Publicado em: 27/10/2008
Olá, pessoal do CUIDAR DE IDOSOS! Hoje eu estava pensando, nessa semana gostosa aqui no sul, com cinco dias de chuva, sobre o tema de hoje. Aproveitei o tempo chuvoso e resolvi escrever sobre a depressão na terceira idade, e é claro, um pouquinho do que a Terapia Ocupacional pode contribuir nestes casos.
A depressão é um problema de saúde pública e sua prevalência aumenta na terceira idade. Desafortunadamente, também é neste período que os sintomas depressivos mais comumente passam desapercebidos e são mascarados por outros problemas que afetam os idosos.
O envelhecimento pode ser conceituado como um processo dinâmico e progressivo, no qual há alterações morfológicas, funcionais, e bioquímicas que vão alterando progressivamente o organismo, tornando-o mais suscetível às agressões intrínsecas e extrínsecas. O envelhecimento é um processo irreversível, que se inscreve no tempo entre o nascimento e a morte do indivíduo. Neste sentido, é durante a vida inteira que envelhecemos. Portanto, o envelhecimento, enquanto processo, concerne a todos, em qualquer idade. Isto é, não é só o velho que envelhece.
No processo do envelhecimento é possível observar mudanças no desempenho cognitivo. As capacidades cognitivas tendem a declinar mais lentamente e em menor grau do que as capacidades físicas, não sendo necessário acarretar algum prejuízo na vida deste idoso.
Entre as funções cognitivas que se observa mais alteração encontra-se a memória, a inteligência, a atenção, a concentração. A memória é a função que mais sofre prejuízo, mesmo não tendo associação com alguma demência ou outras patologias associadas.
Não há duvida que de com o avançar da idade vão ocorrendo alterações estruturais e funcionais, que embora variem de um indivíduo a outro, são encontradas em todos os idosos e são próprias do processo de envelhecimento normal. Não é sempre fácil estabelecer os limites entre senescência e senilidade, ou seja, entre modificações peculiares do envelhecimento e as decorrentes de processos mórbidos mais comuns em idosos. Isto se deve, por um lado, à grande variabilidade de comportamento individual perante a idade e, de outro, ao fato de as pessoas da terceira idade amiúde não se apresentarem com quadros floridos, isto é, com as manifestações clássicas observáveis em indivíduos jovens. Com o avanço dos anos, deparamo-nos com uma série de perdas significativas: o surgimento das doenças crônicas deteriorando a saúde, a viuvez, morte de amigos e parentes próximos, ausência de papéis sociais valorizados, isolamento crescente, dificuldades decorrentes da aposentadoria. Todas estas perdas e dificuldades que acompanham o processo de envelhecimento podem gerar sofrimento intenso para o idoso. Esse sofrimento pode resultar no aparecimento de quadros depressivos e sintomas somáticos.
A sintomatologia somática pode ser o sinal mais comum de um distúrbio afetivo em pessoas idosas. Os distúrbios do sono, em especial, parecem ser um dos primeiros sinais da depressão. Outros sinais vegetativos podem incluir a fadiga, a perda da libido e alterações do peso. As queixas gastrintestinais, especialmente a constipação, são também comuns. As preocupações somáticas, por exemplo, várias queixas vagas de desconforto físico ou dor podem não estar relacionadas a causas físicas. Este excesso de preocupação com o corpo pode explicar por que as pessoas idosas depressivas são freqüentemente vistas inicialmente por médicos não psiquiatras, fornecendo tratamento primário não especializado.
Nos idosos, os distúrbios psíquicos de maior incidência são as síndromes depressivas e demenciais. Todo o ser humano em qualquer fase de sua vida pode experimentar sintomas depressivos.
Geralmente a depressão é subestimada tanto pelos profissionais da saúde e familiares, quanto pelo próprio paciente. A depressão da velhice está associada com uma perda da auto-estima, que resulta da incapacidade do idoso de satisfazer necessidades ou impulsos ou de defender-se contra ameaças à sua segurança. Em se tratando da sociedade, existem idéias sedimentadas de que a depressão no idoso pode ser decorrente do próprio processo de envelhecimento. A importância de seu reconhecimento é que ao estabelecer a terapia indicada, devolvemos ao indivíduo a capacidade de amar, pensar, interagir e cuidar de pessoas, trabalhar, sentir-se gratificado e assumir responsabilidades.
Considerar o processo de envelhecimento como um processo de desenvolvimento, que exige aprendizagem, adaptação, participação e, eventualmente, ajuda, é encarar a vida de forma construtiva, fazendo face aos problemas que vão surgindo, preservando e promovendo a autonomia possível, não somando apenas as perdas e as dimensões de capacidades físicas ou intelectuais, mas dinamizando ao máximo os aspectos positivos.
Partindo da concepção de que uma vida com mais qualidade incorpora um estilo de vida mais ativo, mais do que nunca se busca mudar os fatores que prejudicam a saúde através de um estilo de vida mais saudável. É o estilo de vida adotado que vai contribuir para um envelhecimento bem sucedido. O envelhecimento saudável pode ser resultante de fatores físicos, psíquicos, sociais, espirituais e de trabalho entre outros, que exigem estar atento a diferentes possibilidades de tomada de decisão que possam ajudar a promover o auto cuidado, a auto estima e a relação com os outros. Costumam conservar melhor as funções físicas aquelas pessoas que tenham feito trabalho físico ou praticando esportes. Da mesma maneira, os indivíduos que tenham realizado trabalho intelectual tendem a manter mais suas funções mentais. Ou seja, a atividade física e psíquica é de vital importância, na hora de valorizar o estado em que se chega em uma idade avançada.
A velhice não é um problema em si mesmo, o medo de envelhecer, isto sim, faz da velhice um problema. Este medo de envelhecer é uma forma de ansiedade que persegue cada vez mais um número maior de pessoas em nossa sociedade, criando uma grave repercussão para a saúde. É impossível anular as mudanças físicas fundamentais da velhice, mas muita coisa pode ser feita para preparar as condições de vida de pessoas idosas, de modo que tenham um envelhecimento bem sucedido. Além do receio de tanta senilidade e decrepitude, as pessoas não aceitam o envelhecimento devido, também, a falta de uma razão de ser da velhice, falta de um sentido para a sua existência, por não encontrarem um papel para si mesmo na sociedade. Uma forte razão para esta recusa pode ser a imagem negativa e pejorativa associada ao velho/velhice. Velho é traste, ônus, inutilidade; velhice é doença, incapacidade, dependência. Velho é a pessoa que atrapalha, alguém que perdeu o direito à dignidade, à sobrevivência, à cidadania.
O crescimento proporcional do número de idosos e o novo desenho epidemiológico observado na população brasileira estão sendo acompanhados pelo aumento das demandas por ações específicas destinadas a esse segmento populacional. Neste contexto estão inseridos diversos profissionais que se dedicam ao estudo e à atenção aos idosos, sendo esta equipe interprofissional uma condição imprescindível na atenção gerontológica. O terapeuta ocupacional é um dos profissionais da saúde que compõe esta equipe.
De um modo geral, é função do Terapeuta Ocupacional restabelecer as perdas físicas, mentais e sociais, que causam desajuste no idoso. Quando se pensa em atendimento ao idoso, os elementos independência, saúde, segurança e integração social ocupam lugar de destaque, uma vez que estes sofrem modificações significativas.
Na atuação com o idoso, o terapeuta ocupacional age como um facilitador que capacita o mesmo a fazer o melhor uso possível das capacidades remanescentes, a tomar suas próprias decisões e lhe assegurar uma conscientização de alternativas realísticas.
Através do estímulo ao autoconhecimento e ao autocuidado, gerando uma melhoria na auto-estima, o idoso tem condições de lidar com seus potenciais e a partir daí construir uma maneira própria de se relacionar com o meio social, atuando nele mais autonomamente. Basicamente, procura-se que o idoso tenha um desempenho mais independente possível, enfatizando as áreas de autocuidado, do trabalho remunerado ou não, do lazer, da manutenção de seus direitos e papéis sociais.
Aproveitando a oportunidade, estou divulgando e pedindo apoio ao Manifesto em favor dos portadores de Alzheimer Carta de Pernambuco. Vou utilizar o texto da nossa colaboradora, Dra. Adriane, que me enviou, e portanto, estou reenviando!
Assine você também, estou pedindo aqui pessoalmente! E também divulguem, como eu estou fazendo, a toda sua lista de e-mails e amigos no orkut, se tiver, por favor!
Basicamente, explico: a Carta de Pernambuco foi escrita no final do último congresso de Geriatria no Brasil, este ano, pedindo, através de um abaixo assinado que é essa carta, a todos os governos, estadual, municipal e federal no nosso País, maior atenção e informação sobre a doença e os doentes com Alzheimer, apoio à pesquisa nessa área (quase inexistente no país!), e melhor atendimento ao paciente com Alzheimer – com mais acesso a medicamentos, mas principalmente, ao tratamento (que é multi e interdisciplinar, sempre!), diagnóstico e valorização dos profissionais que tratam pessoas com esta doença no país!
Agora, a nossa grande campanha – ABRAz e CUIDAR DE IDOSOS – é fazer todo mundo assinar o MANIFESTO EM FAVOR DOS PORTADORES DE ALZHEIMER – CARTA DE PERNAMBUCO.
Não podemos deixar ninguém de fora, seja em casa, no trabalho, na ONG ou na Lan House.
Vamos fazer uma grande campanha e você está convidado a entrar nessa BOLA DE NEVE. Temos que chegar a 100 mil assinaturas eletrônicas!
Muito obrigada pela atenção! Espero que todos assinem e participem desta campanha!
Meus conterrâneos, gaúchos e gaúchas de todas as querências, aqui vai um pedido especial para vocês! Vamos participar desta campanha, vamos assinar o MANIFESTO, é muito importante a participação de todos! Estamos com um número muito baixo de participação gaúcha, portanto, vamos aumentar esse número!
Uma ótima semana a todos!
Gabriela Heldt
Entre no site gravatar.com, crie uma conta e faça o upload da sua foto.
Para inserir este artigo no seu site basta copiar o link abaixo:
© 2012 CUIDAR DE IDOSOS
O que fazer quando o idoso só aceita ser cuidado por um dos 4 filhos?
O meu pai faleceu com 97 anos e segundo o ultimo medico que o consultou ele estava sadio, faleceu realmente de velhice, ele ensinava que os idosos deve desfrutar do que conseguio na vida,coisas q
Ola Gabriela,
Minha mãe tem 81 anos e sofreu uma ruptura de aneurisma. Uma semana antes estava começando a dirigir uma montagem de uma Opera brasileira, com trezentos artistas em palco. Ela foi a maior cantora lirica do Brasil nos anos 70 e dividia seu tempo entre dar aulas de canto e dirigir espetáculos. De tao forte, recuperou-se da ruptura do aneurisma e por ter sido uma pessoa absolutamente disciplinada , faz duas sessões de fisioterapia por dia, todos os dias e esta começando a levantar-se com o apoio do andador e de pessoas para apoia-la. Mas , da semana passada para ca, a vejo muito triste e começando a se deprimir. Tenho certeza de que um terapeuta ocupacional iria ajudá-la imensamente neste momento em que se encontra. Moramos no rio de janeiro e gostaria de uma insdicaçao sua . Por favor. Agr
Da mesma forma que a colega acima, meu pai tb não quer mais viver, vive em profunda depressão e até já tentou um auto extermínio. Gostaria que ele trabalhasse com algo e fizesse alguma coisa, mas não tenho idéia do que fazer. Será que poderia me ajudar a descobrir? Grata
Olá Gabriela, adorei o assunto que vc abordou aqui e gostaria de saber se vc pode me ajudar, trabalho em uma clinica de repouso e precisava saber alguns tipos de terapias que eu poderia fazer com eles, pois na clinica nao tem niguém que faça por isso tomei a iniciativa de fazer mais na verdade não sei o que, poderia ser um trico, croche, mais eles nao conseguem pois isto ja tentei e a maioria tem mal de alzheimer e nao deu certo vc poderia me indicar algum tipo de brincadeira. Desde ja agradeço em meu nome e dos meus adoraveis velhinhos abços.
Olá Gabriela,
Adorei a sua iniciativa.Parabéns por sua atitude.
Ano que vem estarei me formando,e meu TCC será sobre a atuação da terapia ocupacional no tratamento de depressão em idosos institucionalizados,se possível,gostaria que você me ajudasse de alguma forma.
Meu e-mail: bel_29_rj@hotmail.com
Aguardo contato e mais uma vez PARABÉNS!!!
Abraço!
Minha mãe está com Alzheimer ela tem 80 anos. Percebemos os sintomas em 2008. Precisa de terapia ocupacional e não sei onde procurar em São Paulo zona zul. Abraços Sonia
Oi Gabriela,
adorei a forma como vc trata deste assunto, de forma direta e simples. Estou muito interessada em aprofundar-e mais e o conteudo abordado foi uma grande contribuição;
Um abraço.
Correção ortografica:
Lideranças em geral…….
artigos que fale da qualidade de vida….
Gabriela, fique muitio impresionado com o conteudo e a simplicidade de comunicar verdades de uma forma muito pratica.
Estou na fase final de construção do site http://www.cristaosenior.com.br que visa principalmente o segmento evangelico de nosso pais, porém o conteudo será de grande contribuição para todos: Idosos,Familiares elidreanças em geral.
Gostaria de conversar com vc e vera possibilidade de te-la como COLABORADORA deste site através de artigos que falem da qualidade de vida para os idosos.
Grato
Gilberto Dalmaso,
Pastor,Socilogo, e Gerontologo Cristão
Oi, Amei o assunto, estou para abrir um centro de convivência aqui em Recife, pois sei que tem muito idoso ocioso e isso leva a depressão. Gosto de ler tudo relacionado com idoso. e não deixo de acessar o site de cuidar de idoso.
Que vocês continuem assim levando informações importante para nós.
Aldenice Alves
oi Gabriela. Gostei muito do assunto abordado. Parabens !
Gostaria de receber outros temas, pois trabalho com idosos. Obrigada.
Lucia Schiavo
Oi Gabriela
Na procura de clinicas de terapia ocupacional para meus sogros e minha mãe, deparei com este blog, acho de imensa importãncia à todos, pois todos nós temos pessoas idosas na familia e tb. somos futuros idosos.
Necessito de orientação de clinicas na região do ABC, você podería me ajudar?
Parabés pela iniciativa e se de alguma forma eu lhe puder ser útil é só me mandar um e-mail.
Grata…Um abraço;;;Maristela
GOSTEI MUITO DESTE ARTIGO.; PARABENS
ESTOU PASSANDO POR PROBLEMAS COM MEU PAI DE 81 ANOS QUE NÃO QUER MAIS VIVER DESDE QUE FICOU VIUVO A 5 ANOS NÃO QUER NEM MESMO FALAR MAIS SÓ COME PORQUE TEM FOME . SÓ ESTA ESPERANDO A MORTE CHEGAR O QUE FAÇO ME AJUDE POR FAVOR
oi Gabriela,Parabéns pela iniciativa!
Gostaria de saber se vc tem algum material relacionado a depressão e Aposentadoria, visto que muitas pessoas saen da vida ativa para a aposentadoria, e estudos comprovam que isso pode ser um fator que gera depressão e estresse, será que vc tem algum material que fale sobre isso e como se previne esse tipo de estresse e depressão.
Obrigada por sua atenção
kelly
Acho válido qualquer comentário, ou qualquer coisa construtiva com relação o idoso, isso demonstra uma preocupação com os idosos de hoje. E comigo amanhã, pois quando vimos qualquer coisa sobre o idoso hoje é como se falássemos de outras pessoas e nós somos eles amanhã, e espero que de maneira diferente, com novas conquistas, e mais direitos respeitados. Fico feliz em saber que há uma preocupação com idosos. Porque dizem que tem políticas para evitar a mortalidade infantil, e se não existem projetos para o idoso mais tarde, estão fazendo um investimento falso para evitar essa mortalidade, se não valorizarmos a maturidade dessas crianças.” Viver pra que?” se não houver uma preocupação com a idade adulta, e só na ultima década as coisas vem tendo lentamente um rumo diferente, se fala mais sobre idoso. Acho válido investir no ser humano, desde o nascimento até ficar velhinho pois não dar, para investir em um período distinto e esquecer o resto. Trabalho na http://www.elderlycare.com.br e tento da um pouco de atenção a tudo que diz respeito a esse assunto. Tudo é muito válido para uma conscientização geral.
Boa tarde Gabriela, estou trabalhando em meu TCC no curso de Design de Interiores que será a respeito da implantação da Terapia Ocupacional em um Centro de Fortalecimento Muscular para a terceira Idade, porém voltada para a Integração do Usuário, e não só para os casos de depressão. Gostaria então, se possível que você me auxiliasse de alguma forma.
Abraços,
Caroline.
Parabéns Gabi pelo blog. Estou encantando com teus textos e que me servirão muito daqui pra frente.
Nota 10 pra ti.
Um beijão da amiga e colega.
olá Gabriela,foi com muito gosto que vim “parar” a este blog, que desde já dou os parábens pelos temas abordados e interessantes que aqui encontrei.
Trabalho acerca de nove anos num lar de idosos, como animadora cultural, trabalho que gosto muito de fazer, não só porque a mim me cabe o lado bom de trabalhar com idosos, uma vez que faz parte das minhas funcões organizar todas as actividades culturais, recreativas e ludicas, o que faz d mim uma sortuda!
Gostava de saber se esta profissão também existe no brasil e de que maneira actuam junta da população idosa?
Felicidades de Portugal
Margarida
Gabriela, estava procurando por ascendentes da família Heldt, e descobri este maravilha que este artigo que escreveu sobre idosos, porque na verdade convivo com duas pessoas idosas e sinto que falta alguma terapia para elas. Uma tem um esquecimento em alguns dias e em outros nao, mas sei que se tivesse alguma atividade isto seria melhor. A outra nao, mas tb nao tem o que fazer. Acho que as familias precisam saber o que fazer para nao deixarmos que a depressao tomem conta deles. Parabéns.
Outra coisa sou da familia Heldt tb.
Parabens…
Sou academica do curso de terapia ocupacional e este ano realizo meu tcc, que esta relacionado ao idoso…
Gostaria de estar entre sua lista para receber informativo e artigo sobre.
atenciosamente .
abraço. ROSANGELA F C SLVA
Gabriela,
Admiro demais pessoas que como vc. se preocupam com o bem estar social do idoso.
Aqui em São Paulo j’a entrei em contato na Prefeitura requerendo maior atenção com idoso em relação a terapia ocupacional.
Minha sugestão seria çriar espaços de integração para o idoso por bairros.,tipo um clubinho.Espaço onde poderiam exercer atividades fi’sicas,aprendizagem de computação,dança,trico,crochet,marcenaria….workshopd de profissionais na a’rea da psicologia,nutrição,geriatria…enfim,um lugar onde eles pudessem passar o dia de uma forma construtiva e prazerosa.
A Prefeitura retornou minha carta e estão empenhados nessa a’rea mas sei que as prioridades ficam por conta das crianças abandonadas,jovens carentes….e o idoso….quero ver daqui `a alguns anos…!!!!!!!!!!!!!
Gabriela,se vc. tiver alguma id’eia `a respeito, se conhece algum orgnao aqui em SNao Paulo que possa agilizar nesse sentido, seria muito bom!!!!
Parabens por sua atitude!!!
Abraços,
Gerda