu marido de 61 anos, imagino que vc seja mais nova ou próximo da idade dele, o que Tb se torna difícil pois não estamos preparados nesta idade para cuidar de alterações do envelheci/ (na realidade nunca estamos preparados).
Sou terapeuta ocupacional e pretendo te dar algumas dicas pra ver se te ajudo. Os transtornos psicológicos e comportamentais, são muito frequentes e tb são a maior causa de asilamento fora ou até mesmo dentro de casa. Faz parte do quadro demencial situações de medo, desconfiança, traição, roubo de dinheiro, além das alterações de personalidade, falta de censura, critica e julga/ por exemplo.
Geral/ essas alterações podem ser provocadas por algum tipo de mudança no ou do ambiente, no comportamento das pessoas que o cercam, situações novas, desconhecidas ou alguma conversa que ele não tenha compreendido pode desencadear esse processo.
Procure seu médico pois existem medicações que podem ser usadas para amenizar o seu sofrimento e o dele também, pois embora muitos não sabem, o paciente sofre tb, ele não faz isso “intencional/”.
Vc esposa, cuidadora, tb precisa se cuidar, ter momentos de lazer pra te ajudar a conviver com o seu marido e fazer o melhor q puder por ele.
Me coloco a sua disposição, bjs e boa sorte.
Comprei o e-book e amei. Parabéns pelo site e pela iniciativa de venderem um livro com o conteúdo tão rico e com o preço bastante acessível. O site está 10.
Como faço para adquiri o livro ?
Deus o abençoe pelo interesse em ajudar nossos amados idosos nas suas dificuldades.Minha mãe sofre deste mal terrível.
Os jovens deveriam estar preparados para a velhice dos pais.Conhecendo as doenças que chegam com a idade, para que não estejam despreparados, como eu estava,tendo que enfrentar e sem saber como aliviar o sofrimento dela. Infelizmente, por nada saber a cerca deste mal,antes de deparar-me com ele,certamente teria agido de forma a ter tornado menos dolorida para minha mãe esta fase. Oro pedindo a Deus, que ilumine os cientistas na descoberta de uma vacina que previna este mal.Parabéns.
Boa noite, gostaria de saber como posso obter este livro , pois minha mãe depois de muitas perdas (filhos e esposo) começou apresentar essa doença e por mais que eu tente fazer algo para ajudar estou me sentindo perdida e preciso de ajuda, na real encontrar um caminho pois além de ser doloroso ver uma mulher que era tão ativa com a vida estar em estado vegetativo, eu e minha filha sofremos caladas, mas confesso que mesmo tentando buscar uma felicidade , procurando fazer o melhor para ela , nos estamos sofrendo muito por dentro,obrigada, mas entenda minhas palavras como desabafo de uma filha que adoraria ter nas mãos o toque da cura……seria um sonho.
Cuido de meu marido há 1 ano e 5 meses, ocasião na qual a doença se manifestou. Ele não caminha mais, já está em cadeira de rodas, tem apenas 61 anos de idade, começou com constantes quedas, não se equilibrava, como já havia tido AVC, os médicos acharam que ele esta tendo mais uma crise. Até que vieram medos, medo da casa, medo das pessoas, não me reconhecia, ficava agitado, esquecendo do presente, contando as histórias do passado repetidas vezes…e assim tudo começou e de forma acelerada. Ao fazer um esforço de volta ao tempo percebi que ele já estava doente há mais tempo, uns 3 anos aproximadamente. Parei minha vida e me dediquei exclusivamente a ele. Mas agora começam a aparecer novidades, ele me xinga, diz que eu também vou ficar numa cadeira de rodas qdo tiver idosa, muito desconfiado, ninguem pode andar em nossa casa, ele quer saber de tudo, se joga no chão, querendo sair de csasa, diz que precisa fazer alguma coisa fora, quer que eu o vista com roupas de sair, enfim, isso começoa desde às 5 da manha e vai até meio-dia. É muito desgastante e não sei o que fazer. Até aqui fui muito forte, mas já não estou suportando mais, é como se eu tivesse carregando um peso além das minhas forças. E o que é pior, não posso pagar o que os cuidadores pedem. Se alguém viveu experiencia semelhante, aceito orientações. Grata, Sonia Fernandes.
Sou cuidadora ha muitos anos,e atualmente estou cuidando de uma senhora de setenta e oitos anos,ela é uma gracinha muito meiga.Mas infelismente estou deparando com uma situaçaõ que tem me deixado muito preocupada,ela sempre reclama que o seu fiho a agride ,uma hora ela diz que elê a empurrou,ou que deu tapas em sua cabeça,estou sem saber o que fazer,sinto que realmente elê não tem pacência nenhuma com ela.Sou cuidadora se eu comentar com elê,posso sair e ela ficar só,e ao mesmo tempo esssa situação me preocupa.Ela anda muito esquecida.Não estou sabendo como lidar com essa situação.
Olá gostaria de saber se tem algum dvd de filmes de alzhmeir ou que explicam sobre a mesma.
Desde ja agradeço.
Vera
Marcio Borges, antecipadamente parabenizo pela iniciativa deste trabalho. Ainda não tive oportunidade de adquirir o seu livro, mas tenho certeza que em mãos, farei dele um grande instrumento para auxiliar os que passam por esta dificil prova. Desde menina trago uma devoção inesplicavel pelos idosos, um amor incondicional que me traz contentamento.(me sinto realmente feliz, quando estou junto deles). Acabei de fazer o curso de cuidador de idoso, mas quero me especializar em doença de Alzheimer, sei que posso ajudar as familias que sofrem, sem informação sem orientação. A população idosa vai aumentar consideravelmente, e também maior será o numero de idosos acometidos por esta doença. Marcio, acredito na informação precisa com qualidade, particularmente gostaria que novos trabalhos pudessem atingir um publico mais jovem, despertando-os para a necessidade da informação e orientação em relação as demências, em especial ao Alzheimer.
Abraços à todos.
PARABÉNS DR. MARCIO. CONHECI-O NO CONG. BRAS. DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA EM BH, NO MES DE JULHO 2010. COMPREI SEU LIVRO E JÁ SENTI QUE DESDE A PRIMEIRA PÁGINA ERA UM DOCUMENTÁRIO DE PROFUNDO SABER E VIVENCIA DO TEMA . FAÇO VOTOS QUE TODOS ADQUIRAM SEU LIVRO POIS NÃO HÁ OUTRO DE IGUAL TEOR NO MERCADO BRASILEIRO…
ALTAMENTE ESCLARECEDOR E RICO EM ORIENTAÇÕES… SEU SUCESSO É O SUCESSO DE TODOS OS QUE LUTAM DIA A DIA, COM ESTA TRAGÉDIA HUMANA.
UM GRANDE ABRAÇO, SEU COLEGA PAULO HONAISER. CURITIBA. PR.
ola existe outro meio de comprar este livro que não seja pela internet? obrigada
cuido da minha sogra ja tem dois anos> tento a intender essa doença tao dificil, mas nao consigo. ela tem filho sento que cinco sao homens, e uma mulher minha cunhada tem duas filhas pequena, poriso fica um pouco dificil pra ela cuida, masela ajuda como pode. cuida de pessoa com alzheyme..mas vou levando como posso. peço a deus todos os dias que ele mi ajude a cuida dela….
cuido do meu sogro a dois anos desde que minha sogra morreu. para isso deixei muita coisa de lado, inclusive a faculdade, ele esta com alzheimer e pelo que li esta entrando na fase final, para mim é muito dificil cuidar dele mas tenho feito o possivel pois meu marido esta comigo, ele esta aposentado por invalidez com serios problemas na coluna, mas estamos levando, espero ter forças para ajudar meu sogro até o final, as vezes me sinto incopetente nunca sei se o que estou fazendo esta certo, mas nos o amamos e queremos ajudá-lo a passar por mais esta etapa de vida.
abraços a todos
Eu tenho uma avó com 87 anos que tem Alzheimer. Minha mãe é aúnica que cuida dela (embora minha avó tenha mais 5 filhos) e eles não colaboram de nenhuma maneira. Estamos praticamente perdidas, porque vejo minha mãe sacrificando a vida pela minha avó e não sei como lidar com isso. Gostaria de saber sobre clínicas, etc. Muito obrigada. Ainda não li o livro.
ESTOU BASTANTE APREENSIVO. POR QUE MEU PAI, COM 76 ANOS VÊM APRESENTANDO SINAIS QUE EVIDENCIAL ESSA DOENÇA. COMO FAÇO PARA QUE O SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE NO BRASLIL APOIE AS PESSOAS COM ALZHEIMER OU PARKINSON. EXISTEM CENTROS ESPECIALIZADOS NO BRASIL? NECESSITO DE AJUDA PARA CUIDAR DE MEU PAI.
Márcio,
parabéns pelo livro e o importante trabalho que vem realizando ao longo dos anos. Admiro sua determinação e empenho na busca para compreensão e tratamento da pessoa com Alzheimer . Com certeza muitas pessoas estão sendo beneficiadas com sua iniciativa .Mais uma vez PARABÉNS !!!
Grande abraço ,
Luciana Villanova
Cuido de minha mãe de 84 anos, que está com alzheimer.
As vezes me sinto impotente, muito triste e com depressão; pois ela está sempre triste, suspirando e reclamando da vida.
Me sinto perdida, sozinha…
Meu pai tem 86 anos e sofre de alzhimer e eu sou o cuidador.fico feliz com essa missão e triste por meus familiares só se preocupam com o apoio financeiro e esquecem da visita do carinho e do amor que eles precisam.
Parabéns DR.Marcio, como fisioterapeuta , li e muito me prencheu suas indicações e relatos, a melhoria da qualidade de pacientes vamos continuar na luta insana de alguns profissionais, que por vezes conduzem erroneamente a patologia.
,,,parabéns..
Cada vez que abro este site, descubro o quanto podemos aprender a cuidar do próximo!
Infelizmente ainda exitem casos de violência, abondono e outras situações envolvendo idosos que acontecem por falta de consciência, descaso, desresprito â pessoa humana.
Espero que em breve estas situações possam ser revertidas e a
melhoria da qualidade de vida das pessoas seja mais palpável.
Parabéns mais uma vez!
Abraço, José Luis.
Márcio,como eu sinto não estar hoje no lançamento do seu livro!
Desde pequeno você se interessava pelos idosos e os tratava de uma forma singular.
Parabéns por mais uma etapa vencida. Vó Maria Doralicese estivesse viva com certeza
Aguardo o lançamento deste Livro ansiosamente,pois devo declarar que este site, junto com o editor deste livro o colega márcio Borges, tem me proporcionado um espaço privilegiado de informaçoes e muito vem contribuindo para meu aprendizado na pratica de cuidar de idosos, demanda do meu dia a dia como médica de Familília.
Parabéns Dr. Márcio Borges e ao site da ABRAZ.
Lucieuda Rodrigues.
Sempre acho interessantes estes relatos, mesmo que fcticios, não sei se é o caso desta obra, pois sempre ou ja nos deparamos com fatos semelhantes, ou um dia destes iremos nos deparar, ja que somos cuidadores de pessoas idosas, e aí seremos um diferencial no trato com nossos velhinhos.
Oxalá consigamos entrar nesta faze de nossas vidas, sem estas síndromes e doenças tão perversas. mas aí esta o nosso papel como agentes de saúde, criar esta nova ge~ração que está e vem por aí, para uma vida com mais qualidade.
Abraços à todos.