Cadastre-se no site

Primeira página

Seções

Profissões

Doenças

Condições

Cursos

Dicas

Vídeos

Redes Sociais

Cuidar de Idosos

Publicado em: 04/08/2008

A- A+

Psicologia – o idoso e sua família

  •  Favoritos
  •  Assinar feed
  •  Receba por e-mail
  •  Link para este post
  •  Notificar erro
  • Enviar para amigo

  •  

É com muito orgulho e satisfação que estréio como blogueira no site “cuidar de idosos”! Meu nome é Luciene, sou de Juiz de Fora, Minas. Minha formação é em Psicologia, possuo pós-graduação em Desenvolvimento Humano e sou Mestranda em Psicologia. Atuo profissionalmente como Psicóloga Clínica e na área da docência. Aproveito o espaço para agradecer ao Dr. Marcio Borges por esta maravilhosa oportunidade. Meus agradecimentos também se estendem aos usuários do site e leitores das minhas idéias.

Sou uma estreante no universo dos blogs, mas sou uma internauta de carteirinha. Acredito no grande poder de informação da internet, um canal que, mesmo à distância tem o poder de aproximar as pessoas, promover contatos e discussões. Lógico que, assim como todos os outros meios de comunicação, a internet também tem seu lado negativo, pode ser até um veículo perigoso, mas aqui este lado não vem ao caso.

Quando o Dr Marcio me fez o convite para escrever neste blog, ele me proporcionou uma grande liberdade quanto à escolha dos assuntos abordados. Apenas sugeriu um tema: “Psicologia – O idoso e sua família“. A partir deste tema as idéias fervilharam em minha mente e neste primeiro momento irei apenas “dar uma pincelada” em algumas questões pertinentes ao envelhecimento e à Psicologia. Como o blog é um canal interativo, a participação dos leitores se faz fundamental: o feedback de vocês será essencial para mim. Sugestões de temas, críticas, discussões, serão sempre muito bem-vindas.

Surge aqui uma questão-chave: “O que a Psicologia pode proporcionar ao processo de envelhecimento?” Sabe-se que o estudo do envelhecimento pelo viés da velhice é muito recente, Sigmund Freud, o pai da Psicanálise, por exemplo, acreditava que seu método psicanalítico não era aplicável aos idosos, pois estes já estão estruturados psiquicamente e não são passíveis de mudanças (explicando em linhas gerais).

Com o passar dos anos, novas linhas de abordagem psicológica foram surgindo, algumas se aprimorando e hoje muitas delas, inclusive as teorias de orientação psicanalítica, incluem os idosos em seu público alvo. Dentre as várias coisas que a psicologia pode oferecer, cito a importância de alguns trabalhos, tais como a avaliação (avaliação de aspectos como pensamento, memória) e a reabilitação cognitiva (tentativa de melhorar aspectos que sofreram declínio devido às demências); a psicoterapia do idoso; a psicoterapia dos familiares de idosos; o trabalho informativo para a comunidade sobre o processo de envelhecimento.

Com o avanço da idade, a pessoa necessita cada vez mais da proximidade de alguma outra pessoa, geralmente de sua família. Estas relações entre o idoso e seus familiares, assim como todas as relações humanas, passam por alguns momentos de crise, independente de ser o idoso saudável e independente ou doente e extremamente dependente.

Assim como em outras fases da vida, como por exemplo, a adolescência, com o passar dos anos a pessoa se depara com algumas transformações físicas e psicológicas. Por exemplo, uma pessoa, ao se olhar no espelho pode constatar que seus cabelos tornaram-se brancos e mais ralos, sua pele está enrugada, a memória pode já não ser tão boa como antigamente, dentre outras mudanças. Ou então uma pessoa recém aposentada pode ficar satisfeita por ter mais tempo livre para se dedicar a tarefas às quais antigamente não possuía tempo, mas também pode se sentir frustrado e inútil. Uma psicoterapia, independente da linha de abordagem, pode auxiliar o idoso a aceitar estas transformações como um processo natural do desenvolvimento humano, para assim envelhecer com uma melhor auto-estima e conseqüente uma melhor qualidade de vida. Esta auto-aceitação também pode melhorar a qualidade das relações do idoso com seus familiares, pois sabemos que pessoas insatisfeitas (de qualquer idade) podem não ser as melhores companhias possíveis: são aquelas consideradas “ranzinzas”, que vivem de mal com tudo e todos, pessimistas e desagradáveis. Os familiares também podem buscar a psicoterapia para trabalhar suas questões pessoais e encontrar uma forma de lidar melhor com esta mudança na vida de seu familiar.

A psicoterapia também pode ser um forte aliado para os idosos com demência e seus familiares. Os quadros demenciais, especialmente a doença de Alzheimer trazem um grande sofrimento para o paciente e sua família. Muitos acreditam que o idoso não percebe os sintomas da doença, mas isto não é verdade. Em especial no início da doença, ele percebe alguns de seus sinais, principalmente a perda de memória e se sente muito angustiado por não se lembrar de alguma coisa. A terapia pode ser um espaço onde ele possa falar de sua angústia, seu medo em relação ao futuro.

Com o avanço da doença os familiares são os que mais sofrem com as alterações de humor e lapsos de memória de seus queridos parentes. Eles precisam cuidar do idoso, mas também precisam garantir seu bem-estar pessoal. O psicólogo pode ser um profissional importante para a busca deste bem-estar, pois através da escuta das angústias, do sofrimento e da incerteza dos familiares frente ao estado de saúde dos “seus idosos”, ele pode ajudá-los a elaborar suas questões, aceitar a situação e buscar alternativas para minimizar o sofrimento do idoso e de todos envolvidos.

Um outro grande aliado de idosos independentes, dependentes e seus respectivos familiares é a troca de informações e experiências. Este pode ser um importante canal para que esta troca se realize. Encerro aqui o texto de hoje, deixando o espaço aberto para discussões, críticas e sugestões para o tema a ser abordado nas próximas semanas. Boa semana e um forte abraço!

Luciene C. Miranda

Psicóloga - lucienecm@yahoo.com.br

Avalie este artigo

1 Estrela2 Estrelas3 Estrelas4 Estrelas5 Estrelas 11 Voto(s)
Loading ... Loading ...

46 comentários em “Psicologia – o idoso e sua família”

  1. Luciene Miranda disse:

    Nalu, que bom que vc gostou do site, mas meu nome não é Fernanda, é Luciene! Abraço!

  2. Luciene Miranda disse:

    Natalia, fico honrada com suas colocações, mas tenha a certeza de que seus comentários aqui farão gde diferença para nós que escrevemos e para todos os leitores que navegam em busca de informação e apoio!
    Um abraço,
    Luciene

  3. Natália nascimento disse:

    Boa tarde Luciana.
    Quaisquer comentario que poderia aqui tecer e,por mais positivo que fosse tenho certeza de que ainda assim não alcançaria a sua altura.
    Só mes resta dizer: Muito obrigada por este blog tão importanete para nós psicólogos que queremos a cada dia buscar conhecimento que possam agregar ao nosso maravilhoso trabalho que é buscar o bem estar do paciente.
    Amo psicologia e, acredite: suas contribuições me são de grande valia.
    Um grande abraço,
    Natália

  4. Nalu Jurema Gonçalves de Souza disse:

    Oi Fernanda, sou estudante de psicologia cursando o 9°período e entrei pela primeira vez hoje nesse blog, adorei as suas explicações e entendimento sobre o assunto,e foi muito rico para mim poder compartilhar das suas palavras em relação ao envelhecimento, parabéns, abraços, nalu.

  5. Luciene Miranda disse:

    Fernanda, a respeito de técnicas, é algo um tanto subjetivo, pois diz respeito à sua linha de abordagem. Use a criatividade para atender seus pacientes idosos, dentro de sua linha de atuação.

    Natalia, faça uma reunião com eles e veja o que eles gostariam de trabalhar. É preciso muita criatividade, primeiramente veja quais recursos materiais e audiovisuais vc tem disponível. A partir daí veja o que pode ser feito, dentro do que eles falaram que tinham interesse. Importante também investigar, antes, quais suas capacidades e limitações, para não sugerir atividades além de suas capacidades atuais. Leitura conjunta do jornal diário e discussão, caças palavras, palavras cruzadas, jogos, atividades com músicas, são exemplos de atividades que podem ser adaptadas e desenvolvidas em grupos.

  6. Natália disse:

    Olá Luciene, como vai, trabalho no Cras com um grupo de idosos(BPC), nos quais realizaram uma encenãção através de um filme que foi passado para o final de ano, foi muito bom, porém eles querem algo diferente, claro, além das atividades que já participam, não sei o que trabalhar! Gostaria de algumas dicas para os próximos encontros.
    Obrigada

  7. Fernanda disse:

    Olá!! Acho interessante podermos partilhar algumas técnicas que funcionam bem com esse público em psicoterapia, pois nem todos se sentem tão a vontade em se abrir…
    Teria algumas sugestões??

    Obrigada!!

  8. Luciene Miranda disse:

    Kátia, acho que vc está fazendo certo: se integrando ao grupo, assim vc pode criar vínculos profissionais e pode também captar qual a demanda do grupo. Quando vc já tiver detectado quais seus interesses, faça atividades em grupos (de cunho psicossocial ou de estimulação cognitiva), procurando sempre diversificar as atividades sem infantilizá-los. Boa sorte

  9. Katia disse:

    Olá Luciene.Sou Psicóloga. Já atuei em CAPS AD, CREAS, RH mas nunca com Idosos e atualmente disponibilizei-me a realizar trabalho voluntário num Centro de Convivência de Idosos. Iniciei a menos de um mês e estou realizando visitas para conhecer os internos e eles poderem vincular comigo, pois a maioria está lá por não ter mais família ou estarem anteriormente nas ruas da cidade, em estado de abandono.Gostaria de saber qual sua opinião diante de tal situação e como poderia orientar-me a realizar um trabalho positivo e de resultados nesse Centro. Muito obrigada pela atenção.

  10. Luciene Miranda disse:

    Neuza, obrigada pelos seus parabéns. Em breve teremos um artigo sobre depressão na terceira idade que poderá te ajudar no cuidado com o seu pai.

  11. Neusa Costa disse:

    Luciene,parabéns pelo seu blog, que tanta ajuda vem oferecer a quem cuida de idosos.
    Eu cuido de meu pai que tem 92 anos e está com degeneração cerebral , devido à idade. Sempre foi muito lúcido e começou a apresentar alguma confusão há algumas semanas.
    Gostaria muito de saber mais sobre depressão em idosos.Acho que ele tem uma tristeza profunda e não se conforma com as doenças e principalmente com a velhice.Vive enumerando seus problemas de saúde. Quero conversar com ele, mas reclama tanto e nem ouve o que se fala porque está muito preocupado com seus próprios pensamentos.A conversa é sempre a mesma.Já nem sei mais o que dizer ,para fazê-lo sentir-se um pouco melhor.
    Ele não está tão ruim ,para a idade. Consegue andar ,toma banho sozinho, mantém seu quarto arrumado,alimenta-se bem e pode comer de tudo,dorme a noite toda e ainda tira uma soneca à tarde. Seus problemas são:surdez(não quer usar o aparelho auditivo), está com problemas na vista(degeneração macular devido à idade),desvios na coluna, osteoporose , artrose e no momento ,está se recuperando de uma erisipela que atingiu o pé e a perna.
    Já teve câncer de reto há 9 anos,por isso tem colostomia.
    Acho que falei muito. Peço desculpas por isto.
    Um abraço e muito obrigada.
    Neusa Costa

  12. Luciene Miranda disse:

    Caroline, que bom que meu artigo foi útil para um trabalho tão importante! Obrigada.

  13. Caroline Ribas disse:

    Oi luciene !
    Quero lhe parabenizar por este texto execelente, é uma linguagem clara tudo que eu estava precisando pra adicionar ao meu trabalho o TCEM (Trabalho de Conclusão do Ensino Médio) além dessas informações chegarem a outras pessoas através da minha explicação.

  14. Luciene Miranda disse:

    Keti, obrigada pelos elogios.
    No seu “desabafo” vc não relata se estes comportamentos de sua mãe já são antigos ou se forma surgindo com seu envelhecimento. Caso sejam alterações que surgiram com o envelhecimento, sugiro que, por mais difícil que seja, vc tente convencê-la a procurar um geriatra ou neurologista.
    Caso suas dificuldades de relacionamento já sejam antigas, vale a pena pensar um pouco nas causas e possíveis soluções para os conflitos. Vcs precisam morar com ela ou ela é independente? Caso ela seja independente, às vzs morar em casas diferentes poderia ser uma alternativa viável.
    Boa sorte.

  15. Keti Sarom disse:

    Olá Luciene

    Gostei muito do seu blog,pois estava justamente à procura de informações que me ajudem a lidar com minha mãe. Sou filha única e tenho dois filhos, com minha separação voltei a morar com minha mãe.
    Isso já fazem dez anos, desde que resido aqui sou responsável por todos os gastos da casa, uma vez que minha mãe cuidava de meus filhos alegava que já não podia mais trabalhar. Agora a situação se agravou, pois nesse tempo eu tive relacionamentos amorosos nos quais ela era contra, e atrapalhava de todas as maneiras para que o escolhido fosse embora. Me encontro em uma situação difícil, uma vez que a residência é pertence à ela, não permite que eu faça nada que seja contra sua vontade, o que inclui o corte de matos ou eliminação de lixo, que a mesma acumula, trazendo insetos e perigos aos meus filhos. Fez também uma criação de cães, os quais dormem com ela na cama e tem livre acesso à casa, fazendo suas necessidades em qualquer lugar. Sem falar nos gastos que tem acumulado, os quais eu tenho que pagar, pois se não fizer isso ela fica doente, acamada, grita com todo mundo e geme a noite toda impedindo que eu possa descansar. Veja bem, eu trabalho, cuido de meus filhos e tento cuidar dela, que se recusa a consultar qualquer médico pois diz que sabe exatamente o que tem e o que precisa. Minha intenção não era desabafar dessa maneira, mas a situação está se tornando insustentável. Não consigo mais um diálogo decente com ela que sempre está desconfiada e agressiva, achando que quero me livrar dela porque está velha.. se você puder me dar uma luz, eu agradeceria muito. Obrigada desde já e parabéns pelo blog, espero que minha história ajude em suas postagens.

    Atenciosamente
    Keti Sarom Scott

  16. Izaltina, seja bem vinda.
    Melhor que explanaçãos sem dúvida são depoimentos de pessoas como vc: que corre atrás de seus objetivos, que não acredita que a idade seja um empecilho e que leva uma vida feliz. Continue participando, um abraço

  17. izaltina disse:

    Gostei muita da sua explanaçãosobre a psicologia com idosos. Sou uma deles. E quero registrar aqui que me considero muito feliz com a idade que tenho (67 anos) e que os idosos se lembrem sempre que colhem o que plantam. Não sei como plantei, mas creio que não foi semente muito ruim, pois estou colhendo maravilhas na minha feliz idade
    Os idosos tbem não podem ficar esperando só que os outros nos façam felizes, mas, sim, ir á luta e fazermos todo o possível para melhorar nossa qualidade de vida.Isto consiste em pensar positivo, praticar tudo o que a vida nos oferece,como atividades físicas,grupos de apoio etc. Vamos á obra, colegas!

  18. Meus agradecimentos aos profissionais da área que têm encontrado materiais relevantes no blog. Àqueles cujo e-mail não foi detectado pelo site, podem entrar em contato comigo pelo e-mail lucienecm@yahoo.com.br.
    Obrigada

  19. Obrigada pela participação, Adília, e boa sorte neste estágio! Um abraço.

  20. ADÍLIA DE CASTRO disse:

    ESTOU FAZENDO UMA PESQUISA SOBRE CASAS QUE ACOLHEM IDOSOS E INCLUSIVE ESTAGIANDO NUMA. ESTOU MUITO FELIZ FAZENDO ESSE TRABALHO. SOU ESTUDANTE DE PSICOLOGIA. OBRIGADA PELO SEU BLOG. UM ABRAÇO, ADÍLIA

  21. Jussara disse:

    Luciene. Maravilhoso seu blog.
    Sou psicologa e estava procurando material para realizar trabalho de pós em geronto. E assim encontrei o blog.O seu texto é ótimo,é claro fácil de ler. Se for possivel a sua ajuda, preciso de sugestão no assunto Jung e o idoso, o escutar da familia para com o idoso, ou a familia escuta o seu idoso.

  22. Joana disse:

    Ola Luciene!
    Foi numa pesquisa relativa a “psicologia dos idosos” que descobri o seu blog.
    Identifiquei-me consigo assim que começei a ler oseu ponto de vista relativo a este tema.
    Estou a terminar a licenciatura em psicologia, e vou começar em setembro a dar aulas voluntariadas sobre psicologia, numa faculdade da 3ª idade, em Lisboa (Portugal).
    Os meus “alunos” são pessoas com mais de 50 anos, e neste momento faço buscas intensivas na internet à procura de temas que lhes possam interessar e tentar transmitir as ideias principais de modo simples mas eficaz. De facto tarbalhar com idosos na área da psicologia é sempre um desafio, pois tal como a Luciene referiu, ha muitas teorias ou que ingoram a existência da 3ª idade (Freud) ou que se centram até à adolescência (Piaget).
    Se me souber sugerir temas interessantes (como p.ex. Erickson e as etapas) ficaria muito grata pela atenção.
    Obrigada e continuação de bons estudos na nossa área.
    Joana M.
    (lisboa, Portugal)

  23. Paola disse:

    comecei A atender uma mulher que tem 57 anos, praticamente entrando na terceira idade. Chora mto e na verdade precisava de uma orientação. Li o artigo e é este mesmo o caminho que tava decidindo trilhar com ela se tiver alguma sugestao para mim.

  24. Regina disse:

    Que bom que encontrei alguém dedicada a esse assuno. Minha mãe tem 96 anos, lúcida dentro do possível para sua idade, mas com crises de ” caduqisse ” com as quais não sei lidar, às vezes acho que vou enlouquecer tentando ser paciente… Preciso de ajuda e informações… Obrigada.

  25. Michelle disse:

    Olá Luciene,
    Estava procurando na net alguma indicação para terapia em família e encontrei o seu blog. Por sorte minha trata do problema principal da minha família “Alzheimer”. Tenho 27 anos e convivo há 19 anos com minha avó que possui essa doença, sendo que a minha bisavó tb teve. Como dito por uma internauta anteriormente, só sabe o que passa quem convive de perto com a doença. Hoje a minha avó tem 86 anos e não anda, não fala e não se comunica de nenhuma forma, nem com gemidos. Gostaria de saber mais sobre essa doença, se ela é genética e como saber identificar e tratar os primeiros sintomas da mesma, no caso de uma outra pessoa vir a possuir. Se possível gostaria tb de uma indicação de um profissional especializado para terapia em família em Salvador. Parabéns pelo blog e pelo trabalho! Com certeza com essa iniciativa vc irá ajudar muitas pessoas! Um abraço!

  26. Rayanne Bessa disse:

    Olá Luciene, estava procurando algumas informações para começar um projeto de pesquisa sobre a analise do curso de vida do idoso e fiquei muito contente em encontrar o seu blog. Estou no 3º periodo do curso, mas inumeras ideias ja fervilham minha cabeça, gostaria de saber se existem bibliografias a quais voce possa me indicar ou sugestões a respeito. Comecei a pesquisar a área e me encantei por ela.
    Espero contato.

  27. Itana Amâncio disse:

    olá DRª Luciene, adorei o artigo! sou graduanda em psicologia, estou querendoo escrever meu TCC sobre o idoso, mas há uma dimensaoooooo sobre o qual tenho que estreitar ainda… adorei a leitura, descobrir este blog só ontem rsrsrrs
    beijos espero contatos.

  28. Luciene Miranda disse:

    Obrigada por seus parabéns, Poliana! Parabéns a vc tb por estar escolhendo esta área na psicologia!
    Em relação às avaliações/ treinamento, existem várias, vc não falou em qual período está, mas existem alguns bem simples q vc já pode utilizar, independente de sua formação: temos o teste do desenho do relógio e o Minimento (Mini exame do estado mental), dentre outros. Em livros e artigos científicos da área da psicologia do envelhecimento (especialmente neuropsicologia e cognitiva) vc encontra maiores informações sobre este e outros materiais.
    A psicoterapia de familiares pode ser nas mais variadas vertentes teóricas, podendo ser de grupo ou individual, e funciona como uma estratégia de apoio para estas pessoas que passam por tantas situações difíceis junto a seus familiares que passam por um processo de envelhecimento patológico.
    Um abraço!

  29. Poliana Botelho disse:

    Ola!!
    Gostaria de dar lhe os parabens por este blog, ele esta perfeito!
    Sou tambem uma pessoa que acredita na capacidade produtiva dos idosos, por isso iniciei meus estudos em um trabalho sobre idosos no meu curso de psicologia e suas palavras me iluminaram.
    Desculpe a ignorancia da minha pergunta mas como seriam essas avaliacoes de aspecto como a memoria?E a psicoterapia com familiares de idosos?

    PARABENS NOVAMENTE E MUITO SUCESSO!!

  30. ALEXANDRE HENRIQUE disse:

    BOM DIA, E OBRIGADO POR VC TER MONTADO ESSE MARAVILHOSO BLOG. SOU ESTUDANTE DE PSICOLOGIA CURSANDO 3º ANO, ESTOU NA FASE DOS PROJETOS SERÁ QUE A DRA. PODE ME ORIENTAR COMO CONSEGUIR MATERIAL PARA UM PEQUENO PROJETO DE PESQUISA SOBRE PERCEPÇÃO IDOSO E FAMILIA. POIS JÁ PROCUREI, E MUITOS PROJETOS ENGLOBA VARIOS TEMAS SERÁ QUE E CONSIGO UM TEMA EXPECIFICO PARA ESSE PROJETO? DESDE JÁ AGRADEÇO E MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO.

  31. Luciene Miranda disse:

    Raquel, boa noite, obrigada por sua participação.
    Acho que vc é a primeira psicóloga a comentar aqui no blog.
    Então, referia-me a técnicas de reabilitação cognitiva utilizada por psicólogos, neurologistas e neurocientistas e que, segundo mostram alguns estudos recentes, têm mostrado resultados satisfatórios no tratamento de idosos.
    Um abraço

  32. Raquel Melo disse:

    Fico feliz por sua atuação tão clara e dedicada! Espero poder compartilhar sempre dessas informações uma vez que tenho pacientes nessa fase, e seria ótimo poder compartilhar dessas experiencias que a Dra traz, isso contribuirá para todos os profissionais do ramo a aperfeiçoar suas intervenções. Gostaria de obter mais informações no que diz repeito a intervenções em idosos que tiveram AVC. Sou psicóloga Clinica.

  33. luiz sergio disse:

    Parabéns Dra Luciene pelo blog. Cuido de meu pai de 89 anos e sou feliz por isto, entretanto as vezes não sei como agir diante das novas situações que vão surgindo, gostaria de entrar no mundo dele ou traze-lo para o meu, esta situação me deixa frustrado, pois parece-me que o estou perdendo.

  34. Luciene Miranda disse:

    Boa noite Aliomar!
    Este é um dilema mto comum entre as pessoas de meia-idade. É uma boa sugestão sim, em breve será publicado.
    Um abraço

  35. Aliomar Santana disse:

    quero aqui ja agradecer a você só em ler o seu texto, pois estou passando um momento diferente em minha vida, trata-se de dois extermos. Estou aos 40 anos com um filho de 1 ano, e como sou filho único, tenho o dever de cuidadar da minha mãe viuva com 84 anos, com uma boa saude, apesar de ser diabetica,hipertensa e com problemas cardiacos.
    gostaria que voce enviase algumas dicas com libar com a “caduquisse”
    aguardo retorno

  36. Luciene Miranda disse:

    Luciane,
    Que bom que vc gostou do texto!! Com certeza a análise seria muito bom pra vc. Acredito que tanto a terapia familiar, quanto a individual, em qq linha de atuação é capaz de trazer benefícios. A princípio não conheço nenhum analista aí do Rio, mas conheço pessoas da área que poderiam indicar alguém para vc. Meu e-mail é lucienecm@yahoo.com.br, entre em contato que vou tentar ver uma indicação para vc.
    Um abraço

    João Roberto,
    Legal ter alguém da área por aqui. Seja bem-vindo e boa sorte durante a faculdade. Meu e-mail é este que deixei no post, aguardo contato.
    Um abraço

  37. João Roberto disse:

    Dra. Luciene,

    Sou estudante de Psicologia ( Faculdade da Cidade, FTC, Salvador-Ba ), e tenho navegado pela internet a procura de informações que possam enriquecer meus conhecimentos. Le seu blog e pude ver que a Psicologia é aplicada em diversas areas.
    Gostaria de manter contatos, pois sua experiência me ajudaria e muito.

  38. luciane nicolino disse:

    Dra. Luciene,
    Iniciei uma busca de textos que elucidassem meu desespero de enfrentar o envelhecimento de minha mãe.
    Achei o seu e gostei muito.
    Imediatamente pensei em retomar minhas sessões de análise.
    Vc saberia indicar um terapeuta familiar no centro do Rio de Janeiro?
    Obrigada,
    Luciane

  39. Luciene Miranda disse:

    Silvana,

    Obrigada por comentar.
    Vc disse td: “só entende quem convive!” É verdade, só quem está mais próximo é capaz de entender td q se passa, por isto, mesmo “desvalorizado”, como vc msm disse, o papel do cuidador é de extrema importância. Alguns se sentem mais confortáveis ao pensar que estão fazendo algo pelos pais como eles fizeram para si enquanto crianças.
    Nestes casos cuidar do psicológico é de extrema importância, mas o uso de medicação também é essencial para a sua mãe.
    Um abraço

  40. Silvana disse:

    Obrigada Luciene!
    Amei o seu texto…quem convive com um familiar com Alzheimer sabe das dores profundas,no meu caso é minha mãe que hoje esta com oitenta anos,o caso é sempre o mesmo um da família é o responsável e os outros abandonam. Minha mãe quase não conversa e agora ja esta travando quando anda, não concordo com tantos medicamentos e acredito mais no lado psicologico,mas so entende quem convive!…Sou a favor de uma divulgação maior,uma popularização desta doença, para que o cuidador(seja um profissional ou um filho(a) sejam respeitados pela sociedade pois sinto na pele o desvalor(pelo fato de não poder trabalhar…).
    Obrigada novamente…
    Silvana

  41. Luciene disse:

    Heloísa,

    Obrigada pelo comentário!
    Pensei em respondê-lo aqui mesmo no blog, mas como é uma questão mais complexa, acho que merece ser o tema de nossa segunda postagem.
    Aguarde-o em breve!!
    Um abraço

  42. Luciene disse:

    Sandra,
    Obrigada pelos cumprimentos.
    Mesmo com um considerável avanço da ciência em descobertas recentes sobre o Alzheimer esta patologia ainda traz bastante sofrimento para o paciente e para os familiares.
    Espero contribuir um pouco com a família de vcs. Se tiver alguma sugestão de tema, pode contribuir!
    Boa sorte,
    um abraço

  43. Luciene disse:

    José Anísio,

    Mto obrigada pelas felicitações.
    Gostei mto de seu blog, na verdade, foi nele que me inspirei para começar a escrever.
    Se trabaharmos em conjunto em prol do envelhecimento sem dúvida conseguiremos melhores resultados!!
    Um abraço

  44. Heloisa Castro disse:

    Olá Luciene! Muito importante a participação e a intervenção da Psicologia com idosos e seus familiares, principalmente no que se efere a mudança de hábitos e atitudes que comprometem toda a dinâmica familiar. Gostaria de saber quais as principais manifestações . Sabemos que a Institucionaliação(ILP) de idosos cresce de forma aleatória no nosso país, em decorrência do ritmo acelerado vivenciado pela humanidade e que não tem tempo de cuidar do seu ente querido.Gostaria de saber quais as implicações emocionais do idoso institucionalizado e se acarreta algum dano além do sofrimento de desprezo pela família. Um grande abraço, Heloisa.

  45. sanda lina rinaldi disse:

    Parabéns, Dra.. Linguagem limpa, simples e esclarecedora. Minha mãe é portadora de Alzheimer. Oxalá a Sra. sempre nos escreve algo onde possamos encontrar alento.

  46. josé anísio da silva disse:

    Quero cumprimentar e parabenizar a psicóloga Luciene, a mais nova blogueira do “cuidar de idosos.” Excelente estréia! Uma participação imprescindível para o propósito do portal- socializar informações, promover conversas, debates sobre os aspectos psicológicos presentes na relação idoso e família. E de uma forma aberta e democrática,como deve ser, para a comunicação com os interessados no assunto. Que eu espero que seja cada vez mais crescente. Precisamos falar mais sobre o envelhecimento. Continue escrevendo. Vida longa ao seu blog!

Quer adicionar uma foto no seu comentário?

Entre no site gravatar.com, crie uma conta e faça o upload da sua foto.

Comente

  • Nenhuma citação para este post.

Enquete

Você sabia que o novo CLASSIFICADOS PROCURO CUIDADOR agora também anuncia empresas e profissionais de saúde?

Ver Resultados

Carregando ... Carregando ...

Mapa
© 2010 Cuidar de Idosos. Todos os direitos reservados. Reprodução sem permissão não é permitido.

© 2012 CUIDAR DE IDOSOS

Recomendamos também a leitura de: