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Cuidar de Idosos

Publicado em: 11/06/2008

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Os cuidados paliativos na terceira idade

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A morte, como parte da vida e como o fim de um ciclo de vida, acontece nos idosos de forma, às vezes, súbita ou fortuita, após uma doença rápida e fulminante. Também pode vir como conseqüência de uma queda ou de um pequeno acidente. Porém, numa boa parte das vezes, a morte chega após uma enfermidade longa, sem resposta à tratamentos curativos, por uma falência geral de todos os órgãos, onde o idoso fica cada vez mais fragilizado, e todos têm a intuição que o fim está próximo. Raramente, a causa da morte, nestes idosos, é por somente um tipo de doença.

As principais doenças que levam o idoso a este quadro de terminalidade, de maneira lenta e incapacitante são:

• As patologias neurológicas: demências e os acidentes vasculares cerebrais

• As neoplasias (câncer)

• As doenças cardíacas e pulmonares

• A insuficiência renal crônica

Não podemos perder de vista que os objetivos do tratamento de um idoso em fase final de vida, por doença, consistem em aliviar os sintomas, buscando melhorar, na medida do possível, seu bem estar físico e psicológico. Os esforços da equipe de saúde e da família serão focados no idoso e não na doença. Da doença mesmo, buscar aliviar principalmente os sintomas.

Dito isso acima, nota-se que temos, como profissionais de saúde, de buscar uma mudança em nossas atitudes e padrões de trabalho e mentalidade. Estamos acostumados a diagnosticar, tratar, curar e “dar alta”. Quando não temos sucesso, quando o fracasso na luta contra a doença aparece, somente falamos que “não há mais nada a fazer”. É aí que deve haver uma mudança de paradigma na atuação do profissional de saúde. Nestes casos, devemos abrir nossos corações para acolher, escutar e estar com o idoso… simplesmente ficar ao lado dele e de sua família!

Nas fases mais avançadas, os idosos podem estar mais debilitados, fragilizados e com o nível de atenção e consciência reduzidos, sendo até incapazes de ingerir alimentos por via oral. A falta de um aporte ideal de alimentação e de refeições que não foram feitas, devido a recusa ou sonolência do idoso, traz uma grande angústia para a família e para a equipe médica. Recorrer a dieta enteral através de sonda, bem como a hidratação venosa somente em casos selecionados e criteriosamente avaliados, não servindo de rotina para todos os idosos e para todas as situações de inapetência.

Lembrar que hidratação através de soros pela veia pode levar à sobrecarga de líquidos no organismo, piorando a função do coração e causando o que chamamos de dispnéia, ou seja, respiração difícil e rápida, por excesso de líquidos no pulmão.

Atualmente, é impensável deixar que o idoso tenha sintomas incontroláveis de náuseas, enjôos, falta de ar, mal-estar e DOR. O arsenal terapêutico é imenso e a medicina pode minimizar estes sintomas na maioria dos casos. Não deixe de conversar com os médicos a respeito, e não aceite um “é assim mesmo” como resposta!

Um exemplo muito comum a ser dado é o paciente em fase terminal de doença de Alzheimer, que provavelmente pode apresentar como evento final (o que causará diretamente a morte) uma pneumonia, uma infecção generalizada, problema cardíaco ou derrame. Conhecemos vários idosos que, acometidos por problemas cardíacos ou respiratórios graves, foram levados para o hospital (se já não estavam internados) e de lá para a UTI. Imaginemos a cena: seu familiar em fase final de demência, com pneumonia grave, com poucas chances de sobreviver, sendo levado para a UTI. Os médicos colocarão um tubo na garganta do idoso, que será ligado à uma máquina que irá respirar por ele. Irá ser administrado antibiótico ainda mais potente e caro. Irá ser alimentado por uma sonda gástrica. A urina irá também sair por outra sonda colocada na uretra até à bexiga. Nestas condições, o idoso poderá ficar “vivo” durante dias ou até semanas. Se perguntarmos aos médicos quais as chances de sobrevivência, eles dirão que são remotas, mas que estão fazendo tudo que está ao alcance de suas possibilidades!

Este paciente certamente irá à óbito sem a presença de sua família, sem o carinho de seus amados. Morrerá como um número (paciente do leito tal), na hora que a medicina “fracassar”. Muito triste, não?

Temos, sim, condições de escolher o que será melhor para nós e para os nossos familiares. O que será mais humano. Um velho ditado sobre o cuidado com o paciente diz que devemos cuidar sempre, curar quando possível e jamais abandonar! Levar o idoso com demência, em fase terminal de doença, para a UTI, certamente irá parecer abandono. Só se prolonga a vida (é vida?), tentando afastar a morte inevitável. Não seria melhor o idoso “descansar”?

Dissemos que a doença de Alzheimer é uma doença familiar, onde todos os familiares convivem e compartilham o sofrimento de ter seu amado nestas condições. Se a família não é incluída nas decisões de tratamento e na escolha de sua partida, tudo que foi investido em cuidado poderá se perder. Damos um longo adeus nos anos finais de sua vida, e no momento derradeiro, ficamos ausentes.

Converse com todos os familiares e com o médico à respeito do que estamos falando. Não deixe para a última hora a decisão de como se deve agir nas emergências, na piora da doença. Pense em qual poderia ser a vontade do idoso. Empregar todos os recursos médicos disponíveis para prolongar a vida, ou não usá-los e ter uma morte mais digna ao lado de seus familiares? Há uma grande diferença entre salvar uma vida e não deixar que a morte sobrevenha (fase terminal de doença e de vida).

Para finalizar, contaremos duas histórias verdadeiras, mas com nomes trocados, preservando a identidade dos idosos e de suas famílias.

JOÃO
Era um solteirão convicto, muito admirado em sua cidade, sempre ajudando a quem precisasse. Quando foi acometido pela doença de Alzheimer, seus familiares contrataram os melhores cuidadores profissionais. Por ser um homem de muitas posses, sempre teve todos os melhores cuidados que o dinheiro podia comprar: os melhores médicos, os melhores hospitais e remédios. Já se encontrando em fase final de doença, começou a apresentar pneumonias de repetição. Até que na última pneumonia mais grave, teve dificuldades respiratórias e foi levado para a UTI. Lá colocaram um tubo na garganta e o conectaram a um respirador artificial mecânico. Como a oxigenação cerebral foi precária, devido à pneumonia, João entrou em coma profundo. Ficou nesta situação por várias semanas, vindo a falecer devido a infecção generalizada, causada também por feridas profundas nas nádegas e nas costas. Sozinho.

JOSÉ
Quando o diagnóstico de Alzheimer foi feito, toda a família de José ficou muito abalada, pois era bom pai e marido carinhoso. Apesar da esposa assumir todo o cuidado, os filhos a ajudaram muito, fazendo com que o fardo não fosse mais pesado ainda. Um dia o médico de José tocou no assunto do possível fim que estava se aproximando, por ocasião de um internamento por infecção renal severa. José encontrava-se em fase avançada de demência, mal conhecendo a esposa e filhos, gritando muito durante a noite. A conversa do médico girou em torno das possibilidades de decisão, caso ele piorasse muito e corresse risco de vida: iria para a UTI ou não? No início, os filhos ficaram até chocados com a franqueza do médico, mas com muita conversa, acabaram entendendo a colocação dele. Foram consultar também a opinião da mãe e por fim decidiram que não o levariam para a UTI. Pensaram na vontade do pai de ficar ao lado de todos, nos momentos derradeiros. E assim aconteceu. José foi para a casa, já melhor da infecção no rim, porém não demorou a piorar, pois sua resistência estava muito baixa e a infecção voltou mais forte ainda. Retornou ao hospital, apresentando piora da infecção, que se alastrou por todo organismo. Por fim, José entrou em coma. Como a família e o médico já haviam combinado, José não foi levado para a UTI. Ele recebeu todos os cuidados paliativos no quarto em que ficara internado, com a esposa o tempo todo de mãos dadas com ele. Finalmente, quando a sua respiração cessou e sentindo que tinha falecido, o filho mais velho chamou a enfermeira, relatando o ocorrido. Também telefonou para o médico, dizendo-lhe que o pai descansara. Em família.

Márcio Borges

Geriatra - marcioborges@cuidardeidosos.com.br

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18 comentários em “Os cuidados paliativos na terceira idade”

  1. dia 16 de abril minha mãe faleceu ali no hospital são josé de joinville de infcção generalizada quero agradecer aos medcos que fizeram de tudo para que ela fosse para um quarto porque o que tinha que ser feito foi feito mandaram ele para joinville ali ficou 7 dias ,porque o resto dos dias estava em camboriu porque não tinha lugar na uti de joinville ,e assim foi os ultimos dias da vida dela sofrendo muito ,lutando para viver ela ali no quarto escutava ,tava falando pouquinho ,mais muito felis que pensava que ia para casa não sabia ela que sua nova morada não seria aqui nesse mundo mais deus quis assim e foi melhor pra ela descansou graças a deus a u´nica coisa que desejo é que respeitem nossos idosos pois eles tem o direito de ser bem cuidado no fim de sua vida e ninguem tem direito de adiantar a morte de alguém só porque não tem condições de pagar um hospital melhor uma coisa eu creio aqui se faz aqui se paga e não adianta se esconder porque deus marca tudo um dia aqueles que maltrataram nossos idosos vão colher tudo que plantou minha mãe descansou graças a deus tava sofrendo muito e foi uma guerreira oremos todos os dias por todos que precisam de um milagre ali naquela uti de todos hospital que deus conforte todos que perderam sua mãe como eu perdi a minha obrigado

  2. maria disse:

    eu esto com muito medo da minha mae morer ela esta com fisema e pelamonia

  3. ARLAN CARNEIRO disse:

    Meu pai tem 76 anos e foi diagnosticado com a doença de ALZHEIMER há 06 anos e hoje se encontra na UTI de um hospital do estado de Recife – PE. A médica me informou que ele esta´com infecção generalizada, porém ela não pôde dizer sobre seu risco de morte. No entanto após ler alguns depoimentos sobre deixar o paciente falecer na UTI ou no seio de sua família me deixou muito apreensivo e angustiado de ter que presenciar o falecimento ao lado dele, também temos outro problema que é nossa mãe que está sofrendo muito com esta situação e acredito que ela não aceitaria esta condição. É um momento muito difícil, pois algumas pessoas iriam pensar que estavamos querendo apressar sua morte e se livrar do fardo. Se alguém tiver alguma orientação para me dar ficaria muito grato.

  4. Luz disse:

    esta pesquisano sobre idosos e cheguei até aqui!
    mt interessante..estudo pra auxiliar de enfermagem na suecia, e trabalho em um azilo, amo muito, aqui os idosos tem muito a poio do governo ja a familia que é bom não vao nem la visitar. doi tanto, sabe? como pode abandonar seus pais na hora que ele mais precisam, a desculpa é: ah eu fico triste em ve a minha mae/pai nessa situacao, em vez de ir la e fazer o bem pra quele que o sempre amou.. isso nao engulo de verdade.

  5. Nice disse:

    Minha maezinha se foi no último dia 15 de setembro de 2011. Ela tinha 85 anos e não reconhecia os filhos há 2 anos. Estou com um angustia muito grande porque tenho a sensação de que não fiz tudo o que deveria para cessar a ferida que ela tinha nas costas. Era muito profunda e nas últimas semanas chegava a sair odor. Os médicos faziam curativos e mandavam ela de volta. No dia seguinte nós, filhos, tinhamos que trocar o curativo e nada mudava. Agora, depois que Deus a chamou, me falaram que poderia ser o plástico da cama hospitalar que cooperou para agravar o quadro, pois o colchão plastificado teria que ser forrado por no mínimos quatro cobertores para não esquentar as costas do idoso. O Colchão dela era forrado apenas com um lençol que trocávamos todos os dias.
    Será que errei? Estou com um nó muito grande na gargante por não ter percebido isso.Não encontro nenhuma palavra de conforto

  6. Miriah Lopes disse:

    Meu caso e como da Lucia, pai AVC esquemico, sem mecher nada os olhos sem rumo, o hospital quer dar alta apos 45 dias de UTI, com traquostomia,ada estou procurando hospital ou clinica e ainda não achei nada
    10.12.2010
    como resolver se nao tenho como cuidar do meu pai, e nao tenho ninguem tantos anos de trabalho e nada do tal de INSS

  7. estela maria marcelão disse:

    sou cuidadora de minha mãe, joana 86 anos completa amanha a 5 ela esta acamada ,cuido com muito amor e agradeço a deus por me dar essa oportunidade.mais tem situação que eu me desespero pois a 7 meses ela parou de falar e agente pasou o converçar com os olhos e agora ela so fica com ele fechados e quase não da mais sinal quando eu pergunto alguma coiza estou precisando de orientão ela já faz tempo que come tudo batido coado e agora ela anda rejeitando a comida e muito pouco o que ela como e são muitos remedio para tomar ela tem bromquite asmatica efizema pulmonar teve 2 casos de tromboze osteoporose que na verdade foi isso que a deixou na cama ,estou dezenpregada e a pençao que ela recebe como viuva e menos que um salario minimo,eu tenho ajuda do posto de saúde aqui da minha cidade mas tem muita coiza que eles não tem para fornecer,os medicos que fazem a vizita dizem agora esta aos cuidados da mae natureza e não é isso que eu que ouvir eu preciso saber o que para manter ela sem fome sem sede mesmo ela rejeitando não e não vou levar para hospital porque sei que ela esta bem cuidada mas a preocupaçao de não saber mais o que fazer tem me deixado desperada,se alguem souber de algo que possa me ajudar eu fico grata, eu gostei muito do artigo pois a giriatria paresse que tratado com descaso pela nosso pais.existe coizas simples que pode ser feita eles não tem interesse.eu tive uma ideia e como não tinha mais como tirar a minha mae da cama ele inventei uma cadeira de corvim e com isso voçe não machuca o seu idoso e coloca ele na cadeira de banho para o banho na cadeira de rodas para levar para passear.mais já procurei pessoas que tivesse interese em me ajudar a patentear para colocar no mercado pois e barato e facil de usar mais ninguem se interresou até agora,obrigada

  8. mariana alves disse:

    GOSTARIA MUITO QUE MUITAS PESSOAS LESSEM TODOS ESSES CASOS INCLUSIVE ESSE:MEU PAI TEM 76 ANOS,ESTÁ HOSPITALIZADO NO MOMENTO E TUDO QUE EU GOSTARIA É DE PODER FICAR JUNTO DELE,MAS…O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE(SUS),DISPONIBILIZOU PARA O MEU PAI UM LEITO NO PS ONDE ESTÃO MAIS OU MENOS 50 PESSOAS TODAS JUNTAS INDEPENDENTE DA DOENÇA,UMA VENDO O SOFRIMENTO DA OUTRA E NO HORÁRIO DE VISITAS QUE É DE 30MIM.VC NÃO CONSEGUE NEM TOCAR EM SEU FAMILIAR POIS NÃO HÁ ESPAÇO PARA ISSO,MEU PAI TEVE TODO NOSSO AMOR E CARINHO E AGORA NÃO TEMOS O DIREITO ENQUANTO FILHOS EM ACOMPANHA-LO NESSE TÉRMINO DE LUTA.FICA AQUI MINHA REVOLTA,TEMOS BONS MÉDICO,MEDICAMENTOS E MESMO ASSIM NÃO TEMOS LEITOS SUFICIENTES PARA NOSSOS IDOSOS POBRES RECEBEREM NOSSO AMOR ATÉ O ULTIMO INSTANTE.

  9. Lucia Murbach disse:

    Boa tarde.
    Minha mãe teve um Enfarto e um AVC Isquemico de grau extenso no dia 21/04/2010, em Guarulhos foi encaminhada pelo SAMU para o Hospital Padre Bento, permaneceu lá até 01/05/2010 e veio para minha casa com sonda parenteral, não fala, com batimentos cardíacos a 116 por minuto, pressão 9 por 15, e me disseram que ela precisava do “AMOR DA FAMÍLIA”. Eu ingênua acreditei, porém no dia 02 ela começou com ânsia, vomito tosse. A sonda ia e voltava pelo seu nariz entrei em pânico e levei para o hospital do Servidor Público Estadual, onde ela tem convênio. Hoje passo pela mesma situação querem dar alta para ela, pediram para eu contratar uma enfermeira. Sabem qual é o custo de uma enfermeira $ 1.200,00 por mês no mínimo. Minha dúvida é a seguinte, os políticos aparecem na TV, no Rádio dizem que a saúde está melhorando e agora o que eu faço se o HSPE não tem um Hospital de retaguarda eu é que tenho que me virar. Moramos em um apto. no 10 andar, se ela sufocar, até eu chegar na garagem minha mãe já morreu e como vai ficar minha cabeça, quem vai curar o peso de ver minha mãe falecer?
    Sou filha única, minha mãe ganha 800,00 por mês e meu pai é demente e teve Hanseniase e hoje tem várias feridas nos pés e está inernado em um penssionato, pois em casa ele não deixa ninguém dormir, nós passamos onze noites sem dormir, se jogou da cama duas vezes. Minha situação é tão complicada que minha filha de 8 anos voltou a fazer xixi na cama por ver meu desespero.
    Hoje pela manhã a assistente social me ligou e disse que minha mãe está ótima para vir para casa. Como uma pessoa que está toda inchada, não fica com os olhos abertos mais que um segundo, pode estar ótima, não consigo entender.
    A alimentação por dia sai $15,00, tem frasco, o equipo que vale só por 24 horas, fora fralda, pomadas e creme para assadura.
    Por favor me orientem como proceder.
    Obrigada

    Lúcia Maria Murbach
    RG 10.907.363-0

  10. Vanessa disse:

    Meu pai mora com meus irmãos ele tem câncer na garganta esta com sonda e traqueostomia os médicos proibirAm dele comer via oral somente pela sonda acontece que ele não aceita a doença como tudo que não pode e quando nos o proibimos ele esta ficando agrecivo arrancA A Sonda avança nas pessoas o q devemos fazer por favor nos ajude não queremos interna ló ele esta completamete lúcido os portões da casa tem que ficR fechado se não ele vai para o bar esta pele e osso

  11. tereza Gama disse:

    Papai chama se João Luiz, esta com 80 anos e a 08 dias sofreu mal subito causado por problema cardiaco. Ocaso dele vinha sendo acompanhado desde que sofreu infarte ha 3 anos quando foi necessária a instalação de stent.
    Atualmente devido ao mal subitos os médicos conluiram a necessidade de marcapasso.
    pórem talves devido a idade ,papai não consegiu esperar e atualmente estánuma UTI aguardando recuperar-se de uma pneumonia para instalação de um parcapasso efetivo;.
    Adoro papai, minha preocupação é infeçãohospitalar e generalizada.
    De qualquer forma cuido dele como um bebe, que merece todo o cuidado e carinho.
    Será que será curado desta infeção?

  12. Maisa Cássia da Silva Nascimento disse:

    Minha mãe está com 80 anos e a 10 dias foi saubmetida a uma cirurgia de diverticulite perfurada (a perfuração foi bem próxima ao colon), ela com uma infecção muito alta, está na UTI, já saiu dos aparelhos mas respira com ajuda do oxigenio, ela está consiente, sentido fome e sede. Não sei mais o que fazer, por favor me ajude. Não gostaria de vê-la sofrendo sozinha na UTI, gostaria de saber se esta infecção tem chances de ser curada.

  13. vanda carvalho disse:

    um idoso, é como uma criança, devemos dar toda a nossa atenção carinho e respeito que os filhos tenham mais respeitos por eles, pois todos nós um dia chegaremos ao mesmo quadro de nossos avós e nossos pais.

  14. Maria Ines Albini disse:

    Se fosse possivel eu diria a cada pessoa que ame muito seus pais e sempre que possivel fique ao lado deles especialmente na hora em que estão doentes. E quando maIS precisam de nosso amor. Nunca abandone , acolha em sua casa que por mais que existam lugares maravilhosos para eles ficarem internados o que eles mais precisam é de nosso amor que é a única coisa que lhes resta. Faço um apelo à aqueles que não visitam seus pais. Cada dia é precioso. Chorar não basta, é preciso estar presente e lhes dar o melhor de nós. Não é obrigação de filho para pai pois no decorrer da vida eles mudam sua relação com a gente. Tornam -se dependentes e é nosso dever devolver-lhes um puco da auto-estima. É AMOR DE PESSOA PARA PESSOA. È SOLIDARIEDADE. qUANDO MEU PAI MORREU EU ME COMPROMETI A CUIDAR BEM DE MINHA MÃE COM 76 ANOS. fELIZMENTE ELA NÃO TEM QUALQUER DOENÇA INCAPACITANTE AGORA. mAS, SEI QUE UM DIA TERÁ E EU UM DIA SEREI VELHA E TAMBÉM TEREI. AME SEUS PAIS SEMPRE.

  15. Maria Ines Albini disse:

    Em 21 de novembro, meu pai se foi. Ela não aguentara mais a vida que estava levando. Inchou muito pois os rins paralizaram a ponto de sair agua quando tentavam lhe dar alguma injeção. A esta altura já haviam feito uma operação para que ele recebesse comida direto no estomago. Eles estava no hospital pela segunda e e ficou mais treze dias. Eu sinto demais a sua falta mas eu sei que fizemos tudo que podiamos para que ele sofresse o mínimo possivel. Apessoa que cuidou dele era e é um anjo. Se alguém precisar de uma cuidadora em curitiba com experiencia e bondade pode entrar em contato comigo pelo e-mail ou respondendo neste site.

  16. Desconhecido disse:

    Que bom ter entrado este site. Meu Pai esta com todos os sintomas que explicam aqui, nesta semana quasse não comeu e não fala mais, minha mãe tem cuidado dele dia e noite, sabemos que ele vai falecer, temos sofrido muito, mas acho que aqui esta a resposta, ele já não se meche mais, não fala mais e não come, está magro e com feridas, á tres anos na cama. Vamos demonstrar todo amor do mundo e deixar que ele se vá, não vamos colocar aparelhos nele nem internalo no hospital, ele foi o melhor Pai que um filho podia ter, meu amor por ele sempre será eterno. E vou aproveitar os ultimos dias com este homem espetacular. Obrigado!!!

  17. Maria Ines Albini disse:

    Meu pai perdeu os movimentos aos poucos , das pernas devido inicialmente a 6 hernias de disco e do andador foi para cadeira de rodas e da cadeira para a cama hospitalar. Isso tudo em menos de três anos. Ha cerca de três meses foi levado ao hospital com uma enorme infecção no aparelho urinário. Seringas e seringas de sangue podre foram tiradas dele. Depois ficou internado 16 dias no hospital . Foi feita uma operação de raspagem nas escaras que são enormes e tratamento. Uma opração para colocar uma sonda direto da bexiga foi feita . Até a sua estada no hospital meu pai falava normalmente. Comia pouco. Dizia que a comida tinha gosto de cerragem. Nas próximas semana seu declínio conigivo e capacidade de falar foram ficando cada vez mais evidentes. Ele era um homem que adorava ler livros de toda espécie , ver filmes na tv, ler o jornal. Mas, nesta última semana ele só dorme e pouco abre os olhos , quase não come nada e os médicos propuseram a entubação para que ele recebesse alimento direto no estômago. Sua voz sumiu. Seus movimentos são lentos . Ele me reconhece mas, não consegue se expressar. Por favor alguém me ajude. O que devo fazer. Meu está só´pele e osso e suas escaras são do tamanho de uma laranja,.
    Será que devemos permitir que ele seja entubado ou não. Não quero que ele sofra mais. Por favor alguém responda. Estou desesperada!

  18. Valmiro disse:

    Simplesmente ótimo. Mostra a todos que muitas vezes não é o impossivel e sim o possivel que devemos fazer para trazer conforto a um idoso, é só nós nos aprimorarmos nos cuidados que devemos ter com Eles.

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