1 de abril de 2010
Almir da Costa Moreira*
Marcia Tereza Luz Lisboa**
O objeto deste estudo é a evolução histórica do processo de lidar com a morte, tendo como objetivo revisar e refletir sobre as conseqüências da institucionalização da morte para os profissionais de enfermagem que em seu dia-a-dia se defrontam com ela e seu suposto controle. Na contextualização do objeto, realizamos um recorte histórico da morte no Ocidente e os movimentos sociais que influenciaram a sua concepção, em que atentamos para um marco no campo histórico-social – a revolução industrial, a qual teve nÃtida nfluência sobre a concepção do corpo como instrumento de trabalho e sua mediação. Foi feita uma revisão bibliográfica e percebeu-se que a visão da morte vem acompanhando as mudanças que se operam no sistema capitalista e a sua institucionalização acarretou sérias conseqüências para todas as pessoas em geral e, em particular, para o profissional da saúde.
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