Publicado em: 15/08/2010

Filomena já não aguenta mais!
“São cinco e meia da manhã e já estou acordada, pois minha sogra, que teve derrame cerebral, acordou agitada, resmungando muito. Para variar, ela estava toda urinada, com a fralda encharcada. Já nem ligo mais, é uma rotina. Um dia é a fralda cheia de urina, outro dias é a fralda cheia de fezes; noutro dia, está com dor nas pernas, enfim ela acorda cedo e lá vai eu começar o meu dia!
Não posso me queixar de minha sogra não, coitada! Na verdade, ela é como uma mãe para mim! Fiquei órfã cedo de pai e mãe e sempre morei como minha tia, que papai do céu também já chamou. Quando casei com Francisco, minha sogra me recebeu como uma filha. Realmente, ela é uma pessoa especial, nem parece sogra. Recebeu-me como se fosse uma de suas três filhas. Francisco, por ser o caçula da família, acabou trazendo ela para morar conosco. Por incrível que pareça, nunca interferiu na minha família e me ajudou muito na criação do Dudu e da Bianca.
Agora, com 84 anos, após vários anos de pressão muito alta e de diabetes, ela teve um derrame sério. O doutor falou que era uma tal de isquemia cerebral. Teve o lado direito todo afetado e quase não fala mais. Coitada! Nem parece que tudo isto aconteceu há dois anos atrás. Ficou na UTI e quase morreu por causa de uma pneumonia. Fez muita fisioterapia e agora temos o apoio do programa de saúde da família, o PSF do nosso bairro, que dá os medicamentos, olha a pressão e me orienta o que fazer quando ela não está passando bem.
Só que, como disse, já vai para dois anos que cuido dela todos os dias. Todos os dias. Já me sinto até preparada como cuidadora profissional. Sei trocar fraldas sozinha, dou banho no leito e no chuveiro, faço os curativos quando precisa, não deixo ela engasgar com a comida, dou os remédios na hora certa e cuido dela como se fosse a minha mãe. Mas ela não é a minha mãe! Além do Chico, ela tem mais três filhas. Todas moram em nossa cidade e todas estão com saúde. Só que pouco ajudam. A mais velha, Doralice, por ter o marido diabético, disse que não dá para ajudar, pois tem que ficar controlando os medicamentos do marido, que também gosta de tomar uns aperitivos. A do meio, Lindalva, trabalha em casa de família e quase não tem tempo nem para ela. E tem a Rosalina, que é a caçula. Desta prefiro nem comentar… Não faz nada, não ajuda nada e ainda bota defeito em tudo, quando vem visitar a mãe.
Estou cansada, não tiro férias, nem sei o que é acordar mais tarde, quando é final de semana ou feriado. O Francisco me ajuda muito, mas ele também trabalha de mestre de obras na contrutora e só pode cooperar no final de semana. Pelo que entendi, as filhas acham que tenho obrigação de cuidar de minha sogra, pela ajuda que ela nos deu. Nunca deixaria ela desamparada. Mas não posso ter a responsabilidade sozinha e o Francisco, por ser o caçula, não consegue convencer as irmãs de ajudar no cuidado com a mãe.
Eu estou muito cansada e parece que não vou agüentar mais um ano deste jeito…”
Então, internautas, o que acham dessa história? Filomena está cansada, estressada, esgotada, a ponto de adoecer também. Escrevam para gente, dando sua opinião sobre como Filomena e Francisco deveriam enfrentar esta situação e como conseguir ajuda efetiva da família. Dê seu comentário, abaixo, sobre esta história, ajude-nos em alguma solução!
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© 2012 CUIDAR DE IDOSOS
Aqui estou eu novamente com meu desabafo…No sábado já pela manha,eu ainda dormindo,acordo com meu filho me chamando dizendo que minha mae estava sangrando pelo nariz.Me levantei e às pressas me vesti e nos dirigimos à emergencia do Inca,onde ela se trata.Ao chegar lá,ela fez um exame de sangue que constatou uma anemia muito grave,que pode vir a trazer outras complicaçoes,recebeu duas bolsas de sangue e de soro.Cheguei no hospital às 13:00 hs e só saímos de lá às 20:00,pra completar voltamos pra casa de ambulancia,experiencia essa que odiei.Daí se foi meu sábado…Hoje foi dia de consulta com a equipe médica,passamos praticamente a manha toda no Inca.Estando ela muito debilitada,iremos receber visita domiciliar da equipe,para poupá-la,pois moramos muito longe,até aí td bem,vai ser melhor…
Mas,a pior parte continua sendo eu a responsável,medicamentos,muitos medicamentos,alimentaçao,e a parte mais dificil,o curativo.Ela está com uma ferida aberta no pescoço,que exala mau cheiro,e que está evoluindo a cada dia.Toda dia é uma surpresa ao tirar a gaze,o buraco está cada vez maior…O cancer está tomando tudo…É muito dificil…Eu estou cada vez mais cansada,exausta,sem paciencia…E essa foi a forma que encontrei de desabafar,dividindo minha experiencia com voces.Desejo a todos,muita força…Fiquem com Deus…Até a próxima.
Olá!
Também sou cuidadora familiar, mas tenho o privilégio de poder contar com a ajuda de duas moças. Realmente, em todos os casos que conheço, apenas um familiar assume e o resto finge que não é com eles.
Escrevo para dizer que minha avó sempre acordava com a roupa toda molhada, mesmo usando fraldas noturnas. Após muita pesquisa encontrei uma marca de fraldas muito eficiente. Mas são bem mais caras. Quem quiser saber a marca, basta me escrever: julianavec@yahoo.com.br
Nossa rotina melhorou muito depois de usarmos essas fraldas e sem dúvida alguma a qualidade de vida e bem-estar da vó também.
Tem seis meses que minha mãe mora comigo, e ultimamente ando me sentindo estafada, descrente, e em c ertos momentos que penso até que a morte seria uma saída.
Nossa!!!Só Deus e nós cuidadores sabemos o quanto é dificil nos encontrarmos sós,sabendo que outras pessoas poderiam estar ajudando.Li cada caso,e me comovo a cada desabafo,pois passo por situaçao parecida com as demais.Me encontro a 1 ano cuidando sozinha de minha mae que está com cancer em fase terminal.Ela nao fala,mas está lúcida,escreve tudo que precisa.Ela respira através de uma cânula,se alimenta por sonda,sente dores frequentes e está muita debilitada.Tenho 35 anos,sede de viver,de voltar a ter minha liberdade.Meu filho tem 12 anos,nao me dá mais trabalho,mas agora nao posso sair por ter que cuidar da minha mae.Nunca tivemos um bom relacionamento,ela sempre me criticou muito,dificilmente olhava meu filho pra eu sair…e hoje nao posso sair por causa dela.Já nao aguento mais!!!Gostaria de continuar trocando experienncias com vcs.De uma coisa eu tenho certeza,nao sou a unica a passar por isso,e existem pessoas em situaçoes piores que a minha,mas cada um sabe o que pode suportar,e eu me encontro exausta,nao quero isso pra minha vida.Cuido dela por obrigaçao.Amo minha mae,mas quero viver a minha vida.Nao aceito essa situaçao.Tenho medo de adoecer.Depressao tbm mata.Preciso respirar novos ares,mas no momento nao encontro outra soluçao.Tbm nao posso abandoná-la,além de minha mae,ela é um ser humano que hoje depende de cuidados especiais.Ufffaaaa!!!Precisava me desbafar.Enquanto isso vou pensando numa soluçao,soluçao esta que me parece tao distante…
eu tbem tonessa sitiaçao,estressada com tudo,nao sei lidar com essa doença de alzheime, muita vezes critica,pois cuidosozinha de minha sogra ´que é muito doente…..o cansaço aparece mas ninguem entendi…tenho agora que deixar tudo e mudar pro interior pra ter uma vida mais feliz…que ultimamente ta cruel..muito stress…tenho vontade ate de chorar sozinha porque e tudo muito confuso….força amiga to nessa tbem
Filomena,
Muito bonito, maravilhoso o que estas fazendo, se for feito com amor e não só por obrigação, porém voce não pode adoecer para que o outro fique bem. Voce não pode sofrer para que o outro não sofra. Ajudar sim, sem escravisar-se. Procure auxilho, enquanto ainda está bem e trata de por responsabilidade nas tuas cunhadas… afinal pra elas é muito comodo… E mais só chegou a esse ponto porque voce deixou. Tome uma atituda, agora.
Beijos. fique na Paz.
Tenho 43 anos e também virei mãe dos meus pais.Meu pai tem 86 anos e já está com inicio de alsaimer ,pois reclama de tudo,nada está bom .Várias colaboradoras já trabalharam na casa dele e nenhuma aguenta ficar muito tempo.Ele mora com minha mãe ,só os dois na casa.No ano passado minha mãe que tem 76 anos fez uma cirurgia para colocação de prótese no quadril e iniciou uma infeçção que perdura até hoje .Há um ano ela virou caderante e hoje (dezesseis dias)está internada no hospital se alimentando através de sonda ,não fala e poucas vezes demonstra sinal de connhecer a familia.Sou filha única e além de cuidar de não deixar faltar nada para ela ,tenho que cuidar do meu pai que pede atenção em tempo integral.Eu trabalho fora pois as aposentarias são insuficientes para cobrir todas as despesas..Além disto tenho dois filhos para olhar.As vezes acho que ñão teri forças .mas eu sei que enquanto eu e eles viver os tratarei com todo amor.Mas digo não é fácil ,e sei que trocar experiências ajuda muito,por isso deixo aqui meu comentário.Obrigado
Filomena,
Cada um de nós temos uma missão aqui na terra, hoje eu ajudo minha mãe cuidar da irmã dela de 94 anos que é minha tia e não conhecia antes porque ela mora em Recife mais de 50 anos vim conhecer a 3 anos quando ja estava com alzheime, hoje ela mora conosco onde temos um trabalho enorme nem sabe onde ela esta, não é facil tem que existir muito amor para esta pessoa, as vezes agente reclama chora devido a situação porque ninguem tem tempo apara ajudar, é isso mesmo quem não envelhece morre cedo,são poucas pessoas que gostam de idosos pensam que vão ficar sempre jovens, lamento muito sua situação, mas tenha fé em Deus porque o que vc faz fortaleçe sua alma generosa cuide mesmo não se preocupe com o tempo dos outros cada um faz sua parte depois o tempo vai dizer porque fiz ou não fiz nada por uma pessoa que tanto fez por mim, mãe é sagrado feliz de quem ainda tem, eu sou feliz tenho a tia e minha mãe minha felicidade quando chego do meu trabalho e encontro as duas sentada na cama olhando TV,imagino eu quando um dia retornar do trabalho para casa e me faltar uma delas ai vou silenciar esta ausência. Fique com Deus cuide com todo amor com certeza vou vai ter uma vida mais FELIZ!!!!!
Conheci minha esposa com 16 anos, 1981. Ela era linda, aqueles olhos sorridentes , o rostinho lino com os furinhos na bochecha, muito meiga, a carinha de menina com um lindo corpo de mulher. Passei por os momentos mais bonitos de uma vida. A paquera, A consquita, O tremor de pedir em naomoro, o tremor do 1º beijo, a primeira vez dos dois. O toque com medo e delicadeza que só um grande amor sabe deste prazer. Namoramos até os 22 anos, trabalhavamos, próximos ou na mesma empresa. Nunca enjoamos um do outro, éramos só felicidade e sorrisos. Após o casamento, continuamos o lindo convívio e união para ter uma casa própria e ter filhos. Conseguimos e foi muito bonito. Aos 26 anos tivemos nosso 1º filho 1991, lindo. No dia do nascimento, eu fiquei muito feliz, mas a minha preocupação 1º foi ver ela, tinha uma saudade imensa de apenas 2 noites que fique sem ela. No 2º 1994 filho foi o mesmo sentimento. Meus filhos cresceram e sempre vivemos muito bem com o nosso enorme amor. Iamos ao cinema, praia, shoping, teatro, clube, visitava os amigos e sempre cuidamos e ajudamos toda a nossa família. Eramos muitos unidos. Em 1997, meu filho mais novo uqase morreu de pneumonia e ela parou de trabalhar com medo e passou a cuidar da casa e dos filhos e de mim. Sempre foi uma garota sempre disposta. Além da beleza era muito trabalhadora e amorosa. Sabe aquela mulher que está sempre bonita e feliz. nuca reclamava de nada. O amor pelos filhos era incrível. Em 1998 ela começou a ter um tremor no dedo da mão e daí em diante, começou a sentir-se cansada, começou a ficar com rigidez e mal conseguia andar, foi horrível e muito dolorosa, eu chiorava sozinho como uma criança, pedi a Deus que a livra-se desta doença.Fomos no HCSP e fizemos vários exames e nada, até que no final de 1999 um médico neurologista de Jundiaí falou para nós.
Você está com sintomas de parkinson, toma este remédio (prolopa) para testar e ver se volta os movimentos, ela tinha apenas 34 anos. Foi como uma mágica, meia hora depois parecia que ela não tinha mais nada, voltou a andar normalmente, a cuidar da casa, de nós, voltou para academia e tudo mais. Mas´fomos alertados que a doença era progressiva, que no caso dela a evolução seria muito rápida, pois constou no exame uma atrofia no cerebro e que os remédios iriam causar efeitos colaterais horríveis. Realmente, foi o que aconteceu. Em 5 anos os remédios já não faziam efeito e começou a causar confusões nela. Em 2007 ela fez uma palidotomia, mas fomos alertados que no caso dela, a melhora seria possível ou não de aconteder, não aconteceu. Hoje, passados os 11 anos, ela está muito confusa, não anda, não come sozinha, não fala direito e tem delírios, usa fraldas a noite, entre outras dificuldades. Ela é incrível, com todo esta doença está sempre sorrindo e feliz. Pergunto a ela você está feliz? Ela responde: Claro , eu sempre estou contente e feliz, tenho você e meus filhos, quero apenas que cuide de mim e me ame. Quando vejo os filmes e fotos de quando ela era saudável, sinto uma falta imensa dos cuidados e carinhos que ela nos dava. Ela (45 anos) ainda está muito bonita de corpo e rosto, mas já está com demência , cuidamos dela com muito carinho e atenção, levamos ela aonde é possível respeitando as limitações. A dor de saber que ela ainda vai piorar é muito grande, as vezes acho que vou infartar de tanta dor no peito. Hoje sei que mudei muito e que preciso me preparar para todas a situações da vida. Gosto de jogar futebol, nadar, correr, ver filmes e passear. este último já não faço a muito tempo, não consigo sair, me sinto mal por não poder leva-la. Peço a Deus todos os dias que não deixa ela piorar mais. Não sou religioso. As vezes dá vontade de ir para bem longe para não ver ela sofrer tanto, mas um dia este sofrimento vai passar, espero conseguir sobreviver. Que Deus cuide muito bem dela, pois ela é mais que especial. Eu nunca vou abondonar o amor de toda minha vida.
Aos que passam situação semelhante, peço força, paz e disposição. Feliz 2011
Filomena força, vc já faz alguns anos que cuida da sogra, que tem como mãe e um ato de amor e paciencia ao mesmo tempo.
Meu caso e parecido com o seu, sei o que está passando.
MInha mãe já sofreu 3 derrames, os ultimos dois a deixou acamada e sem fala, e com sonda enteral, passou recentemente por uma gastrotomia ( outro tipo de sonda, fixada na barriga, pois perdeu muito peso, o medico aconselhou outro tipo de sonda para melhor qualidade de vida para ela.
Cuido dela sozinha , tem dia que acho que não vou aguentar mais peço para Deus me dar força, pois tambem estou doente com Lupus.
Agora ela não quer mais fraldas chora qdo coloco, então coloco lençol e no outro dia tenho aquela rotina , lavar toda aquele monte de lençol ,medicamento e alimentanção e muito cansativo, pois tenho 4 irmão 3 são casados e mal aparece, as irmas dela então pior e vem visita-la e o cacula solteiro só sabe cobrar de mim, achando que deveria cuidar melhor dela,pois ele a ama demais e acaba me pressionando com os cuidados, faço o que posso, ando exaulta , tomo varios remedios durante o dia para o lupus e acabo ficando atordoada o dia inteiro pelo efeito colaterais e tenho que cuidar dela
Há dia em que fico tão triste e choro muito, pois somente eu para cuidar , tive que deixar meu emprego e terminar a faculdade este ano aos trancos, pois não consegui assimilar as materias de tanta canseira.
E o pior que minha não tem muita afinidade comigo e sim com meu irmão cacula, ai que a coisa pega ela aproveita de mim.
deixei de viver par viver para ela tenho 40 anos e não vive minha vida ainda.
Pois qdo sofreu o primeiro derrame tinha meu pai vivo que me ajudou muito, hj eu não o tenho e já se foi a 2 anos
Peço a Deus para me ajudar e me dar paciencia e força , pois de não for ele quem será.
Filomena continue cuidando da sogra que Deus dará força e recompensa para ti.
Cuidar do familiar não é fácil, já tem uns cinco anos que administro a vida de minha mãe que tem alzheime r, está na fase inicial, tem três meses que tá morando comigo, sempre senti a tristeza por essa doença atacá-la, mas não estava antes inteiramente envolvida, Agora que ela está perto, encarar essa doença todos os dias, mesmo tendo ajudantes, a solidão que sinto é imensa,nã\o tenho marido e nenhum relacionamento, mas a dor da perda em vida é imensa e complexa demais em aceitar. Às vezes me pergunto se vale à pena chegar a 90 ou 100 anos com o cerebro morrendo e sem noção das coisas. Para mim é ridiculo e frustrante sofrer uma vida inteira e no final dela ainda viver sem consciencia.
Abços.
Filomena, realmente é muito difícil, ser jovem e não poder curtir bons momentos nos finais de semana e tudo mais. Acho uqe deve dividir com a família esta questão. tipo, fica uma semana ou mais em cada casa. Todos tem de ajudar. Ou caso tiver condições, pagar o local para deixa-la e ir visitá-la. Eu tenho um esposa que está doente a 12 anos, ela tem 45 anos e nos últimos 2 anos usa fralda, está confusa. Os pais tem ajudado a cuidar dela, mas é muito difícil não ter mais a pessoa que ama para conversar e sair. Sózinho não consigo, me sinto culpado pelo fato dela estar indo aos poucos embora. Sou jovem e saudável. Entendo o que sente. Toda decisão é difícil, mas o bom que tem o seu marido para dividir as dores e te alegrar. Fica com Deus
BOA NOITE !!!
MUITO SENSATO O COMENTARIO DE HILANA !!!
NAO PODEMOS DEIXAR TUDO NAS MAOS DE DEUS, E VER O QUE ACONTECE !!
FILOMENA TEM QUE VIVER !!!! E NAO MORRER JUNTO COM A SOGRA !!
JA HAVIA FEITO EM COMENTARIO ANTERIOR, ONDE ESTAVAMOS PROVIDENCIADO UMA CASA DE REPOUSO, ISSO ACONTECEU ONTEM, ELA JA ESTA INSTALADA, E SENDO CUIDADA.
QUANDO RETORNAMOS DA CASA DE REPOUSO, SENTI MINHA CASA VAZIA, POIS SUA PRESENCA FISICA NAO MAIS ESTAVA !!
MAS CONFESSO QUE AO AMANHECER MINHA APARENCIA ESTAVA BEM MELHOR, BEM MENOS CANSADA !!! E O FATO DELA ESTAR LA , NAO QUER DIZER QUE SOU RUIM, SOU MA….
TEM QUE SER ASSIM, NAO ESPEREI PARA VER ATE ONDE EU TERIA FORCAS..
COLOCAMOS NA CASA DE REPOUSO, PARA QUE EU TAMBEM POSSA TER FORCAS PARA PODER CUIDAR DE MIM, E SEGUIR MINHA VIDA !!!
CUIDAR DE UMA PESSOA NUMA CASA DE REPOUSO,ONDE ESSE E SEU TRABALHO E UMA COISA!!! AGORA CUIDAR DENTRO DE CASA 24 HORAS POR DIA, E BEM DIFERENTE !!!!!
POR ISSO FILOMENA , NAO SE CULPE NAO, CASO FACA A OPCAO PELA CASA DE REPOUSO !!!! AS CASAS DE REPOUSO EXISTEM COM ESSE OBJETIVO.
ATE IDOSOS SAUDAVEIS MUITAS VEZES OPTAM POR FICAREM NESSAS CASAS !!!
NAO TEMOS QUE DEIXAR AS PESSOAS ACHAREM QUE SOMOS CUIDADORES SUPER-HERIOS !!!!!
TEMOS QUE ESTARMOS BEM COM NOS MESMOS EM PRIMEIRO LUGAR !!!
ISSO NAO E EGOISMO NAO!!
SE FILOMENA NAO ESTA BEM COM ELA MESMO, COMO E QUE VAI CUIDAR DA SOGRA ??????????? QUE E TOTALMENTE DEPENDENTE ????
NAO SOU DONA DA VERDADE, MAS CREIO QUE SEJA ISSO QUE DEUS QUER !!!! QUE ESTEJAMOS BEM EM PRIMEIRO LUGAR , NAO FOSSE ASSIM, COMO PODEREMOS AMAR E ATE CUIDAR DO PROXIMO ???
BJ !!!!!
Interessante constatar que o cuidador familiar é não só visto como uma espécie de “super herói”, que só tem obrigações e absolutamente nenhum direito. Sequer tem o direito de ficar cansado, ou melhor dizendo, esgotado, abatido, deprimido, e até doente; o que aliás é o que acontece na maioria das vezes com aqueles que involuntariamente, se vem obrigados a assumirem a responsabilidade e os encargos de cuidar de um familiar idoso.
Não raro, é obrigado a abandonar seu trabalho (seu meio de sustento), seus estudos, seus sonhos e a sí próprio; sem nenhum tipo de ajuda financeira ou apoio psicológico por parte do estado, e muito menos dos familiares.
Isso sem falar nas críticas, insinuações e cobranças de todos os lados; nenhum familiar quer se envolver com a situação e muito menos cuidar do idoso, mas muitas vezes, cobiçam algum patrimônio desse a ponto de quererem admininstrar seus bens e suas aposentadorias.
Será que algum ser humano alguma vez já se perguntou como se sente um cuidador familiar e de que maneira consegue sobreviver? Como vive o cuidador que foi obrigado a abandonar seu emprego, e quais seriam as implicações futuras desse abandono? Como consegue se sustentar já que não possui renda(se é que consegue), pagar suas contas, comer, vestir, ir ao médico; ou será que o cuidador de idosos também não sente fome, não come, não tem que pagar as contas de água, luz, telefone, etc..? E seu próprio direito à aposentadoria, como fica, já que se encontra fora do mercado de trabalho até Deus sabe quando?
Ou seja, cuidar do idoso ninguém quer e ainda exercem pressão sobre o familiar que o faz. E o equilíbrio emocional desse cuidador? No desabafo que a Mirian Ribeiro faz “…sinto que a qualquer momento vou surtar… sinto tremores no corpo e uma agitação que nem sei o que é…”, eu que cuido de familiar idoso há quase 4 anos, senti esses mesmos sintomas por duas vezes, e para quem não sabe, são sintomas clássicos de esgotamento/estafa físico e mental (pico de stress), que podem lioteralmente derrubar de cama uma pessoa, isso se não enlouquecer.
Outro aspécto, é o de se achar que todo idoso é um verdadeiro “anjinho”, e que tudo ocorre na maior paz celestial; mas a realidade nem sempre se aproxima dessa paz.
Muitos desses idosos são lúcidos, e se você não se atentar, quando menos perceber, estará sendo manipulado e “sugado” por eles. Soube há alguns anos, de uma idosa lúcida que agredia fisicamente seus cuidadores, utilizando-se de sua bengala, isso sem falar nas agressões verbais.
É muito fácil, para quem está de fora dos problemas enfrentados pela Filomena, bombardeá-la com opiniões do tipo “você tem obrigação de cuidar…”, “…você não deve se lamentar…”, “você também será idosa…”. Deus não é um carrasco, Ele conhece perfeitamente as nossas limitações, e sabe que somos passíveis de nos cansarmos física, mental, emocional e espiritualmente, e também até onde somos capazes de carregar certas cargas, que são reais em nossas vidas e não meros frutos de nosso achismo.
Filomena, não se sinta culpada por estar esgotada em decorrência dessa situação, você está sobrecarregada e isso em pouco tempo poderá levá-la a adoecer; procure a promotoria pública de sua cidade e busque orientações de como acionar judicialmente suas cunhadas, para que elas contribuam financeiramente e com esse dinheiro você possa contratar um cuidador para te ajudar ou pagar uma casa de repouso para ela.
Essa atitude não diminuiria em nada o amor e a gratidão que você tem por sua sogra; e te daria condições de se recuperar física, mental e emocionalmente.
Um grande abraço e fique com Deus.
VOCÊ ESTÁ FAZENDO UM ATO CRISTÃO E NÃO DEVE SE LAMENTAR POR ISSO.
NÃO ACHE QUE AJUDAR O PRÓXIMO É UMA CARGA, LEMBRE-SE QUE VOCÊ SERÁ IDOSA UM DIA E QUEM SABE TERÁ APENAS SUA NORA A QUEM RECORRER. CORRER NO AUXÍLIO DE QUEM NECESSITA É UMA OBRIGAÇÃO E NÃO UM FAVOR.
Filomena!!!
Sou profissional do Servico Social e atualmete cursando Gerontologia Social, a area especializada em cuidados para os idosos. Sabemos que a Carta Magna de 1988, ja resguardava e amparava o idoso e suas necessidades, porém a partir da Lei 10.741|2003, Estatuto do Idoso expoente maximo da legislação protetiva ao idoso onde em seu art 3 nomeia a familia como a principal acolhedora desse idoso. Portanto minha querida amiga, procure conversar com seu espodo no sentido de orienta-lo que o mesmo deva procurar um Centro de Proteção e Defesa da Pessoa Idosa mas próximo de sua residência e busque o Serviço Social, que com certeza irá encaminha-los para o orgão competente em delegar judicialmente, aos demais filhos dessa idosa aos cuidados para com a mesma.
Quanto a voce procure orientações com um profissional que possa lhe ensinar como estravazar seu extress dessa rotina, da melhor maneira, pois você, precisa manter-se bem para cuidar de sua família.
Espero poder ter te ajudado de alguma maneira!
Um abraço!!!
OI Filomena!!Vou colacar-me no seu lugar:já que as fihas não querem ajudar,creio que já deu sua cota,procure um bem lugar onde ela será bem tratada e nunca deixe de visita-la,pra que ela não se sinta despresada ou jogada de lado.Pense que um dia você será velhinha como ela.Que DEUS te abençoe e te ilunine.Mauricea.
filomena,essa´é minha profissão que me dedico muito arruma uma pessoa para te ajudar de acordo com sua condição,o que eutenho observado é´afalta de amor eu uníão entre a família.Mais na biblia esta escrito que nos ú´ltimos dias o amor esfriaria, então tudo esta se comprindo
Filomena,vivo situaçao parecida com a sua.Sei que o cansaço é enorme.Pena que as filhas não querem teajudar.Cobre delas ajuda.Mas sinceramente duvido que elas te ajudem.Converse com seu marido,e que DEUS te ajude.
Amiga Filomena muito difícil mesmo essa situação,mas assim como Deus tem me ajudado creio que ele também esta ao seu lado…Deus é com vc minha querida,não desanimes que a vitória é certa e vc tem feito só o bem e o bem te acompanhará até os ultimo dias de sua vida!
Olá!Eu vivo o mesmo dilema….cuido de minha mãe a anos e somos oito filhos,mas parece que se esqueceram disso,tudo sobra para mim,vivo estressada longe do meu marido e de meus filhos,meu marido trabalha embarcado e já fica bastante tempo longe da família e quando chega não tenho tempo para da atenção pra ele pois estou ocupada com os problemas de mamãe,mas minha mãe sempre fez muito por mim,me sinto mal em dizer que ela me causa problemas,mas queria muito que meus sete irmãos me ajudassem e compreendesse o que venho passando…sinto que a qualquer momento vou surta..sinto tremores no corpo e uma agitação que nem sei o que é,porque a família nunca se une quando um dos pais adoecem?Puxa eles já fizeram tanto pelos filhos…que mal teria em todos retribuir?
Filomena… A gente fala e nem sabe o q diz, situacao dificil a sua !!
as opinioes a serem dadas ficam muito divididas
Mas nao se esqueca que vc tambem existe, seu marido tb existe !!
Beijos
Cada um tem uma historia !!!! Atualmente estou cuidando da amante de meu sogro, pode-se dizer assim pois ele ainda era casado quando se envolveu com ela, so depois de muitos anos foi q minha sogra faleceu, ai eles se assumiram de vez… Hoje ela com alzheimer , sem nenhum parente, nem um filho, ninguem ,ninguem.. E quando estava saudavel, nunca gostou nem de mim nem do meu marido… sempre nos rejeitou, eramos nada, muitas vezes ate houve ate alguns atritos… mas como eles moravam em outra cidade , e so nos falava-mos por telefone, seguia-se o tempo.. Mas agora ela com 86 anos e com alzheimer , restou a nos os cuidados, esta em casa.. Trouxe pq. era o q tinha q ser feito naquele momento, pois as condicoes em q ela estava vivendo era sub humana.. Mas isso nao nos faz descartar a possibilidade de ficar numa casa de repouso, ja estamos ate preparando. As vezes penso q deveria cuidar ate o final, mas esta sendo dificil, muito dificil, estou deixando de fazer coisas para mim em funcao dela. hoje nao e momento de lembrar de um passado… mas ainda acho que a gente colhe o que planta… Mas enquanto ela estiver comigo, procuro trata-la bem.. podem ate pensar que eu nao tenho compaixao , mas uma coisa eu garanto, tenho por ela muito respeito… e quero continuar a ter, Mas por outro lado, por ja ter filhos criados, independentes, mereco viver minha vida como sempre quis viver com meu marido , uma vida livre de nao precisar ficar em um so lugar, tenho a opcao de estar hoje aqui e amanha onde quizer-mos, e disso nao vou abrir mao !!!
Obrigada !!
No comentário anterior, quero pedir desculpas por alguns erros de português, escrevi e enviei sem corrigir, falhando em algumas eletras e palavras, obrigada.
Muito bom estes comentários, asemelham-se a minha história. Cuidei do meu pai por 7 anos (faleceu com quase 87 anos), teve AVC por dua vezes e problemas de próstata. Depois que ele se foi, ficou minha mãe que já faz alguns anos que também tem muitos problemas de saúde, como icontinência urinária, problema com ácido úrico, osteoporose, problemas com os rins, dificuldades para andar, etc. Ela tem 85 anos, e além de mim, ninguém mais quer saber de cuidar dela. Somos em 5 irmãos e 4 irmãs, e ninguém mais quer saber de cuidar dela. Todos falam que não podem, por isso ou por aquilo, e assim o tempo vai passando, e eu estressadíssima nos cuidados com minha mãe, como se fosse só eu de filha. Todos os meus irmãos e irmãs se casaram, menos “EU” que até hoje sou solteira. Casaram-se os mais velhos e mais novos e fiquei para trás. Sempre desde cedo tive despesas com a família desde quando ainda estavam quase todos solteiros dentro de casa. E isso lamento muito por não ter tido sorte em arrumar ninguém para casar comigo. E com isso, por não ter casado, é que todos os irmãos acham que tenho o direito de continuar cuidando da minha mãe, além de ter cuidado do meu pai, só porque sou sozinha, eles acham que posso mais que eles, porque eles tem sua familia pra cuidar e eu não. Mas esquecem, que estou cansada, esgotada, quase doente, estressada de tantos anos como cuidadora. E também faço faculdade, já tive que parar um semestre por estar muito cansada e estressada sem poder estudar o sufuciente para o curso. Como também preciso trabalhar, arrumar um emprego pra melhoras na vida, e também preciso de tempo para viver, sair e tomar conta da minha vida que até agora quase não deixaram que eu vivesse. Vivo indguinada, todos falam que não podem cuidar da mãe, mas, acho que simplesmente eles não querem ter trabalho, por que ela dar muito trabalho. Mas, eu preciso de ajuda pelo amor de Deus, não posso mais cuidar da minha mãe, estou estressada e cansada demais por cuidar tanto tempo de idosos… meus pais… que são também dos demais filhos…! Socorro!
Cuidei de minha mãe durante 4 anos. Foi muito difícil abandonar minha vida profissional e social e sacrificar minhas econômias para poder ajudar. Muitos planos de vida ruíram. No começo senti na obrigação de cuidar, fazer minha parte como filho e dedicar um tempo à ela. Embora trabalhoso, era compensador pois havia compreensão, diálogo, reconhecimento e muita cooperação e gratidão. Meu pai sempre foi muito dependente de minha mãe, e ele acabou me sobrecarregando ainda mais. Dando até mais trabalho!
Faz mais de um ano que ela veio a falecer vítima de uma artrite reumatóide e um câncer muito agressivos.
Minha família é muito grande: três irmãos e cunhadas, várias tias, tios, etc, enfim muitas pessoas que poderiam ajudar. como acontece muito hoje em dia ninguém pode ajudar. Agora enfrento um problema muito maior que é meu pai, que é muito mais dependente. Não consigo colocar uma pessoa para me ajudar, pois ele é uma pessoa muito difícil de se lidar elém de que não há apoio de ninguém à esse respeito. Ao contrário de minha mãe, nunca me dei bem com ele um fator crucial nesta convivência. Não existe consideração e muita cooperação por parte dele, além de muita crítica.
Parece que não se preocupa muito comigo, do que vai ser da minha vida! E meus irmão também não! Quem se preocupa nada pode fazer, e quem pode fazer alguma coisa, não faz. Estou num ponto crítico, meu corpo mente e até minha parte espiritual estão comprometidos. O desespero é solítário e devastador, mais do que posso suportar. Todos os planos que faço para mudar meu estilo de vida e do meu pai acabam falhando. No desespero estou até pensando em vender minha casa e capitalizar o dinheiro para pagar para ele uma clínica de repouso. Isso me ajudaria muito. Poderia oferecer um tratamento melhor. Com isso eu tentaria cuidar pouco da minha vida, pois ando muito nervoso talvez até precisando de psicoterapia. alé de retomar o que restou da minha vida.
Muitos de nós enfrentam situações até piores, mas conseguem uma solução com ajuda e cooperação de todos os envolvidos. Sem isso, fica muito difícil encontrar uma solução para um problema que não é só seu. O difícil e encontrar uma solução boa para todos.
Minha mãe tem 96 anos e eu sou vinte anos mais moça. Cuido dela há dez anos. Ela quebrou o fêmur e não queria morar sozinha. No começo não era estressante poir ela era lúcida e boa companhia. Mas, de uns dois anos pra cá, foi ficando demenciada, piorando dia a dia. De uns dias pra cá, parece que não pode comer nada pois, por qualquer coisa, seu intestino fica desarranjado. Como ela vai ao banheiro sozinha (ela não permite que ninguém a acompanhe), após evacuar simplesmente joga a calcinha no vaso e, é claro, entope. É preciso, então, remover o vaso para desentupir. E a sujeira que fica no banheiro!… Muitas vezes é preciso lavá-lo de madrugada! Estou pensando seriamente em colocá-la em algum lar de idosos. Até agora estava resistindo à idéia mas, fazendo o teste do estresse, fiquei sabendo que estou no último estágio. Agora é ela ou eu. Se eu tiver um colapso nervoso (e me parece que ele está a caminho) teremos que nos internar as duas. Por isso já estou QUASE decidida. Mas, esse “quase” tem que desaparecer… Só tenho um irmão -médico, diga-se de passagem- que se recusa terminantemente a me ajudar, inclusive financeiramente. A única coisa que ele faz é mantê-la como sua dependente no plano de saúde. Faz quase dois anos que ele nem ao menos telefona para saber dela…
Sei bem o que vc passa, estou nesta tbm. No meu caso a idosa ja ta c/ 90 anos e dependente das filhas q não quer saber dela de jeito nenhum, sobrou para mim a neta. Faço tudo possível, remédio na hora e demais cuidados e não perco a paciencia c/ ela nunca, antes de atende-la respiro fundo e penso Deus não ia me dar um fardo maior do q posso carregar, aí vem a força e faço oq tem q ser feito. Mas d uns tempo pra cá notei q perdi 10 anos de min ha juventude q poderia desfrutar c/ meu marido e perdi oportunidades de emprego. Hoje sei q ela ja viveu bastante q fiz oq pude e q eu tenho q cuidar é q começar a cuidar de mim, penso em exigir na justiça q as filhas tomem conta dela tbm.
creio que em dois anos todos os argumentos para fazer as irmãs do seu esposo ajudar já foram esgotados. eu seria radical denunciaria elas por abandono de incapaz, daria um susto nelas. porque alguma coisa tem que ser feita antes que voce fique doente eu sou cuidadora e dou plantões de 24horas, e as 24 que não trabalho não são o suficiente para descansar.
Ah, mais uma coisinha que pode ajudar e muito : aquela irmã que não quiser colaborar com serviços, que pague alguém para fazer isso.. por exemplo, alguém que fique os finais de semana com a idosa. Assim todos poderão ter o descanso merecido. Isso iria melhorar bastante a relação entre os familiares.
Acho que eles poderiam revezar o fim de semana com as outras filhas. Um fim de semana cada uma para que elas sentissem como é estar todos os dias com um idoso nessas condições. Mas o casal teria que ser firme com as outras….se não puder deslocar a idosa de casa, simplesmente dê as chaves da sua casa e vão passar o fim de semana em outro lugar…um hotel, ou mesmo em casa de algum outro parente. O que não está correto, é deixar o serviço o tempo todo nas mãos de uma só pessoa….E se as irmãs acham que a cunhada tem o dever de cuidar simplesmente porque foi cuidada, as filhas têm mais dever ainda pois a idosa lhes deu a vida e cuidou sempre.
Deus ajude o casal !
É Filomena isto tudo é muito complicado, sua parte você está fazendo,
mas existem pessoas que realmente não querem nem saber, por isso,
só posso desejar que você tenha saúde e forças para continuar sua batalha.
Não espere nada de ninguém, aliás espere sim, criticas e comentários maldosos,
eu sei bem do que falo.
Deus te ilumine
Acho que o marido da Filomena tinha que chamar as duas irmãs e conversar sobre o assunto, fazendo com que elas entendam que todos tem que ajudar.
Muito boa a proposta deste site, nunca tin ha visto um como este. Sou cuidadora de minha mãe e também não recebo muito ajuda de minha família. Já estou coletando todas as dicas e lendo estes artigos. Este teste é muito interessante e graças a Deus ainda não estou tão estressada. Quanto a minha solução, acho que deveria ter uma reunião da família, só dos irmãos, e quem não pudesse ajudar com trabalho ou até levar a mãe para sua casa, que ajudasse com enfermeiros em casa, de manhã e de noite. Foi assim que fiz com meus irmãos, que não querem ficar com a minha mãe, mas dão o dinheiro necessario para que eu contrate enfermeiros para ajudar.