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Livro Sete Histórias de Alzheimer

15 de maio de 2012

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Valor unitário R$32,90

Introdução

A doença de Alzheimer já é um dos grandes problemas de saúde pública do século XXI, em todo o mundo! Até o ano de 2040, teremos seguramente 81 milhões de idosos portadores de demência, principalmente nos países em desenvolvimento. Enquanto aguardam-se tratamentos mais efetivos e até curativos para a doença de Alzheimer, os focos principais dos serviços de saúde deverão ser a capacitação de suas equipes para um diagnóstico cada vez mais precoce e a orientação de familiares e cuidadores sobre a doença, resultando sempre numa melhor qualidade de vida para os idosos portadores.

Sumário

  1. Prefácio
  2. Primeira: A história de August Deter
    1. A doença de Alzheimer
  3. Segunda: Dona Zezé vai às compras
    1. A fase inicial da doença de Alzheimer
  4. Terceira: Meus irmãos não querem me ajudar
    1. Toda família precisa de ajuda
  5. Quarta: Quem agride é a doença
    1. Problemas de agitação e comportamento
  6. Quinta: Quero ir para a minha casa
    1. O direito de saber o diagnóstico e o estresse da família
    2. Testando o estresse da família e do cuidador
    3. Declaração dos Direitos do Familiar e do Cuidador
  7. Sexta: O Doutor falou numa tal de disfagia
    1. A fase avançada da doença de Alzheimer
  8. Sétima: Vovó não está mais com a gente
    1. Mais alguns temas sobre Alzheimer
  9. A oitava história
  10. Mais dicas para cuidar de idosos com Alzheimer
  11. Informações úteis
  12. Fontes consultadas

Prefácio

Era tarde de inverno, um sol fraco, escondido atrás das nuvens, prenunciava mais uma noite de ventos frios, cortantes. Dona Arcelina estava sentada em sua poltrona da vovó, com olhar vago e aparentemente parecia tricotar uma peça imaginária, com gestos manuais típicos e repetitivos. A cuidadora observava-a, com um olho na televisão. Esta cena se repetia há vários meses. Dona Arcelina é portadora da doença de Alzheimer. Sua memória, lenta e progressivamente, se deteriora e nem a filha caçula, temporã e moradora da mesma casa, já não lhe era mais familiar. Era apenas a moça boazinha que cuidava dela… Presenciei esta cena, inúmeras vezes, nas consultas domiciliares. Porém, com muita clareza, lembro-me da primeira cliente, dona Olga, que me despertou para o universo gerontológico, particularmente das demências. Na verdade, minha formação médica inicial foi cardiológica e dona Olga estava em tratamento de hipertensão. Nesta época – início dos anos noventa – a octogenária me retratava que, ocasionalmente, esquecia-se de fatos ocorridos recentemente e do capítulo da novela. Eu dizia, despreocupado, que isto era normal para sua idade. No prazo máximo de ano e meio, entretanto, o que eram lapsos ocasionais transformou-se em demência e dependência. Perguntava-me, intrigado, que doença era aquela. Sua nora, após consulta com neurologista, dizia tratar-se da doença de Alzheimer, uma enfermidade sem causa definida, sem tratamento e que nada se podia fazer. Não tinha aprendido nada sobre esta patologia, nos meus tempos de faculdade e de residência de clínica médica. A cada consulta, sentia que seu quadro cognitivo, sua memória falhava cada vez mais. Não reconhecia mais seu médico, não reconhecia mais seus filhos e só balbuciava palavras sem nexo. Finalmente, após vários internamentos ocasionados por pneumonias de aspiração e por escaras infectadas, ela veio a falecer. A Organização Mundial de Saúde, após amplo levantamento de dados, demonstrou que uma das causas do envelhecimento da população mundial foram os avanços dos tratamentos das doenças cardiológicas e metabólicas, como a hipertensão, as patologias coronarianas e o diabetes. E era isto que percebia em minha clientela. Era e continua sendo constituída preferencialmente de idosos, muitos na casa dos oitenta anos, sendo a maioria do sexo feminino. Assim, pela necessidade de conhecer melhor minha clientela geriátrica e percebendo, infelizmente, o crescimento da ocorrência das demências, é que parti para a especialização em geriatria e gerontologia. Não me canso de dizer que a doença de Alzheimer é essencialmente geriátrica, pois mesmo não havendo ainda a cura ou tratamento efetivo, a melhor abordagem requer uma visão holística, multidisciplinar (explicarei no livro) e familiar. A família de um idoso portador de demência sofre e convive intimamente com todos os sintomas de memória e de mudança de comportamento… A família adoece junto! Demorou alguns anos para que eu entendesse melhor as peculiaridades que envolvem o atual tratamento deste portador, do envolvimento familiar e as reais necessidades de ambos. Conheci a Associação Brasileira de Alzheimer – ABRAz – em 1995, durante a realização de um congresso de geriatria, na cidade de São Paulo. Facilmente me identifiquei com esta ONG (organização não-governamental), principalmente pela abordagem única de luta pelos direitos do portador e de uma preocupação ímpar com os familiares e cuidadores. Apesar do crescimento do número de profissionais de saúde em seu quadro de associados, são os membros familiares sua grande maioria, inclusive em cargos de direção. Em 1997, iniciamos a sub-regional da ABRAz em Juiz de Fora, nossa cidade, em Minas Gerais. Pelo exposto acima, a temática de Alzheimer me é muito cara. Creio que, como eu, várias pessoas envolvidas, direta ou indiretamente, na ABRAz aprenderam e amadureceram com suas experiências, seja como familiar, seja como profissional de saúde, nas últimas décadas. Vimos juntos o surgimento dos primeiros medicamentos específicos para controle sintomático da doença de Alzheimer. Vimos o crescimento exponencial das pesquisas sobre demências, principalmente a melhor acurácia diagnóstica, com o avanço da neuropsicologia e dos métodos de neuroimagem. Por fim, vimos que ainda a maior arma para se conviver satisfatoriamente com esta doença, no seio familiar, é a solidariedade aliada a muita informação de como cuidar. Em mais de treze anos de reuniões mensais do grupo da ABRAz, em Juiz de Fora, juntamente com as centenas de idosos portadores e seus familiares que passaram pelo nosso consultório… Daí foram retiradas as histórias deste livro. Houve, é claro, algumas alterações em relação às versões reais, salvaguardando nomes e algumas situações. Dividiremos cada capítulo em duas partes: a primeira, nossas histórias propriamente ditas. Na segunda parte do capítulo, de acordo com cada história, analisaremos algumas questões relativas à doença de Alzheimer e sobre os cuidados dispensados ao portador. No final do livro, deixamos uma série de dicas para rotinas e para os mais variados problemas de comportamento, muitos deles já citados em nosso site CUIDAR DE IDOSOS – www.cuidardeidosos.com.br.

Descrição

Sete Histórias de Alzheimer é um livro para toda a família! Este livro preenche uma grande carência no mercado editorial brasileiro, quando o assunto é a doença de Alzheimer. Principalmente, que seja acessível para a maioria da população brasileira. Rico em detalhes e dicas, certamente ajudará a você, leitor, que deseja aprender mais sobre o assunto. Contar histórias é um excelente recurso pedagógico. Mais ainda quando são histórias reais, pinçadas da dura rotina de nossas famílias. São histórias que ensinam as famílias e aos cuidadores a cuidar melhor de seus idosos portadores de Alzheimer.

61 comentários em “Livro Sete Histórias de Alzheimer”

  1. go fernandes disse:

    meu pai tem a doença ah dez anos , e quem cuida dele e minha mãe , mas ele ja esta no estagio final, eu digo-lhes e uma doença terível coitado sofre demais, e principalmente minha mae que cuida dele . e mto triste.

  2. maria do socorro bezerra disse:

    minha mensagem vai pra Aline Lopes, olá minha querida, eu lie seu comentário e voce pedindo orientação de qualquer pessoa, eu fiquei comovida, então vai a minha dica, porque voce ainda não se dirigiu ao procon? se voce comprou o livro e como ja faz tanto tempo e ainda não recebeu? se dirija ao procon e faça a sua reclamação? voce precisa reivindicar os seus direitos? voce concorda comigo? um abraço.

  3. Marilene disse:

    Estou no inicio do processo de Alzheimer com minha mãe e me interessei pelo livro porem tenho visto muitas reclamações de pagamento e não recebimento do exemplar. Tem alguma outra forma de adiquiri-lo sem que seja pela internet?

  4. EMILIA disse:

    CUIDO DA MINHA MÃE Á 7 ANOS ELA ESTÁ NO ESTAGIO AVANÇADO DO ALZHEIMER,JÁ VAI ENTRAR NA SONDA POIS ELA ESTÁ PERDENDO MUITO PESO,E SE ENGASGANDO MUITO,SEI QUE LOGO VOU PERDE-LÁ,PEÇO A DEUS ME PREPARE E ME CONFORTE. É UMA DOÊNÇA QUE EXIGE MUITO AMOR E PACÊNCIA POIS O PACIENTE SIMPLESMENTE VIRA UM BEBÊ,AMO MUITO MINHA MÃE E FICO AS VEZES REVOLTADA DE VER ELA DAQUELE JEITO,POIS SEMPRE FEZ AS COISAS DELA SOZINHA,QUE O SENHOR JESUS PERMITA AOS CIENTISTAS DESCUBRIR A CURA PARA O ALZHEIMER,DEUS ABENÇOE A TODOS.

  5. SONIA disse:

    SÓ DEUS SABE O QUE SENTE UM FAMILIAR DO PORTADOR DE ALZHEIMER..SÓ DEUS. MEU PAIZINHO SE FOI A 16 MESES E A CADA INSTANTE DE MINHA VIDA LEMBRO DO SOFRIMENTO GIGANTESCO QUE ELE PASSOU. DOENÇA MALDITA!!!!BRASIL DO DESCASO!!!!!INFELIZES SEJAM ESTES POLÍTICOS QUE NÃO DÃO ASSISTENCIA ALGUMA AS FAMILIAS QUE PASSAM POR ESTA SITUAÇÃO. TUDO CARISSIMO, CUIDADOR….SÓ PARA QUEM PODE. MALDITO GOVERNO. PERDOEM, MAS COMO DISSE: SÓ DEUS PARA SABER O SOFRIMENTO DOS FAMILIARES E DO DOENTE. JAMAIS VOU ESQUECER O QUE MEU PAIZINHO PASSOU, JAMAIS.

  6. erika disse:

    Boa tarde!
    Fui comprar o livro para aproveitar a promoção do frete. Mas quando é para pagar, estão cobrando o frete.
    Como é que faço para usar a promoção?
    Obrigada!

  7. silvia ambruster disse:

    Olá!Cuidei 10 anos da minha mãe portadora de DA,foi uma luta muita grande,mas não me arrependo do que fiz,sinto por não ter feito mais.Fiz o pedido do livro,paguei más não o recebi,mandei emaill,me disseram que estava a caminho,mas não recebi.Dia 04/02/2013 faz 1 ano que minha querida mãezinha faleceu.Sinto muito sua falta,mas sei que hoje ela está descançando.
    Abraços a todos!!

  8. ALINE LOPES disse:

    Demorou um pouquinho mais já recebi meu 2º exemplar do livro. Estou recomendando a todos os parentes e amigos. Quem já leu parece estar entendendo e participando mais nos cuidados com minha mãe. Mais uma vez obrigado a todos que participaram na criação e divulgação desta jóia. Aline.

  9. ALINE LOPES disse:

    Olá! O livro é maravilhoso. Até encomendei outro em 26 de novembro de 2012. Consta que ele já foi enviado mas até agora não recebi . Estou ansiosa para que meus familiares também leiam. Alguém pode me orientar? A quem devo recorrer? Aceito qualquer ajuda. Obrigado. Aline Lopes.

  10. Lira Cecília disse:

    Olá a todos! Deus nos abençoem…amém.
    Minha mãe, 78 anos, está com Alzheimer a pouco mais de 7 anos. Só Deus sabe o quanto tenho sofrido para poder cuidar dela. Minha vida parou, vivo exclusivamente para ela! Não tenho coragem de colocá-la em um asilo. Sou CURADORA dela. A família simplesmente nos abandonou. Só posso mesmo contar com a ajuda de Deus e dos vizinhos.
    Meu pai que estava super bem acabou falecendo antes dela. E, com isso, a barra pesou muito mais para mim.
    Como não bastasse o estresse diário, a depressão que toma conta da gente…ainda passo o sofrimento por conta de um irmao que vive me atormentando por querer a “sua parte” na casa aonde moro com a mamãe. Eu sou solteira, não tenho filhos, não tenho emprego. Vivo juntamente com a mamãe da pensão que ela recebe de meu pai. O que ela ganha é apenas 2 salários mínimos que vai quase tudo na compra dos medicamentos, alimentação e pagamento das contas da casa.
    Eu fico me perguntando todo santo dia por que o ser humano é tão cruel, egoísta, desumanho? Vejam a minha situação … estou correndo sério risco de que quando minha mãe vier a falecer, eu venha desenvolver algum problema de saúde, como por exemplo, na coluna, e ainda por cima ficar sem a casa para morar. Meu Deus, que país é esse? Se houvessem leis mais severas e que realmente tratassem os idosos com mais respeitos, as pessoas seriam menos egoístas e doariam parte de seu tempo POR AMOR ao seu familiar! E teriam um pouco mais de zelo para com àquele que presta o serviço de CUIDADOR. Só quem cuida de paciente de Alzheimer para entender o quanto é desgastante, sofrível essa doença. Mas, de coração, não me arrependo de nada, pois se fosse o contrário, minha mãe não teria me abandonado e faria de TUDO por mim!!!

  11. Elis Regina Silva disse:

    olá gent! estou totalmente tomada de sentimentos por todos.
    meu pai tem 81 anos e também tem alzheimer e sei o quanto é doloroso essa doença,ele esta no nivel moderado e temos que tomar todos os cuidados com ele, sei que é dífícil só uma pessoa cuidar,mas graças a Deus dá força pra todos.Queria muito poder ajudar mais meu pai.Mas o amor,carinho, respeito e principalmente PACIÊNCIA que temos por ele já é uma grande ajuda.Obrigada por todos os comentários serviu muito de apoio.bjs

  12. ALINE LOPES disse:

    Li o livro sete histórias de alzheimer e aprendi muito. Minha mãe está no estágio inicial e só tem 61 anos. Já passei para minha irmã caçula e encomendei outro livro para presentear minha irmã do meio que mora longe de nós. Acho que as informações vão nos ajudar muito a nos posicionar diante da doença. Reconheço que não posso executar a tarefa de cuidadora com excelencia sozinha e quanto mais informação melhor será para todos nós ajudarmos minha mãe. Obrigado Marcio Borges por nos orientar tão bem. É um livro que merece ser lido e relido.Excelente! Abraços. Aline Lopes.

  13. Edilberto - Garotão disse:

    Os comentários são recheados de sofrimento e sugere paciência, espírito altruista, oracóes. Todos sofremos, agora já pedi que me sugerissem técnicas, mesmo sendo fragmentadas de uso prático e cotidiano para minha irmã do qual sou cuidador no que se refere a mente de Marlene, sou voluntário iniciante, vejo como um chamado digno e repito aqui não tem psicologos, assistentes sociais, nada mesmo, cidade do interior. Me ajudem, me enviem sugestões, a cada dia a doença avança, esperar?

  14. Edilberto - Garotão disse:

    Não gostei de um comentario acima que incita uso da justiça ou telefonemas. Tenho 65 anos e iniciei voluntariamente a cuidar de uma irmã com 75 anos no que se refere a dialogos. Se quizerem ajudar fico eterno agradecido pela caridade. Aqui

    nao tem médicos especilizados, nem assisents sociais, psicologos moram na capital.Não posso ficar assistindo e olhar nos olhos uma criatura humana se consumindo e somente nós da familia,e tomei a frente, os demais sao mais velhos e doentes igual a mim. Ela está ma fase 2 do mal e nao se desvia muito na conversacaáo. Me mandem dialogos padrao e perguntas bem aptopitiadas para uma hora por dia.
    Seja exemplo em tudo o que faz.

  15. DENISE DE OLIVEIRA SANTOS disse:

    Sou Assistente Social de um novo equipamento da Política de Assistência Social denominado CREAS – Centro de Referencia Especializado de Assistência Social, vinculado ao município, em especial as Secretarias Municipais de Assistência Social. Atendemos desde crianças a idosos e seus familiares com direitos violados. NO CREAS onde atuo, eu, uma psicóloga e uma orientadora social atendemos exclusivamente idosos e deficientes e seus familiares/cuidadores. A porta de entrada nesses equipamentos são denuncias espontaneas da comunidade, de familiares e principalmente de cuidadores. O Disque 100 é um recurso muito eficaz para quem não quer ser identificado. No município onde trabalho o Ministério Público e o Poder Judiciário são instrumentos para coibir e auxiliar a família na manutenção da qualidade de vida da pessoa idosa/deficientes. Amo o meu trabalho e muitas vezes ficamos impotentes pela inoperância de alguns órgãos públicos que compoem a Rede de Atendimento. Tenho minha mãe com 78 anos que está desenvolvendo Demência Senil. Sei perfeitamente o drama familiar, dos cuidadores e o sofrimento que acomete um idoso nas condiçoes acima relatadas.

  16. Vanessa disse:

    Achei muito interessante o relato de todos, me indentifico nos relatos, pois eu cuido de 2 familiares queridos, tenho uma avó com 76 anos com Alzheimer, e ela esquece coisas recentes, é teimosa e briga quando contrariada.. mas continua intacta suas lembranças do passado e além disso tem o meu pai que está no 3º AVC dessa vez hemorrágico, atualmente se encontra internado, impossibilitado de andar, mas tenho fé de que as coisas irão melhorar, estou muito confiante mesmo, pois Deus nunca abandona seus filhos, como a maioria meus familiares se debandaram cada um para o seu lado, tanto que tive que entrar na justiça, mas cada um com sua consciência. Abraço a todos!!

  17. Cicera disse:

    cuido da minha sogra,ela tem 80 anos e tem alzheimer qdo ela veio para casa achei que não ia aguentar,nossa ela repetia tudo exemplo posso tomar agua,posso ir ao banheiro,é pra comer,é pra beber,ia ao banheiro toda hora,as vezes fazia cocô nas calças ou fora do vaso,não queria tomar banho,esquecia que já tinha comido queria comer toda hora,ela é diabética e tem problema do coração e pressão alta,levei ela ao pisiquiatra e ele passou um remédio chamado Mirtazapina 30 mg e ela ta mais calma pois ela não dormia a noite sem contar que chamava toda hora,e qdo eu estava ocupada pedia para ela esperar ela começava a bater palmas e gritar,mas graças à Deus ela ta bem agora eu comecei a fazer um tratamento com ela coloquei ela pra ouvir musica e ela começou a cantar,coloco ela pra pintar,escrever desenhar e coloquei ela tbm na hidriterapia,e faço caminhada com ela,faço questionário com perguntas sobre com é seu nome,cidade onde nasceu,qtos filhos ela tem,peço pra ela escrever o nome deles,nome dos netos,coloco ela pra copiar livros de histórias infantis,coloco filmes que ela gostava pra ela assistir pois antes ela não assistia tv não tinha paciência,por isso gente coloque eles para se exercitar é muito bom.
    Abraços a todos.Obrigada por poder passar um pouco da minha experência e talvez poder ajudar algumas pessoas.

  18. Ana Maria disse:

    Comprei o livro dia 02-08 e o pagamento foi confirmado no dia 04-08.. Porém até hoje não recebi o mesmo e não consigo falar com ninguem por telefone. Por favor me ajudem. São R 32,00 que foi pago e quero o livro ou meu dinheiro de volta. No dia 06-08 recebi um email dizendo que o livro foi enviado, mas até agora nada. Alguém me ajude por favor
    Ana Maria

  19. Maria Helena de Oliveira Silva disse:

    Olá ainda não tive a oportunidade de ler o livro do Dr. Marcio, maís já o conheço da Comunidade do Doença de Alzheimer diario, conheço pouco o seu trabalho.
    O fato é que Alzheimer e muito dificil tanto para o paciênte como para o Cuidador, porque os familiares do Portador a partir do momento que tomam conhecimento dessa doença passam a se afastar, foi o que aconteceu comigo, tenho 2 irmãos homens eu sou a filha caçula e quando essa doença estava em desenvolvimento no meu pai ele morava na própria casa com os dois filhos separados, mais na médida que ela foi acelerando os dois filhos abandoram meu pai e o que aconteceu o meu pai foi morar comigo num apartamento pequeno, e eu meu marido “meu heroi”, e minha filha assumimos o papai, porque os dois filhos passaram a dar todas as desculpas possiveis para se ver livre da responsabilidade de filho o fato que precisei entrar na justiça e mesmo assim não obtive resultado nenhum porque isso não da voto e publicidade para ninguém, nunca consegui nada da justiça no sentido de ajudar o meu pai, Delegacia do Idoso ( uma piada) Ministerio Público kkk, nem pensar e Assistente Social de Hospital Público devem fazer relatorios para no futuro escrever um livro porque nunca toma atitude alguma em favor do idoso, o fato e que eu tomo conta do papai a 7 anos e meio a doença vem acelerando, eu sofro de fibromialgia devido a somar tantos problemas psicologicos e familiares devido a doença do papai e ninguém, ninguém mesmo quer saber principalmente os parentes mais próximos ( os filhos) espero realmente que o governo pense muito no futuro de nossos idosos porque se essa doença continuar a avançar sinceramente não sei o que vai acontecer com nossos idosos porque não pode contar com os familiares, o governo não faz nada “O que sera dos nosssos idosos no futuro” sem ajuda nenhuma???????

  20. Meu Pai tem 90anos com Alzhaime,malpakison,agina no peito tem marca passo no peito.Agradeço meu Deus de ele está comigo,meu bebe lindo.Não andava,nem comia com sua mãos,não fica sentado,nem deitado 5 minutos.Pedia Deus e Santo Papa João II,que ele cura-se ou leva-se meu pai era muito sofrimento.sou filha unica tenho 05 especiais ,Mãe 88anos,com esquemia celebral,meu esposo 60 anos 7avc.tenho 2 filha de coração especiais 30anos,28anos.mim sinto feliz de ter força pra lutar,cuidar de todos.Sou abençoada por Deus pois ele mim deu .Eu Posso Tudo na Quele que mim fortalece.Conto não pra mim engradecer mas mostra que todos nós tem condições de dar amor,cuidado.Deus abençoe a todos,muita luz,sabedoria.Fique com o amor de Deus.

  21. Fortunée Nigri disse:

    Edna, fiquei muito preocupada com seu depoimento.
    Vc fala de que estado? onde vc mora deve ter uma associação de amigos de pessoas com doença de Alzheimer – APAZ, eles oferecem apoio, informação e grupos para familiares cuidadores desses idosos.
    É esperado que pessoas com DA no curso da doença façam confusão entre os fatos reais e fatos fantasiados, daí eles conversam com os atores da TV e muitas vezes acreditam que estão todos juntos em casa.
    Na minha experiencia profissional existem 2 situações, uma é realmente desligar, momentaneamente, a TV e apresentar outro tipo de atividade como ouvir música, dar uma volta perto de casa, um pequeno lanche, e uma outra situação é não discordar, não tentar explicar, não criticar; pq o idoso acredita que está tudo realmente acontecendo, sendo assim, é inútil e totalmente contra indicado contrária-lo, isso só irá prejudicar e faze-lo ficar mais agitado.
    Temos que deixá-lo falar e assim que for possivel, mudar o foco oferecendo algo que seja de interesse do idoso.
    abraços, boa sorte
    Fortunée N. Nigri
    terapeuta ocupacional – RJ

  22. Raquel disse:

    Como são parecidos os problemas de nós cuidadores.parece receita!
    Trabalho fora,marido é aposentado,mas tem suas limitações,então,minha mãe apareceu com essa maldita doença(não existe bendita,né?)
    Como Deus é maravilhoso e não desampara ninguem,providenciou a irmã dela pra ajudar financeiramente,ja que mão de obra,não dá,ja que mora longe.Ta sendo uma benção pra mim,pois como poderia eu fazer sozinha ?Se eu não tenho nimguem?como toda a familia de doente,sumiram…Não sabem a lei do retorno!
    Mas o que eu quero mesmo,é saber,porque o governo não ofereçe nada nesses casos…
    Tem creche,tem asilo,ongs por ai,mas cuidador de doentes,nem pensar,Talvez se algum politico usasse essa plataforma,e a realizasse……Precisamos de ajuda porque o que existe,é particular,e ainda pode ser apenas um deposito de velhos.

    È umas pena,que corremos o risco de tbm passar pela mesma situação,e ainda por cima,não ter nenhuma alma boa que nos ajude.(como minha mãe tem a irmã dela)O nome dessa alma boa,é Miriam.
    Não dizem que devemos dar nomes aos bois?pois é…
    Hoje eu precisava muito por pra fora.
    Que o Senhor Jesus nos fortaleça
    Raquel

  23. Edna Silva disse:

    Boa tarde! Estou em busca de ajuda,meu pai é portador Alzheimer e quem cuida dele é minha mãe.Tenho muita preocupação com ela, pois já está com 71 anos e ele é muito rebelde.Eu, minha irmã e nossos maridos estamos sempre com ela,mas reconhecemos que a cada dia está ficando mais difícil.Somos uma família muito unida e minha mãe sabe que pode contar conosco. Temos muita dificuldade em lidar com certas situações que ocorrem com ele.Por exemplo, ele fica ligado na TV acha que eles o ouvem e o veem.Quando acontece algo que não gosta grita, fica agitado! Conversamos com ele,explicamos que as pessoas que estão na TV não o veem, mas nem sempre ele aceita. O que devemos fazer? Deixar a TV desligada, já tentamos mas, aí quem sofre é minha mãe que já está tão limitada cuidando dele.Me ajude!Devemos tentar convencê-lo do contrário quando ele faz essas confusões ou deixá-lo acreditando e só desligar a TV.É muito difícil lidar com essa doença, porque amamos muito meu pai, ele sempre foi um pai maravilhoso e temos muito medo de magoá-lo.

  24. Maria Luiza Grechi disse:

    Estranho, mas de tudo que li me senti uma pessoa privilegiada.
    Não tenho irmãos, meus pais estão separados há 51 anos, ele hoje está com 93 anos, lúcido a ponto de ter carteira de motorista válida e dirigir seu FOX normalmente, penso que melhor que eu.
    Minha mãe sempre foi uma mulher muito enérgica, e viveu para mim e para a esperança de reconstituir a família com meu pai,sempre mas sempre mesmo!
    Casei-me,tive dois filhos e a duras penas conquistei minha individualidade.
    Em 2006 ela teve prolapso uterino, que necessitou de histerectomia total. Preparamos os exames fomos para a internação, ela se internou e SURTOU! Detalhes desse surto não valem a pena serem contados agora, mas depois de 26 dias eu e ela internadas foi diagnosticado: DISTURBIO PSICOTICO! Que qui é isso JESUS!
    Bem mas eu comecei dizendo que me sentia uma pessoa privilegiada, por quê? Porque tenho um marido maravilhoso que, agora aposentado, segura toda minha barra (e cá entre nós, EU SOU UMA CHATA!), tenho dois filhos ótimos, que brincam com a vó o tempo todo, não tenho com quem dividir na família dela, mas resolvo, faço e desfaço o que bem entendo e como ela fez comigo, estou dando o melhor de mim! E ainda tenho duas lindas cachorras, eram três até uns dias atrás a que veio junto com a vó morreu, mas como privilégio tb, morreu num momento que a vó num lembra mais dela.
    Então digo: UNIVERSO agradeço esta oportunidade.
    Parabéns pela iniciativa de todos os envolvidos aqui.

  25. Cássia disse:

    Olá boa tarde!
    Descobri q minha mãe tem alzheimer esse ano… esta em tratamento, toma medicamentos etc…
    Ela esta com 90 anos.. mas anda de vagar com bengalinha, come sozinha, toma banho só, apenas fico junto p ajuda-la a ñ cair, pois tem muitas tonturas (laberintite) e tbm toma medicamento p isso.
    Tbm tem diabetes, mas muito be controlada, graças a deus.
    Ela fica muito confusa… esquece facil as coisas, fala do passado muitas vezes. As vezes sisma q ja tomou banho, sendo q ñ, e se a gente ficar insistindo ela fica brava e briga com a gente..rss
    Percebo q tem dias q ela ta meia de mau com a vida, quer ficar calada, se fecha no mundinho dela. mas dali algumas horas, ela fica bem.. conversa, repete a mesma histótias por varias vezes,
    tenho muita paciencia.. fico com dó. graças a deus, ela e meu pai mudaram p bem perto de mim, pois eles moravam em santos/SP eu no interior de SP. Ajudei a vender a casa deles e compramos uma do ladinho da minha. Pois meu pai vivia muito só cuidando dela, graças a deus ele com seus 83 anos tem uma saúde de ferro.
    Sempre procuro ler a respeito da doença.. nunca convivi com ninguem assim.
    Ela sempre confunde hs, as vezes diz q ja almoçou sendo q ainda é 9 da manhã, e assim vai.
    Peço algumas informação de como devo me comportar mediante esses problemas.
    Obrigada pela atenção, aguardo retorno.

  26. nubia nunes disse:

    Oi estou com um grande problema queria saber como posso começar a contar para minha pact que ela tem ALzaimer. tenho um pouco de rceio pois também acho que quando ela souber pode até se ajudar mais pois ela esta na fase que nega tudo dizendo sempre que esta bem . Sou a fisioterapeuta dela e atendo ela 2 vezes por semana, a família dela ainda não falou nada afinal quem deve falar eu o médico ou a família dela.

  27. mria do socorro pereira disse:

    gostaria de saber como terminar de ler, pois só vai ate a pg 16

  28. ana duarte disse:

    Ola….parabens pelo site….onde posso comprar o livro? Cuido de idosos com
    alzheimer alguns anos….cada dia que passa amo mais a minha missão…Levar
    qualidade de vida…apesar dessa enfermidade, que atinge toda estrutura familiar…na maioria das vezes falta amor, paciencia e sobra brutalidade e impaciencia…qdo. o idoso mais precisa de atençao, cuidados, amor….amor… amor….carinhos…carinhos…paciencia…..paciencia….um aperto de mao…um afago na cabeça….E um momento dificilimo para este idoso. Derrepente começa a DESAPRENDER coisas basicas da vida: o nome, a idade
    andar, sorrir…etc e tal….Imagina este idoso perdendo a propria identidade…
    Qdo…criança…que APRENDEMOS as primeiras coisas….todos acham umas gracinhas…realmente é lindo APRENDER.
    Na velhice….qdo. o idoso DESAPRENDE a andar…e etc….muitas vezes vejo
    os filhos adultos…brigando…grosseria…impaciencia…com o idoso.
    Ta na hora….de reflitir como estamos tratando nossos queridos IDOSOS.
    Abraços….Ana Duarte

  29. lucilia disse:

    sofro com esta doença que acometeu meu marido que era cirugiao

  30. marilene disse:

    Li , gostei e recomendo . Parabéns

  31. Simone disse:

    Parabéns, Dr. Marcio,

    Adquiri seu livro há alguns dias e fiquei tocada com as histórias. Parece que li parte da minha história e a do meu pai, portador de Alzheimer. Me identifiquei com vários trechos do livro e imagino que ainda irei me deparar com outros ao longo dos anos.

    Gostaria de fazer uma pequena sugestão para tornar o livro ainda melhor: enumerar as páginas na sequência das páginas do arquivo em pdf, pois apesar de ser um livro virtual, imprimi-o para minha mãe poder ler também e obtive certa dificuldade para imprimir frente/verso, par/ímpar, já que algumas páginas (como a 32, por exemplo), não aparecem (mas também não fazem falta, deve ter sido algum erro técnico na enumeração da página).

    Obrigada e parabéns, novamente, pela iniciativa de publicar um livro de alto nível sobre o tema.

  32. Lucia disse:

    Já paguei o livro em PDF com o cartão. Quando vou recebê-lo?

  33. CRISTIANE disse:

    Adquiri o Livro em PDF. Como vou ter acesso a ele ? Obrigada
    Cristiane

  34. CRISTIANE disse:

    Gostaria de saber onde posso adquirir o livro em papel?
    Obrigada.

  35. lana disse:

    Cuidar de um idoso com alzaimer nao e facil,minha sogra nao conseguimos cuidar dela em casa e colocamos em uma clinica especializada´´terrivelmente terrivel como os doentes sao tratados,colocam roupas de um no outro ,somem com tudo que e do paciente,ha e um detalhe uma fortuna mensal,mas enfim quando nao da para cuidar em casa…..força a todos !

  36. Bom Dia!Dr.Márcio
    Parabéns por este seu livro. Consegui ler desse book umas duas historias. É impressionante e nada agradável este mal.
    Que Deus me guarde e livra-me deste tormentoso mal. Já estou perto de completar 68anos. É procurar se cuidar em tempo.
    Que Deus o ilumine e o faça crescer cada vez mais e escrevendo mais livros sobre como cuidar do Idoso e todos os seus problemas de saúde.
    Vera

  37. EMILIA disse:

    oi gostaria de saber se esse livro esta a venda em livrarias?

  38. Fortunée Nigri disse:

    Sonia Fernandes, fiquei muito sensibilizada com a descrição do quadro em que se encontra seu marido de 61 anos, imagino que vc seja mais nova ou próximo da idade dele, o que Tb se torna difícil pois não estamos preparados nesta idade para cuidar de alterações do envelheci/ (na realidade nunca estamos preparados).
    Sou terapeuta ocupacional e pretendo te dar algumas dicas pra ver se te ajudo. Os transtornos psicológicos e comportamentais, são muito frequentes e tb são a maior causa de asilamento fora ou até mesmo dentro de casa. Faz parte do quadro demencial situações de medo, desconfiança, traição, roubo de dinheiro, além das alterações de personalidade, falta de censura, critica e julga/ por exemplo.
    Geral/ essas alterações podem ser provocadas por algum tipo de mudança no ou do ambiente, no comportamento das pessoas que o cercam, situações novas, desconhecidas ou alguma conversa que ele não tenha compreendido pode desencadear esse processo.
    Procure seu médico pois existem medicações que podem ser usadas para amenizar o seu sofrimento e o dele também, pois embora muitos não sabem, o paciente sofre tb, ele não faz isso “intencional/”.
    Vc esposa, cuidadora, tb precisa se cuidar, ter momentos de lazer pra te ajudar a conviver com o seu marido e fazer o melhor q puder por ele.
    Me coloco a sua disposição, bjs e boa sorte.

  39. Carolina Paiva disse:

    Comprei o e-book e amei. Parabéns pelo site e pela iniciativa de venderem um livro com o conteúdo tão rico e com o preço bastante acessível. O site está 10.

  40. Cristina Bidel disse:

    Como faço para adquiri o livro ?
    Deus o abençoe pelo interesse em ajudar nossos amados idosos nas suas dificuldades.Minha mãe sofre deste mal terrível.
    Os jovens deveriam estar preparados para a velhice dos pais.Conhecendo as doenças que chegam com a idade, para que não estejam despreparados, como eu estava,tendo que enfrentar e sem saber como aliviar o sofrimento dela. Infelizmente, por nada saber a cerca deste mal,antes de deparar-me com ele,certamente teria agido de forma a ter tornado menos dolorida para minha mãe esta fase. Oro pedindo a Deus, que ilumine os cientistas na descoberta de uma vacina que previna este mal.Parabéns.

  41. Rose disse:

    Boa noite, gostaria de saber como posso obter este livro , pois minha mãe depois de muitas perdas (filhos e esposo) começou apresentar essa doença e por mais que eu tente fazer algo para ajudar estou me sentindo perdida e preciso de ajuda, na real encontrar um caminho pois além de ser doloroso ver uma mulher que era tão ativa com a vida estar em estado vegetativo, eu e minha filha sofremos caladas, mas confesso que mesmo tentando buscar uma felicidade , procurando fazer o melhor para ela , nos estamos sofrendo muito por dentro,obrigada, mas entenda minhas palavras como desabafo de uma filha que adoraria ter nas mãos o toque da cura……seria um sonho.

  42. Sonia Fernandes disse:

    Cuido de meu marido há 1 ano e 5 meses, ocasião na qual a doença se manifestou. Ele não caminha mais, já está em cadeira de rodas, tem apenas 61 anos de idade, começou com constantes quedas, não se equilibrava, como já havia tido AVC, os médicos acharam que ele esta tendo mais uma crise. Até que vieram medos, medo da casa, medo das pessoas, não me reconhecia, ficava agitado, esquecendo do presente, contando as histórias do passado repetidas vezes…e assim tudo começou e de forma acelerada. Ao fazer um esforço de volta ao tempo percebi que ele já estava doente há mais tempo, uns 3 anos aproximadamente. Parei minha vida e me dediquei exclusivamente a ele. Mas agora começam a aparecer novidades, ele me xinga, diz que eu também vou ficar numa cadeira de rodas qdo tiver idosa, muito desconfiado, ninguem pode andar em nossa casa, ele quer saber de tudo, se joga no chão, querendo sair de csasa, diz que precisa fazer alguma coisa fora, quer que eu o vista com roupas de sair, enfim, isso começoa desde às 5 da manha e vai até meio-dia. É muito desgastante e não sei o que fazer. Até aqui fui muito forte, mas já não estou suportando mais, é como se eu tivesse carregando um peso além das minhas forças. E o que é pior, não posso pagar o que os cuidadores pedem. Se alguém viveu experiencia semelhante, aceito orientações. Grata, Sonia Fernandes.

  43. Angela Maria Teixeira de Brito disse:

    Sou cuidadora ha muitos anos,e atualmente estou cuidando de uma senhora de setenta e oitos anos,ela é uma gracinha muito meiga.Mas infelismente estou deparando com uma situaçaõ que tem me deixado muito preocupada,ela sempre reclama que o seu fiho a agride ,uma hora ela diz que elê a empurrou,ou que deu tapas em sua cabeça,estou sem saber o que fazer,sinto que realmente elê não tem pacência nenhuma com ela.Sou cuidadora se eu comentar com elê,posso sair e ela ficar só,e ao mesmo tempo esssa situação me preocupa.Ela anda muito esquecida.Não estou sabendo como lidar com essa situação.

  44. Vera disse:

    Olá gostaria de saber se tem algum dvd de filmes de alzhmeir ou que explicam sobre a mesma.
    Desde ja agradeço.
    Vera

  45. ana paula disse:

    Marcio Borges, antecipadamente parabenizo pela iniciativa deste trabalho. Ainda não tive oportunidade de adquirir o seu livro, mas tenho certeza que em mãos, farei dele um grande instrumento para auxiliar os que passam por esta dificil prova. Desde menina trago uma devoção inesplicavel pelos idosos, um amor incondicional que me traz contentamento.(me sinto realmente feliz, quando estou junto deles). Acabei de fazer o curso de cuidador de idoso, mas quero me especializar em doença de Alzheimer, sei que posso ajudar as familias que sofrem, sem informação sem orientação. A população idosa vai aumentar consideravelmente, e também maior será o numero de idosos acometidos por esta doença. Marcio, acredito na informação precisa com qualidade, particularmente gostaria que novos trabalhos pudessem atingir um publico mais jovem, despertando-os para a necessidade da informação e orientação em relação as demências, em especial ao Alzheimer.
    Abraços à todos.

  46. PAULO LUIZ HONAISER disse:

    PARABÉNS DR. MARCIO. CONHECI-O NO CONG. BRAS. DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA EM BH, NO MES DE JULHO 2010. COMPREI SEU LIVRO E JÁ SENTI QUE DESDE A PRIMEIRA PÁGINA ERA UM DOCUMENTÁRIO DE PROFUNDO SABER E VIVENCIA DO TEMA . FAÇO VOTOS QUE TODOS ADQUIRAM SEU LIVRO POIS NÃO HÁ OUTRO DE IGUAL TEOR NO MERCADO BRASILEIRO…
    ALTAMENTE ESCLARECEDOR E RICO EM ORIENTAÇÕES… SEU SUCESSO É O SUCESSO DE TODOS OS QUE LUTAM DIA A DIA, COM ESTA TRAGÉDIA HUMANA.
    UM GRANDE ABRAÇO, SEU COLEGA PAULO HONAISER. CURITIBA. PR.

  47. simone rebicki disse:

    ola existe outro meio de comprar este livro que não seja pela internet? obrigada

  48. josilnete r gomes disse:

    cuido da minha sogra ja tem dois anos> tento a intender essa doença tao dificil, mas nao consigo. ela tem filho sento que cinco sao homens, e uma mulher minha cunhada tem duas filhas pequena, poriso fica um pouco dificil pra ela cuida, masela ajuda como pode. cuida de pessoa com alzheyme..mas vou levando como posso. peço a deus todos os dias que ele mi ajude a cuida dela….

  49. simone rebibicki disse:

    cuido do meu sogro a dois anos desde que minha sogra morreu. para isso deixei muita coisa de lado, inclusive a faculdade, ele esta com alzheimer e pelo que li esta entrando na fase final, para mim é muito dificil cuidar dele mas tenho feito o possivel pois meu marido esta comigo, ele esta aposentado por invalidez com serios problemas na coluna, mas estamos levando, espero ter forças para ajudar meu sogro até o final, as vezes me sinto incopetente nunca sei se o que estou fazendo esta certo, mas nos o amamos e queremos ajudá-lo a passar por mais esta etapa de vida.
    abraços a todos

  50. Cássia disse:

    Eu tenho uma avó com 87 anos que tem Alzheimer. Minha mãe é aúnica que cuida dela (embora minha avó tenha mais 5 filhos) e eles não colaboram de nenhuma maneira. Estamos praticamente perdidas, porque vejo minha mãe sacrificando a vida pela minha avó e não sei como lidar com isso. Gostaria de saber sobre clínicas, etc. Muito obrigada. Ainda não li o livro.

  51. Marcos Augusto disse:

    ESTOU BASTANTE APREENSIVO. POR QUE MEU PAI, COM 76 ANOS VÊM APRESENTANDO SINAIS QUE EVIDENCIAL ESSA DOENÇA. COMO FAÇO PARA QUE O SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE NO BRASLIL APOIE AS PESSOAS COM ALZHEIMER OU PARKINSON. EXISTEM CENTROS ESPECIALIZADOS NO BRASIL? NECESSITO DE AJUDA PARA CUIDAR DE MEU PAI.

  52. Luciana Villanova disse:

    Márcio,

    parabéns pelo livro e o importante trabalho que vem realizando ao longo dos anos. Admiro sua determinação e empenho na busca para compreensão e tratamento da pessoa com Alzheimer . Com certeza muitas pessoas estão sendo beneficiadas com sua iniciativa .Mais uma vez PARABÉNS !!!

    Grande abraço ,

    Luciana Villanova

  53. Lina Mariade jesus disse:

    Cuido de minha mãe de 84 anos, que está com alzheimer.
    As vezes me sinto impotente, muito triste e com depressão; pois ela está sempre triste, suspirando e reclamando da vida.
    Me sinto perdida, sozinha…

  54. Edson Dias disse:

    Meu pai tem 86 anos e sofre de alzhimer e eu sou o cuidador.fico feliz com essa missão e triste por meus familiares só se preocupam com o apoio financeiro e esquecem da visita do carinho e do amor que eles precisam.

  55. ANNA JULIA RITTER disse:

    Parabéns DR.Marcio, como fisioterapeuta , li e muito me prencheu suas indicações e relatos, a melhoria da qualidade de pacientes vamos continuar na luta insana de alguns profissionais, que por vezes conduzem erroneamente a patologia.

  56. HORIOSVALDO DA SILVA disse:

    ,,,parabéns..

  57. José Luis Moraes Simonetti disse:

    Cada vez que abro este site, descubro o quanto podemos aprender a cuidar do próximo!
    Infelizmente ainda exitem casos de violência, abondono e outras situações envolvendo idosos que acontecem por falta de consciência, descaso, desresprito â pessoa humana.
    Espero que em breve estas situações possam ser revertidas e a
    melhoria da qualidade de vida das pessoas seja mais palpável.
    Parabéns mais uma vez!
    Abraço, José Luis.

  58. Rita Borges disse:

    Márcio,como eu sinto não estar hoje no lançamento do seu livro!
    Desde pequeno você se interessava pelos idosos e os tratava de uma forma singular.
    Parabéns por mais uma etapa vencida. Vó Maria Doralicese estivesse viva com certeza

  59. Lucieuda Rodrigues de Araujo disse:

    Aguardo o lançamento deste Livro ansiosamente,pois devo declarar que este site, junto com o editor deste livro o colega márcio Borges, tem me proporcionado um espaço privilegiado de informaçoes e muito vem contribuindo para meu aprendizado na pratica de cuidar de idosos, demanda do meu dia a dia como médica de Familília.
    Parabéns Dr. Márcio Borges e ao site da ABRAZ.

    Lucieuda Rodrigues.

  60. Pedro Luiz Ramos disse:

    Sempre acho interessantes estes relatos, mesmo que fcticios, não sei se é o caso desta obra, pois sempre ou ja nos deparamos com fatos semelhantes, ou um dia destes iremos nos deparar, ja que somos cuidadores de pessoas idosas, e aí seremos um diferencial no trato com nossos velhinhos.
    Oxalá consigamos entrar nesta faze de nossas vidas, sem estas síndromes e doenças tão perversas. mas aí esta o nosso papel como agentes de saúde, criar esta nova ge~ração que está e vem por aí, para uma vida com mais qualidade.
    Abraços à todos.

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