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Publicado em: 31/03/2010

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Normas da ANVISA para ILPIs

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anvisa Normas da ANVISA para ILPIs

Normas da ANVISA para ILPIs

RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA

RDC Nº 283, DE 26 DE SETEMBRO DE 2005.

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere o art. 11 inciso IV do Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto 3.029, de 16 de abril de 1999, c/c do Art. 111, inciso I, alínea “b” § 1º do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000, republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em 20, de setembro de 2005, e:

considerando a necessidade de garantir a população idosa os direitos assegurados na legislação em vigor;

considerando a necessidade de prevenção e redução dos riscos à saúde aos quais ficam expostos os idosos residentes em instituições de Longa Permanência;

considerando a necessidade de definir os critérios mínimos para o funcionamento e avaliação, bem como mecanismos de monitoramento das Instituições de Longa Permanência para idosos;

considerando a necessidade de qualificar a prestação de serviços públicos e privados das Instituições de Longa Permanência para Idosos,

adota a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:

Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico que define normas de funcionamento para as Instituições de Longa Permanência para Idosos, de caráter residencial, na forma do Anexo desta Resolução.

Art. 2º As secretarias de saúde estaduais, municipais e do Distrito Federal devem implementar procedimentos para adoção do Regulamento Técnico estabelecido por esta RDC, podendo adotar normas de caráter suplementar, com a finalidade de adequá-lo às especificidades locais.

Art. 3º. O descumprimento das determinações deste Regulamento Técnico constitui infração de natureza sanitária sujeitando o infrator a processo e penalidades previstas na Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977, ou instrumento legal que venha a substituí-la, sem prejuízo das responsabilidades penal e civil cabíveis.

Art. 4º° Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação,

DIRCEU RAPOSO DE MELLO

ANEXO

REGULAMENTO TÉCNICO PARA O FUNCIONAMENTO DAS INSTIITUÇOES DE LONGA PERMANENCIA PARA IDOSOS.

1. OBJETIVO

Estabelecer o padrão mínimo de funcionamento das Instituições de Longa Permanência para Idosos.

2. ABRANGÊNCIA

Esta norma é aplicável a toda instituição de longa permanência para idosos, governamental ou não governamental, destinada à moradia coletiva de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, com ou sem suporte familiar.

3. DEFINIÇÕES

3.1 – Cuidador de Idosos- pessoa capacitada para auxiliar o idoso que apresenta limitações para realizar atividades da vida diária.

3.2 – Dependência do Idoso – condição do indivíduo que requer o auxilio de pessoas ou de equipamentos especiais para realização de atividades da vida diária.

3.3 – Equipamento de Auto-Ajuda – qualquer equipamento ou adaptação, utilizado para compensar ou potencializar habilidades funcionais, tais como bengala, andador, óculos, aparelho auditivo e cadeira de rodas, entre outros com função assemelhada.

3.4 – Grau de Dependência do Idoso

a) Grau de Dependência I – idosos independentes, mesmo que requeiram uso de equipamentos de auto-ajuda;

b) Grau de Dependência II – idosos com dependência em até três atividades de autocuidado para a vida diária tais como: alimentação, mobilidade, higiene; sem comprometimento cognitivo ou com alteração cognitiva controlada;

c) Grau de Dependência III – idosos com dependência que requeiram assistência em todas as atividades de autocuidado para a vida diária e ou com comprometimento cognitivo.

3.5 – Indivíduo autônomo – é aquele que detém poder decisório e controle sobre a sua vida.

3.6 – Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI) – instituições governamentais ou não governamentais, de caráter residencial, destinada a domicilio coletivo de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, com ou sem suporte familiar, em condição de liberdade e dignidade e cidadania.

4. CONDIÇÕES GERAIS

4.1 – A Instituição de Longa Permanência para Idosos é responsável pela atenção ao idoso conforme definido neste regulamento técnico.

4.2 – A instituição deve propiciar o exercício dos direitos humanos (civis, políticos, econômicos, sociais, culturais e individuais) de seus residentes.

4.3 – A instituição deve atender, dentre outras, às seguintes premissas:

4.3.1 – Observar os direitos e garantias dos idosos, inclusive o respeito à liberdade de credo e a liberdade de ir e vir, desde que não exista restrição determinada no Plano de Atenção à Saúde;

4.3.2 – Preservar a identidade e a privacidade do idoso, assegurando um ambiente de respeito e dignidade;

4.3.3 – Promover ambiência acolhedora;

4.3.4 – Promover a convivência mista entre os residentes de diversos graus de dependência;

4.3.5 – Promover integração dos idosos, nas atividades desenvolvidas pela comunidade local;

4.3.6 – Favorecer o desenvolvimento de atividades conjuntas com pessoas de outras gerações;

4.3.7 – Incentivar e promover a participação da família e da comunidade na atenção ao idoso residente;

4.3.8 – Desenvolver atividades que estimulem a autonomia dos idosos;

4.3.9 – Promover condições de lazer para os idosos tais como: atividades físicas, recreativas e culturais.

4.3.10 – Desenvolver atividades e rotinas para prevenir e coibir qualquer tipo de violência e discriminação contra pessoas nela residentes.

4.4 – A categorização da instituição deve obedecer à normalização do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, Coordenador da Política Nacional do Idoso.

4.5. Organização

4.5.1 – A Instituição de Longa Permanência para Idosos deve possuir alvará sanitário atualizado expedido pelo órgão sanitário competente, de acordo com o estabelecido na Lei Federal nº. 6.437, de 20 de agosto de 1977 e comprovar a inscrição de seu programa junto ao Conselho do Idoso, em conformidade com o Parágrafo Único, Art. 48 da n° Lei 10.741 de 2003.

4.5.2 – A Instituição de Longa Permanência para Idosos deve estar legalmente constituída e apresentar:

a) Estatuto registrado;

b) Registro de entidade social;

c) Regimento Interno.

4.5.3 – A Instituição de Longa Permanência para Idosos deve possuir um Responsável Técnico – RT pelo serviço, que responderá pela instituição junto à autoridade sanitária local.

4.5.3.1 – O Responsável Técnico deve possuir formação de nível superior

4.5.4 – A Instituição de Longa Permanência para idosos deve celebrar contrato formal de prestação de serviço com o idoso, responsável legal ou Curador, em caso de interdição judicial, especificando o tipo de serviço prestado bem como os direitos e as obrigações da entidade e do usuário em conformidade com inciso I artigo 50 da Lei n° 10.741 de 2003.

4.5.5 – A Instituição de Longa Permanência para Idosos deve organizar e manter atualizados e com fácil acesso, os documentos necessários à fiscalização, avaliação e controle social.

4.5.6 – A instituição poderá terceirizar os serviços de alimentação, limpeza e lavanderia, sendo obrigatória à apresentação do contrato e da cópia do alvará sanitário da empresa terceirizada.

4.5.6.1 A instituição que terceirizar estes serviços está dispensada de manter quadro de pessoal próprio e área física específica para os respectivos serviços.

4.6 – Recursos Humanos

4.6.1 – A Instituição de Longa Permanência para Idosos deve apresentar recursos humanos, com vínculo formal de trabalho, que garantam a realização das seguintes atividades:

4.6.1.1 – Para a coordenação técnica: Responsável Técnico com carga horária mínima de 20 horas por semana.

4.6.1.2 – Para os cuidados aos residentes:

a) Grau de Dependência I: um cuidador para cada 20 idosos, ou fração, com carga horária de 8 horas/dia;

b) Grau de Dependência II: um cuidador para cada 10 idosos, ou fração, por turno;

c) Grau de Dependência III: um cuidador para cada 6 idosos, ou fração, por turno.

4.6.1.3 – Para as atividades de lazer: um profissional com formação de nível superior para cada 40 idosos, com carga horária de 12 horas por semana.

4.6.1.4 – Para serviços de limpeza: um profissional para cada 100m2 de área interna ou fração por turno diariamente.

4.6.1.5 – Para o serviço de alimentação: um profissional para cada 20 idosos, garantindo a cobertura de dois turnos de 8 horas.

4.6.1.6 – Para o serviço de lavanderia: um profissional para cada 30 idosos, ou fração, diariamente.

4.6.2 – A instituição que possuir profissional de saúde vinculado à sua equipe de trabalho, deve exigir registro desse profissional no seu respectivo Conselho de Classe.

4.6.3 – A Instituição deve realizar atividades de educação permanente na área de gerontologia, com objetivo de aprimorar tecnicamente os recursos humanos envolvidos na prestação de serviços aos idosos.

4.7 – Infra-Estrutura Física

4.7.1 – Toda construção, reforma ou adaptação na estrutura física das instituições, deve ser precedida de aprovação de projeto arquitetônico junto à autoridade sanitária local bem como do órgão municipal competente.

4.7.2 – A Instituição deve atender aos requisitos de infra-estrutura física previstos neste Regulamento Técnico, além das exigências estabelecidas em códigos, leis ou normas pertinentes, quer na esfera federal, estadual ou municipal e, normas específicas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas referenciadas neste Regulamento.

4.7.3 – A Instituição de Longa Permanência para Idosos deve oferecer instalações físicas em condições de habitabilidade, higiene, salubridade, segurança e garantir a acessibilidade a todas as pessoas com dificuldade de locomoção segundo o estabelecido na Lei Federal 10.098/00.

4.7.4 – Quando o terreno da Instituição de Longa Permanência para idosos apresentar desníveis, deve ser dotado de rampas para facilitar o acesso e a movimentação dos residentes.

4.7.5 – Instalações Prediais – As instalações prediais de água, esgoto, energia elétrica, proteção e combate a incêndio, telefonia e outras existentes, deverão atender às exigências dos códigos de obras e posturas locais, assim como às normas técnicas brasileiras pertinentes a cada uma das instalações.

4.7.6 – A instituição deve atender às seguintes exigências específicas:

4.7.6.1 – Acesso externo – devem ser previstas, no mínimo, duas portas de acesso, sendo uma exclusivamente de serviço.

4.7.6.2 – Pisos externos e internos (inclusive de rampas e escadas) – devem ser de fácil limpeza e conservação, uniformes, com ou sem juntas e com mecanismo antiderrapante.

4.7.6.3 – Rampas e Escadas – devem ser executadas conforme especificações da NBR 9050/ABNT, observadas as exigências de corrimão e sinalização.

a) A escada e a rampa acesso à edificação devem ter, no mínimo, 1,20m de largura.

4.7.6.4 – Circulações internas – as circulações principais devem ter largura mínima de 1,00m e as secundárias podem ter largura mínima de 0,80 m; contando com luz de vigília permanente.

a) circulações com largura maior ou igual a 1,50 m devem possuir corrimão dos dois lados;

b) circulações com largura menor que 1,50 m podem possuir corrimão em apenas um dos lados.

4.7.6.5 – Elevadores – devem seguir as especificações da NBR 7192/ABNT e NBR 13.994.

4.7.6.6 – Portas – devem ter um vão livre com largura mínima de 1,10m, com travamento simples sem o uso de trancas ou chaves.

4.7.6.7 – Janelas e guarda-corpos – devem ter peitoris de no mínimo 1,00m.

4.7.7 – A Instituição deve possuir os seguintes ambientes :

4.7.7.1 – Dormitórios separados por sexos, para no máximo 4 pessoas, dotados de banheiro.

a) Os dormitórios de 01 pessoa devem possuir área mínima de 7,50 m2, incluindo área para guarda de roupas e pertences do residente.

b) Os dormitórios de 02 a 04 pessoas devem possuir área mínima de 5,50m2 por cama, incluindo área para guarda de roupas e pertences dos residentes.

c) Devem ser dotados de luz de vigília e campainha de alarme.

d) Deve ser prevista uma distância mínima de 0,80 m entre duas camas e 0,50m entre a lateral da cama e a parede paralela.

e) O banheiro deve possuir área mínima de 3,60 m2, com 1 bacia, 1 lavatório e 1 chuveiro, não sendo permitido qualquer desnível em forma de degrau para conter a água, nem o uso de revestimentos que produzam brilhos e reflexos.

4.7.7.2 Áreas para o desenvolvimento das atividades voltadas aos residentes com graus de dependência I, II e que atendam ao seguinte padrão:

a) Sala para atividades coletivas para no máximo 15 residentes, com área mínima de 1,0 m2 por pessoa

b) Sala de convivência com área mínima de 1,3 m2 por pessoa

4.7.7.3 Sala para atividades de apoio individual e sócio-familiar com área mínima de 9,0 m2

4.7.7.4 – Banheiros Coletivos, separados por sexo, com no mínimo, um box para vaso sanitário que permita a transferência frontal e lateral de uma pessoa em cadeira de rodas, conforme especificações da NBR9050/ABNT.

a) As portas dos compartimentos internos dos sanitários coletivos devem ter vãos livres de 0,20m na parte inferior.

4.7.7.5 – Espaço ecumênico e/ou para meditação

4.7.7.6 – Sala administrativa/reunião

4.7.7.7 – Refeitório com área mínima de 1m2 por usuário, acrescido de local para guarda de lanches, de lavatório para higienização das mãos e

luz de vigília.

4.7.7.8 – Cozinha e despensa

4.7.7.9 – Lavanderia

4.7.7.10 – Local para guarda de roupas de uso coletivo

4.7.7.11 – Local para guarda de material de limpeza

4.7.7.12 – Almoxarifado indiferenciado com área mínima de 10,0 m2.

4.7.7.13 – Vestiário e banheiro para funcionários, separados por sexo.

a) Banheiro com área mínima de 3,6 m2, contendo 1 bacia, 1 lavatório e 1 chuveiro para cada 10 funcionários ou fração.

b) Área de vestiário com área mínima de 0,5 m2 por funcionário/turno.

4.7.7.14 -Lixeira ou abrigo externo à edificação para armazenamento de resíduos até o momento da coleta.

4.7.7.15 – Área externa descoberta para convivência e desenvolvimento de atividades ao ar livre (solarium com bancos, vegetação e outros)

4.7.7.16 – A exigência de um ambiente, depende da execução da atividade correspondente.

4.7.8 – Os ambientes podem ser compartilhados de acordo com a afinidade funcional e a utilização em horários ou situações diferenciadas.

5 – Processos Operacionais

5.1 – Gerais

5.1.1 – Toda ILPI deve elaborar um plano de trabalho, que contemple as atividades previstas nos itens 4.3.1 a 4.3.11 e seja compatível com os princípios deste Regulamento.

5.1.2 – As atividades das Instituições de Longa Permanência para idosos devem ser planejadas em parceria e com a participação efetiva dos idosos, respeitando as demandas do grupo e aspectos sócio-culturais do idoso e da região onde estão inseridos.

5.1.3 – Cabe às Instituições de Longa Permanência para idosos manter registro atualizado de cada idoso, em conformidade com o estabelecido no Art. 50, inciso XV, da Lei 1.0741 de 2003.

5.1.4 – A Instituição de Longa Permanência para idosos deve comunicar à Secretaria Municipal de Assistência Social ou congênere, bem como ao Ministério Público, a situação de abandono familiar do idoso ou a ausência de identificação civil.

5.1.5 – O responsável pela instituição deve manter disponível cópia deste Regulamento para consulta dos interessados.

5.2 – Saúde

5.2.1 – A instituição deve elaborar, a cada dois anos, um Plano de Atenção Integral à Saúde dos residentes, em articulação com o gestor local de saúde.

5.2.2 – O Plano de Atenção à Saúde deve contar com as seguintes características:

5.2.2.1 – Ser compatível com os princípios da universalização, equidade e integralidade

5.2.2.2 – Indicar os recursos de saúde disponíveis para cada residente, em todos os níveis de atenção, sejam eles públicos ou privados, bem como referências, caso se faça necessário;

5.2.2.3 – prever a atenção integral à saúde do idoso, abordando os aspectos de promoção, proteção e prevenção;

5.2.2.4 – conter informações acerca das patologias incidentes e prevalentes nos residentes.

5.2.3 – A instituição deve avaliar anualmente a implantação e efetividade das ações previstas no plano, considerando, no mínimo, os critérios de acesso, resolubilidade e humanização.

5.2.4 – A Instituição deve comprovar, quando solicitada, a vacinação obrigatória dos residentes conforme estipulado pelo Plano Nacional de Imunização de Ministério da Saúde.

5.2.5 – Cabe ao Responsável Técnico – RT da instituição a responsabilidade pelos medicamentos em uso pelos idosos, respeitados os regulamentos de vigilância sanitária quanto à guarda e administração, sendo vedado o estoque de medicamentos sem prescrição médica.

5.2.6 A instituição deve dispor de rotinas e procedimentos escritos, referente ao cuidado com o idoso

5.2.7 – Em caso de intercorrência medica, cabe ao RT providenciar o encaminhamento imediato do idoso ao serviço de saúde de referência previsto no plano de atenção e comunicar a sua família ou representante legal.

5.2.7.1 – Para o encaminhamento, a instituição deve dispor de um serviço de remoção destinado a transportar o idoso, segundo o estabelecido no Plano de Atenção à Saúde

5.3 – Alimentação

5.3.1 A Instituição deve garantir aos idosos a alimentação, respeitando os aspectos culturais locais, oferecendo, no mínimo, seis refeições diárias.

5.3.2 – A manipulação, preparação, fracionamento, armazenamento e distribuição dos alimentos devem seguir o estabelecido na RDC nº. 216/2004 que dispões sobre Regulamento Técnico de Boas Praticas para Serviços de Alimentação.

5.3.3 – A instituição deve manter disponíveis normas e rotinas técnicas quanto aos seguintes procedimentos:

a) limpeza e descontaminação dos alimentos;

b) armazenagem de alimentos;

c) preparo dos alimentos com enfoque nas boas práticas de manipulação;

d) boas práticas para prevenção e controle de vetores;

e) acondicionamento dos resíduos.

5.4 – Lavagem, processamento e guarda de roupa

5.4.1 – A instituição deve manter disponíveis as rotinas técnicas do processamento de roupas de uso pessoal e coletivo, que contemple:

a) lavar, secar, passar e reparar as roupas;

b) guarda e troca de roupas de uso coletivo.

5.4.2 – A Instituição deve possibilitar aos idosos independentes efetuarem todo o processamento de roupas de uso pessoal.

5.4.3 – As roupas de uso pessoal devem ser identificadas, visando a manutenção da individualidade e humanização.

5.4.4 – Os produtos utilizados no processamento de roupa devem ser registrados ou notificados na Anvisa/MS

5.5 – Limpeza

5.5.1 – A instituição deve manter os ambientes limpos, livres de resíduos e odores incompatíveis com a atividade

5.5.2 – A instituição deve manter disponíveis as rotinas quanto à limpeza e higienização de artigos e ambientes;

5.5.3 – Os produtos utilizados no processamento de roupa devem ser registrados ou notificados na Anvisa/MS

6. Notificação Compulsória

6.1 – A equipe de saúde responsável pelos residentes deverá notificar à vigilância epidemiológica a suspeita de doença de notificação compulsória conforme o estabelecido no Decreto nº. 49.974-A – de 21 de janeiro de 1961,Portaria Nº 1.943, de 18 de outubro de 2001, suas atualizações, ou outra que venha a substituí-la.

6.2 – A instituição deverá notificar imediatamente à autoridade sanitária local, a ocorrência dos eventos sentinelas abaixo:

6.2.1 – Queda com lesão

6.2.2 – Tentativa de suicídio

6.3 – A definição dos eventos mencionados nesta Resolução deve obedecer à padronização a ser publicada pela Anvisa, juntamente com o fluxo e instrumentos de notificação.

7. Monitoramento e Avaliação do Funcionamento das Instituições

7.1 – A constatação de qualquer irregularidade no funcionamento das instituições deve ser imediatamente comunicada a vigilância sanitária local.

7.2 -. Compete às Instituições de Longa Permanência para idosos a realização continuada de avaliação do desempenho e padrão de funcionamento da instituição.

7.3. A avaliação referida no item anterior deve ser realizada levando em conta, no mínimo, os seguintes indicadores:

rdc anvisa Normas da ANVISA para ILPIs

rdc anvisa

7.4. Todo mês de janeiro a instituição de Longa Permanência para idosos deve encaminhar à Vigilância Sanitária local o consolidado dos indicadores do ano anterior

7.5 O consolidado do município deverá ser encaminhado à Secretaria Estadual de Saúde e o consolidado dos estados à ANVISA e à Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde.

8. Disposições Transitórias

8.1. As instituições existentes na data da publicação desta RDC, independente da denominação ou da estrutura que possuam, devem adequar-se aos requisitos deste Regulamento Técnico, no prazo de vinte e quatro meses a contar da data de publicação desta.

9. Referência Bibliográfica

- BRASIL. LEI N°. 10.741/2003 – Lei Especial – Estatuto do Idoso. Diário Oficial da União, Brasília, 2003.

- BRASIL. LEI N°. 8.842/1994 – Dispõe sobre a política nacional do idoso, cria o Conselho Nacional do Idoso e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 1994.

- BRASIL. DECRETO N°. 1.948/1996 – Regulamenta a Lei 8.842 de 1994 e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 1996.

- BRASIL. PORTARIA N°. 73, DE 2001 – Normas de Funcionamento de Serviços de Atenção ao Idoso no Brasil, Secretaria de Políticas de Assistência Social Departamento de Desenvolvimento da Política De Assistência Social, Gerência de Atenção a Pessoa Idosa. Diário Oficial da União, Brasília, 2001.

- BRASIL. LEI N°. 6.437, 1977 – Configura infrações à legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 1977.

- BRASIL. DECRETO N° 77052, de 1976 – Dispõe sobre a fiscalização sanitária das condições de exercício de profissões e ocupações técnicas e auxiliares, relacionadas diretamente com a saúde. Diário Oficial da União, Brasília, 1976.

Agência Nacional de Vigilância Sanitária – SEPN 515, Bl.B, Ed.Ômega – Brasília (DF) CEP 70770-502 – Tel: (61) 3448-1000
Disque Saúde: 0 800 61 1997

Márcio Borges

Geriatra - marcioborges@cuidardeidosos.com.br

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51 comentários em “Normas da ANVISA para ILPIs”

  1. Fabrício Bennaton disse:

    Prezados(as),
    Bom dia!
    Tenho sido consultado e verifico que existem muitas dúvidas acerca da RDC 283/05, bem como a respeito da elaboração de RI (Regimento Interno), inscrição junto ao Conselho do Idoso, Estatuto entre outras tantas, que acabei me especializando no assunto e estou iniciando um estudo para posterior publicação.
    Assim, caso vsas tenham alguma dúvida a respeito de procedimentos, elaboração de regimentos, estatutos ou até mesmo contrato, encontro-me à disposição para orientá-los através do email fbam@terra.com.br .
    Abraços e sucesso a todos!

  2. Claudio Braga disse:

    Bom dia, estou precisando de um modelo de plano de atenção integral a saúde, seria possível, desde já agradeço!

  3. Mirian disse:

    Ola, quais os profissionais que podem ser responsáveis tecnicos em uma clinica de geriatria? Somente médico ou um profissional de nutrição pode acumular o cargo de nutricionista e RT?

  4. Roberta Furtado disse:

    Sou RT de um lar de idosos e estou precisando de um plano de atenção integral a saúde. Seria possível mandar um modelo ou algo do gênero? Obrigada.

  5. Paula disse:

    Oi gostaria de orientação para elaboração de um regimento interno, obrigada,

  6. Priscila disse:

    Olá gostaria de saber o ponto a pé inicial da regularização de uma ILPI ?POr onde começo?
    Quais sao os profissionais da saude são exigidos nas casas? Se possivel envie um palno de trabalho como base. Ah vou montar uma ILPI particular comom fica esse estatuto social ele só seria necessario se fosse filantropico ? Aguardo essa ajuda ai …

  7. Paulo Santos disse:

    Olá Boa Noite!

    Gostaria de saber porque alguns fiscais da ANVISA exigem ao pé da letra o regimento, enquanto outros simplesmente visam o bem estar do idoso?
    Minha mulher tem uma ILPIS e temos 15 moradores, duas fiscais vieram aqui e exigiram mundos e fundos, enquanto na mesma avenida constam mais duas casas de repouso com bem mais idosos que nós e não é feita tantas exigencias a eles, nós precisamos ter um banheiro para cada 4 moradores, nas demais casas tem 30 a 40 moradores e apenas um banheiro para cada sexo, querem exigir quem pode ou não ficar aqui, mas nas demais casas que conheço e são bem mais que 20, não é exigido nada do que me exigiram, e o engraçado é que todas tem o certificado e eu não consigo???
    como me defender disso? o que seria isso, corrupção ou abuso de poder? quero muito um retorno, pois assim como elas também sou funcionário público e autoridade(EM OUTRA ÁREA) e se caracterizado um desses fatores irei com certeza representar as mesmas, isso não é justo, se for pra seguir ao pé da letra, estou de acordo que todos sigam então, mas uns sim e os demais não, isso é crime ou no mínimo algo muito estranho que deveria ser muito bem analisado por vocês, pois impossível que todas as demais casas tão fora do padrão exigido tenham certificado e a nossa que está quase 100% dentro do que nos foi pedido, ficar sobre a constante ameaça de interdição e não entrega do certificado (detalhe, nos autuaram com interdição parcial) deram um prazo para cumprirmos que venceria dia 22/05, porém hoje mesmo estiveram aqui já com mais um milhão de pedidos de alteração, assim fica difícil, vou levar os idosos e deixar na porta do SUVIS e fechar as portas, quem sabe lá (QUE POR SINAL É UMA ZONA E DE PÉSSIMA HIGIENE) eles cuidem melhor que nós!
    Fico muito grato se puderem me dar um retorno.

  8. Sou nutricionista e gostaria de saber quais as exigencias da ANVISA para ILPI quanto às minhas atribuições. Posso apenas fazer o cardápio semanal sem responsabilidade técnica?

  9. oi gostaria que vcs mandase um cronograma ILPIs preciso fazer um trabalho vcs podem ne ajudar.

  10. Aparecida de fatima disse:

    Sou RT e uma ilpi e preciso montar o Plano de Atenção a Saude, vocês podem me enviar um modelo

  11. Alice Santos disse:

    Boa noite, sou RT de uma ILPI, e preciso confeccionar um regimento interno, por favor podem me enviar um modelo de como se faz. Obrigada!

  12. Luciana disse:

    Olá estou trabalhando recentemente em uma ilpi no município de São Cristóvão-Se e lá não possue regimento interno. Gostaria se possível que mim enviasse um modelo para que possamos contruir o nosso. E gostaria de que mim enviasse modelos de toda documentação necessária para o trabalho, pois não sei por onde começar e gostaria tb de saber de todos os profissionais que devem ser obrigatórios para o dia a dia. Espero respostas por favor. obrigada pela atenção.

  13. Maria de Fátima Miranda disse:

    Estou realizando um estudo sobre as ILPIs e preciso saber qual o órgão competente pela emissão do alvará de funcionamento da ILPIs.

  14. luciene Martins disse:

    Necessito atualizar o Estatuto Social, gostaria verificar modelos com base no novo código Civil. se possivel nos enviar modelo agradecemos.GOSTARIA SE POSSIVEL RECEBER MODELO DO PLANO DE AÇÃO INTEGRAL AO IDOSO JUNTO AO GESTOR MUNICIPAL, GOSTARIA DE SABER SE VCS DÃO CURSOS RELACIONADOS A ILPIS TANTO PARA OS GESTORES DA ENTIDADE QUANTO PARA FUNCIONÁRIOS, CUIDADORES DE IDOSOS.
    OBRIGADA, AGUARDO ANSIOSA A RESPOSTA

  15. Tha disse:

    Olá sou enfermeira de uma ILPI, sou a unica enfermeira e faço uma carga horaria de 8 horas/dia de segunda a sexta, tenho 3 auxiliares de enfermagem uma trabalha 12 horas no período diurno com a minha supervisão e a outras duas fazem o plantão noturno com carga horaria de 12/36,gostaria de saber se isso é aceito pela nossa legislação já que as auxiliares do plantão noturno não tem a minha supervisão diária já que meu plantão é diurno, tenho duvidas quanto a isso gostaria que alguém me ajuda se a esclarecer essa duvida … Obrigada!

  16. Cristina disse:

    Gostaria de saber dem quanto tem que ser o vão livre da janelas de dormitorios em instituição ILPI?

  17. Indicamos PREVINER – Dr. Claudio Stucchi – telefone 015 3527-7047 ou claudio@previnerconsultoria.com.br . São especializados em assuntos jurídicos ligados à terceira idade.

  18. Piera Mocelin disse:

    Boa tarde, sou RT de um lar de idosos e estou precisando de um plano de atenção integral a saúde. Seria possível mandar um modelo ou algo do gênero? Não tenho nem idéia por onde começar. Obrigada.

  19. Suzana disse:

    Olá, sou responsável técnica de uma ILPI e gostaria de receber o plano de trabalho e saúde para colocar em pratica na instituiçao em que trabalho, gostaria de saber também o que deve constar em um contrato de trabalho do RT?

  20. Daniela araujo disse:

    Boa noite, sou enfermeira tenho gostaria de abrir uma ILP,pequena, gostaria de saber se tem algum tipo de limite minino.

  21. valdinéia disse:

    Oi preciso de um modelo de plano de tranalho e de saúde se puder me ajudar desde já agradeço.

  22. CAROLINA disse:

    OLÁ, maria aparecida de azevedo marq
    OLHA SÓ, EM RELAÇÃO A SUA PERGUNTA, VAI DEPENDER MUITO DA INSTITUIÇÃO QUE ELE SE ENCONTRA. MAS O CERTO É ENTREGAR PARA AS PESSOAS RESPONSÁVEIS PELA ALIMENTAÇÃO, TENDO EM VISTA QUE NEM SEMPRE O IDOSO SE ALIMENTA DE TUDO QUE RECEBE OU SE ALIMENTA ALÉM DO NORMAL E ACABA PASSANDO MAL. EM OUTROS CASOS O IDOSO GUARDA OS ALIMENTOS ONDE ACABA SE PERDENDO NO QUARTO.
    ONDE TRABALHO NÃO AUTORIZO A ENTREGA DE ALIMENTOS DIRETO PARA O IDOSO.

    ESPERO TER AJUDADO…..

    BJO

  23. maria aparecida de azevedo marq disse:

    tenho meu pai numa casa de repouso,gostaria de saber se posso deixar no quarto,individual, frutas ou um alimento industrializado a quantia para dois dias.obrigada

  24. CAROLINA disse:

    OLÁ, JORDANE….

    PODE SER RT DE ILPI DE ACORDO COM A ANVISA, PESSOAS QUE TENHAM CURSO SUPERIOR.

    ABRAÇOS

  25. JORDANE MARCIO DE OLIVEIRA LARA disse:

    Bom dia.
    Gostaria de saber quais profissionais podem ser responsaveis tecnicos por ILPI?

  26. sandra disse:

    sou proprietaria de uma ilpi e gostaria de receber modelo de regimento interno e modelo de plano de atençao integral a saude.obrigada.

  27. CAROLINA disse:

    SOU RT DE UMA ILPI E VEJO QUE TODO MUNDO TEM A DIFICULDADE DE UM MODELO DE PLANO DE ATENÇÃO A SAÚDE. SENDO ASSIM A GENTE PODERIA CRIAR UM MODELO PARA QUE TODO MUNDO TIVESSE ACESSO E FACILITARIA TODOS OS RTS. O QUE ACHAM???
    GRATA,

  28. Giovana de Fátima Leite disse:

    OLÁ SOU RESPONSÁVEL TÉCNICA DE UMA ILPI GOSTARIA SE POSSIVEL RECEBER MODELO DO PLANO DE AÇÃO INTEGRAL AO IDOSO JUNTO AO GESTOR MUNICIPAL.
    OBRIGADA, AGUARDO ANSIOSA A RESPOSTA

  29. William M R. Thomaz disse:

    Estou procurando empreendedor/a para comigo abrirmos uma ILPI no interior do estado de SP. Nosso público alvo serã residentes das cidades de São Paulo, Sorocaba e Campinas primariamente.

    A ILPI será construida na zona rural, em lugar aprazível da Mata Atlântica na cidade de Piedade. A propriedade já foi adquirida.

  30. edvania disse:

    sou estagiaria no curso de serviço social, e fiquei comovida com a historia de um senhor que necessita de uma permanencia em um ilpi,queria saber quais as exigencias e os meios legais para poder solicitar uma vaga.Ele é aposentado e tem autonomia,mas nao tem onde morar e nao se adapta em alberg. Por favor preciso fazer uma intervençao desse caso para que futuramente ele nao seja mas um esquecido pela sociedade….desde já agradeço

  31. Paulo Bezerra disse:

    Uma ILPI que recebe contribuição dos idosos residentes, pode solicitar da equipe de PSF do Bairro a responsabilidade por seus cuidados em saude?
    Quem deve ser o responsável juridico pelos cuidados de saude com estes idosos?

  32. Leidiane disse:

    Sou Nutricionista e gostaria de saber, qual trabalho a ANVISA exige que realizemos ILPI. Até onde sei é apenas a realização do cardápio mensal. No entanto, em alguns locais o CRN esta exigindo um Nutricionista RT, estou confusa pois, ao que me parece a AnVISA não exige este tipo de trabalho.

  33. Andreia disse:

    OLá preciso que me envie o que é necessário para regularizar a casa de longa permanencia, sou enfermeira e não sei o q fazer nem na vigilancia e nem no Coren. Me ajuda por favor!!!!

  34. Caro Danilo,
    Isso depende de cada estado no Brasil. Veja com seu contador como isso deverá ser feito. Ele certamente poderá te informar.

  35. Danilo Marques disse:

    Ola, gostaria que me enviassem o modelo do contrato da prestação de serviço firmado entre o idoso e a ILPI.

  36. Reinaldo Jose disse:

    Bom dia, gostaria de saber se todos os cuidadores de idosos da intituição onde sou RT tem que ter FORMAÇÃO? Pois alem de meus profissionais serem Téc. de Enfermagem tenho alguns voluntarios sem fomaçõa. Desde ja muito obrigado.

  37. Rosimeire disse:

    SOU ENFERMEIRA RESPONSÁVEL POR UMA ILPI, GOSTARIA DE SABER ONDE E COMO FAZER PARA PARTICIPAR DE CURSOS VOLTADO PARA ESTAS INSTITUIÇÕES. GRATA

  38. FERNANDA disse:

    SOU RESPONSAVEL TECNICO DE UMA ILPI , PRECISO PORFAVOR QUE MIM MANDE O MODELO DE PLANO DE TRABALHO E DE SAUDE PARA APLICAR EM NOSSAINSTITUIÇAO.

  39. Alessandra disse:

    Recebi um convite para ser responsável técnica do ILPI, gostaria que me esclarecesse algumas dúvidas? Para ser responsável técnico somente precisa ter ensino superior? Tem algum modelo do plano de atenção integral do idoso? Quando será o curso de formação e capacitação para ILPI? existe algum material que eu possa consultar sobre gestão do ILPI?
    Agradeço pela atenção

  40. geraldo macena disse:

    Oi pessoal, sou arquiteto e estou me especializando em ilpi e na area da saude e achei interessante esse meio de comunicação como porta de soluções, tenho atuado em projetos e desejo estar conectado para tirar algumas duvidas e poder ajudar se possivel. Um abraço.

  41. ROSEANE SEIXAS disse:

    gostaria de um modelo de impresso para ser usado pelo médico,
    para criar prontuário formal do idoso, com finalidade de regietro das ações dessa categoria profissional em ILP.

  42. RAFAELA disse:

    oi,sou responsavel técnica de uma ILPI, estou tendo dificuldade em elaborar Plano de Atenção a Saúde do idoso, necessito de modelo para poder ser orientada. GRATA.

  43. DANIELA MARQUES disse:

    OLÁ SOU RESPONSÁVEL TÉCNICA DE UMA ILPI GOSTARIA SE POSSIVEL RECEBER MODELO DO PLANO DE AÇÃO INTEGRAL AO IDOSO JUNTO AO GESTOR MUNICIPAL, GOSTARIA DE SABER SE VCS DÃO CURSOS RELACIONADOS A ILPIS TANTO PARA OS GESTORES DA ENTIDADE QUANTO PARA FUNCIONÁRIOS, CUIDADORES DE IDOSOS.
    OBRIGADA, AGUARDO ANSIOSA A RESPOSTA

  44. LUIS SANTANA disse:

    SOU RESPONSAVEL TECNICO DE UMA ILPI , PRECISO PORFAVOR QUE MIM MANDE O MODELO DE PLANO DE TRABALHO E DE SAUDE PARA APLICAR EM NOSSAINSTITUIÇAO.

  45. Jéssica,
    Explique melhor a sua demanda de ILPI, plano de trabalho ou plano de saúde?
    Estamos preparando um curso para formação e capacitação de gestores de ILPI. Aguarde.

  46. Jéssica Fernanda disse:

    Boa tarde, sou Responsavel Tecnica de ILPI, e gostaria de um modelo de plano de saúde.
    grata

  47. Paulo Cervi disse:

    Sou presidente de ILPI, necessito atualizar o Estatuto Social, gostaria verificar modelos com base no novo código Civil. se possivel nos enviar modelo agradecemos.
    Att.

  48. DIANIFER MANN disse:

    Sou responsável técnica e gostaria de receber um modelo de plano de trabalho por favor,agradeço pela atenção.

  49. é necessário que seja um médico o responsável Técnico

  50. Ivan Carvalhaes disse:

    è necessário que seja um Médico o Responsável Técnico?

  51. Graziela Araujo disse:

    Sou responsavel tecnica de uma ilpi e gostaria de saber como elaborar um plano de trabalho, existe algum modelo? Grata

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