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Publicado em: 15/08/2008

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Congresso de Alzheimer faz manifesto as autoridades brasileiras

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 Congresso de Alzheimer faz manifesto as autoridades brasileiras
 Congresso de Alzheimer faz manifesto as autoridades brasileiras

Comitê de elaboração da Carta de Pernambuco 2008:

  1. Lilian Alicke – ABRAz Nacional
  2. Maria Lúcia de Mello Santos – ABRAz Nacional
  3. Ana Paula Lieb – ABRAz Nacional
  4. Edusa Pereira – IPETI – PE
  5. Paula Regina Machado – IPETI – PE
  6. Karina Antunes – PCR-SDHSC-GPI-PE
  7. Dilma Rodrigues – CMD-PIO-PE
  8. Lucyana Moreira – Cons.Mun. Saúde Recife
  9. Marli Barbosa – Cons. Mun. Saúde – Recife
  10. Iara Sales- SMS REC
  11. Yélena S. Araújo – MPPE
  12. Cleonice Albuquerque – ABRAz – PE
  13. Eliana Farias – ABRAZ – RJ
  14. Márcio Fernando Borges – ABRAz – MG
  15. Maria José de S. Florêncio – ABRAz – AL
 

Carta de Pernambuco 2008

Manifesto Público dirigido às Autoridades Competentes, Gestores e à Sociedade em Geral, elaborado durante o VI Congresso Brasileiro de Alzheimer.

Nós, abaixo assinados reunidos no VI Congresso Brasileiro de Alzheimer, decidimos apresentar esse manifesto que visa melhorar o atendimento aos pacientes da Doença de Alzheimer, bem como minimizar a situação vivenciada pelos familiares para responder aos desafios inerentes ao cuidado e atendimento a essa demência.

Celebramos a expectativa de vida como uma das maiores conquistas da humanidade. Essa transformação demográfica apresentará para toda a sociedade desafios que deverão ser enfrentados como forma de estender ao máximo o envelhecimento saudável.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não, meramente como ausência de doenças e ou sofrimentos. Atualmente, têm-se registrado, em todas as regiões do mundo, uma transição epidemiológica que consiste na diminuição das doenças infecciosas e parasitárias em favor das doenças e agravos não-transmissíveis, dentre elas, as demências.

Este documento aponta diretrizes e necessidades a serem priorizadas pelos responsáveis pela gestão da saúde.

Considerando:

  • que o valor da vida e a dignidade de qualquer pessoa em qualquer idade devem ser respeitadas em sua plenitude;
  • que a demência do tipo Alzheimer é uma doença progressiva com limitação cada vez maior das atividades da vida diária e de longa duração (de 3 a 20 anos) que atinge o sistema nervoso central prejudicando as funções intelectuais do cérebro (memória, raciocínio, orientação, entre outros);
  • que o número de pessoas com doença de Alzheimer no Brasil é estimado em um milhão e duzentos mil, com a tendência de duplicar a cada vinte anos;
  • que o número de pessoas atingidas diretamente pela doença envolvendo familiares e cuidadores, no Brasil, é de aproximadamente três milhões;
  • que a doença de Alzheimer afeta todos os grupos da sociedade, independentemente da classe social, do sexo, do grupo étnico ou da localização geográfica.
  • que o idoso brasileiro está legalmente protegido pela Constituição Federal e pelo Estatuto do Idoso (Lei no. 10741, de primeiro de outubro de 2003);
  • que ratificando a Carta de Fortaleza de setembro de 2006, a Política Nacional dos Direitos do Idoso e a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa prevêem ações que estabelecem princípios e diretrizes a serem observadas e tratam das competências e atribuições de todos os órgãos governamentais envolvidos na atenção à pessoa idosa;
  • que todos os órgãos governamentais já deveriam ter assumido a parcela que lhes cabe segundo o estabelecido na Política Nacional dos Direitos do Idoso, mas que ainda não aconteceu;
  • que das necessidades dos familiares e dos cuidadores se destacam: a preocupação com os cuidados no “cuidar”, a falta de atendimento multiprofissional bem como a qualificação dos profissionais da rede de assistência à saúde, incluindo ausência de incentivo para plano de carreira.
  • que existe dificuldade na condução dos pacientes para o atendimento médico, sobretudo específico, na rede pública, para a doença de Alzheimer;
  • que a distribuição de medicamentos é restrita e insuficiente;
  • que a população idosa é mais vulnerável a sofrer violência, principalmente os idosos mais dependentes, dentre eles as pessoas com Alzheimer.

Recomendam:

  1. Tratamento digno e de qualidade;
  2. Financiamento de estudos e pesquisas sobre a doença de Alzheimer;
  3. Ampliação da disponibilidade de acesso a exames complementares que auxiliem o diagnóstico da doença de Alzheimer (imagem, laboratoriais e avaliação neuropsicológica);
  4. Desenvolvimento de uma política para capacitação especializada para cuidadores da doença de Alzheimer e sua profissionalização;
  5. Qualificação, em diferentes níveis, de todos os servidores da rede de saúde para o atendimento da doença de Alzheimer;
  6. Maior divulgação e esclarecimentos sobre a doença de Alzheimer para toda a sociedade em parceria com entidades envolvidas com o envelhecimento;
  7. Efetivação das Políticas Públicas sobretudo de saúde para o enfrentamento da doença de Alzheimer;
  8. Criação de uma rede interministerial para as pessoas idosas que contemple a atenção em domicílio, centros-dia, instituição de longa permanência adequados e atenção psicogerontológica.
  9. Uniformidade e agilização na dispensação dos medicamentos excepcionais para a doença de Alzheimer bem como a urgência na promulgação da nova Lei dos Medicamentos Excepcionais;
  10. Aplicação do artigo 19º do Estatuto do Idoso quanto à notificação compulsória da violência pelos profissionais da saúde.

Acreditamos que nossas reivindicações serão atendidas.

Recife, 15 de Agosto de 2008

Assinado por todos congressistas.

Carta de Pernambuco - Estamos fazendo uma ampla campanha, inclusive aproveitando o momento eleitoral e a renovação das prefeituras e das câmaras de vereadores, para colher assinaturas eletrônicas de apoio à Carta de Pernambuco , que será entregue até o final do ano à todas autoridades políticas e aos gestores de saúde de todo o Brasil, acerca das reinvidicações contidas e que é o anseio de todos os segmentos ligados à questões das demências. Será muito simples a sua participação e apoio eletrônico. É só preencher o pequeno formulário abaixo, dando seu nome, seu e-mail, sua cidade-estado e, finalmente, qualquer consideração que queira fazer sobre a Carta de Pernambuco. Mande a sua participação! Diariamente, daremos o placar das participações e do apoio de todos vocês, internautas brasileiros! Queremos chegar a, pelo menos, cem mil assinaturas eletrônicas

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 Congresso de Alzheimer faz manifesto as autoridades brasileiras

Comitê de elaboração da Carta de Pernambuco 2008:

  1. Lilian Alicke – ABRAz Nacional
  2. Maria Lúcia de Mello Santos – ABRAz Nacional
  3. Ana Paula Lieb – ABRAz Nacional
  4. Edusa Pereira – IPETI – PE
  5. Paula Regina Machado – IPETI – PE
  6. Karina Antunes – PCR-SDHSC-GPI-PE
  7. Dilma Rodrigues – CMD-PIO-PE
  8. Lucyana Moreira – Cons.Mun. Saúde Recife
  9. Marli Barbosa – Cons. Mun. Saúde – Recife
  10. Iara Sales- SMS REC
  11. Yélena S. Araújo – MPPE
  12. Cleonice Albuquerque – ABRAz – PE
  13. Eliana Farias – ABRAZ – RJ
  14. Márcio Fernando Borges – ABRAz – MG
  15. Maria José de S. Florêncio – ABRAz – AL

Márcio Borges

Geriatra - marcioborges@cuidardeidosos.com.br

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  1. adelina garcia rodrigues disse:

    muito importante os depoimentos e uteis, principalmente pra quem esta começando a conviver com um provável doente preciso mais informações sobre o inicio da doença, primeiros sintomas, ja me falaram da perda do olfato, o a bebida passa a ser menos tolerada?, mais sonolência?, e claro pequenos esquecimentos, que passaram agora a ser percebidos, obrigada por tudo que puderem me orientar
    meu total apoio a voces

  2. LAURA COIMBRA DE Oliveira disse:

    Quero contribuir com um depoimento, minha mãe tem 87 anos hoje, a mais ou menos 2 anos apresentou o sinal da doença,passa o dia todo querendo ir embora, dizia que ali não era casa dela, nao conhecia mais os filhos, chorava, gritava, chingava, nao dormia a noite, muito pouco de dia, nao se enteressava mais por nada so reclamava. Nos ensinaram atraves de um homeopata, que orientou nos darmos para ela gotinhas de BARITA MURIATICA C6 passamos a dar 5 gotinha todas as noites . Hoje ela le um livro por cemana, voltou a ver televisão, reconhece a todos, fala sobre qualquer assunto com muita precisão, dorme bem, conseguiu visitar seus filhos que moram longe e não ia a mais 7anos. hoje posso dizer que ela esta vivendo. se foi as gotinhas nao sei mas que contribuiu para ela ter qualidade de vida sim. Pensem nisso estudem os efeitos desta homeopatia. atenciosamente. Laura

  3. Lúcia Maria Hora Feitosa disse:

    Minha mãe está com 86 anos e sinto como se tivesse perdido ela, mas ela está ali ao meu alcance e eu não posso me comunicar, como se tivesse uma parede de vidro. Na mesma casa ainda mora uma tia (irmã de minha mãe) com outro tipo de demencia e uma irmã com sindrome de down. Então não é facil para a família e nem para quem cuida. O governo, praticamente, só disponibiliza a medicação, mas sabemos que é necessário fisioterapia, alimentação balanceada, vigilância 24:00hs, etc. Parabéns a todos que estão envolvidos nesta luta. É necessário a sensibilização dos órgãos competentes. Convivemos com o choque da doença de Alzheimer na família, nas mudanças na economia/atividades domésticas, na saúde física e mental de quem cuida e a triteza e a inatividade de quem sofre com a doença.
    Só é possível melhorar a qualidade de vida de quem recebe este diagnóstico e minimizar o sofrimento de todos que convivem, nos unindo e apoiando essas pessoas que tiveram a coragem de formular este Manifesto. Deus abençoe a todos que por qualquer motivo abraçaram esta causa.
    Hoje são nossos pais, tios, avós…amanhã pode ser um de nós.

  4. Lucineide Gomes disse:

    Parabéns pela iniciativa, só sabemos quando precisamos por isso talvés não damos o valor necessario…Mas graças as divulgações o apoio e a iniciativa de pessoas como vocês, hoje aprendemos e respeitamos. Abraço a causa..Deus abençoe a todos.

  5. Elizabeth Azevedo disse:

    Parabéns pela iniciativa. As dificuldades são muitas principalmente para os que moram no interior, tenho uma pessoa muito importante na minha vida com DA
    e sinto na pele as dificuldades. Espero que os governantes nos ajude, melhorando
    os atendimentos. Que Deus nos ajude.

  6. Risomar Prado Pimentel disse:

    Minha mãe está com 86 anos e desde que li, pela primeira vez (há uns dez anos) que os exercícios de leitura, fazer palavras cruzadas, exercitar o corpo e a mente, como medidas preventivas para evitar o DA, que meus irmãos e eu fazemos o possível pra não deixá-la parada. Apesar da sedentária vida de cidade grande, ela sai, lê a bíblia a qualquer hora do dia, busca ajuda espiritual constantemente, participas dos eventos da Igreja que congrega, é ativa, borda sempre e está feliz depois que fez uma cirurgia de catarata e vê o mundo sem lentes, melhor que os filhos. Nascemos em zona rural, não tivemos acesso a muita coisa, mas com o avanço tecnológico e da medicina, devemos disponibilizar uma vida digna ao nosso idoso. Deus abençoe a iniciativa e que os bons espíritos ajudem vocês. Muita Luz!

  7. Jeferson Biancarelli da Silva disse:

    Estou de acordo com a Carta de Pernambuco…..Tenho uma pessoa muito especial na minha vida que é portadora desta doença……por isso tudo que posso ler, estudar e buscar novos conhecimentos a respeito deste mal sempre estou revendo….poderemos sim vencer todos os obstáculos da vida.

  8. Maria de Fatima de Jesus disse:

    Registro aqui meu apoio á carta dePernambuco. Minha mãe é portadora desse mal e o sofrimento é de todos nós, filhos, marido e amigos. É justo que todas as pessoas que necessitam, encontrem os serviços e cuidados necessarios para uma vida mais digna, principalmente quem já fez tanto no decorrer de sua existencia….

  9. Célia Regina Coelho Miranda disse:

    Quem convive com um portador tem noção da dimensão da crueldade que envolve essa obscura patologia!
    Sendo assim, todos que, de alguma forma, buscam mitigar suas mazelas estão de parabéns!

  10. Michael Diaz disse:

    E de extrema urgência para Todos nois apoiarmos esse manifesto.

  11. Claudete disse:

    Parabénspela iniciativa de lutar pelos portadores dessa doença tão cruel.

  12. vania disse:

    Esse manifesto e de suma importancia temos que divulgar e consequir o maximo de assinaturas

  13. Rita de Cassia Ruhl Fidalgo disse:

    Minha Mãe tem DA a doença está evoluindo bem rapido, não tenho irmãos, mas graças a Deus temos como cuidar, com poucos recursos, mas temos. penso nas pessoas que não tem nem recurso e nem acesso a informação, pois neste pís ignorancia e falta de recursos andam de braços dados. Parabenizo meus amigos pernambucanos pela atitude de buscar condiçoes humanas de sobrevida aos portadores da doença.Um grande abraço, sempre confiando em Deus e nos homens de boa vontade. Thomaz e Rita

  14. Wania Médici Biondi disse:

    Parabens a todos que participaram deste manifesto. Sem duvida nossos governanmtes deveriam investir mais em pesquisas e pesquisar também onde ficam esses seres humanos sem condições financeiras , necessitando de remédios, atenção e carinho. Sabemos diariamente que existe desonestidade com o dinheiro publico, nosso pais é rico e teria condições de oferecer casas de repoiuso e tratamento digno a quem precisa. Continuo tendo fé e acredito na força desta manifestação.

  15. Renata Almeida disse:

    Dou o meu total apoio ao Manifesto de Pernambuco e torço muito para que ele faça surtir os efeitos a que se propõe. Minha avó está com 72 anos e foi diagnosticada com DA há uns 02 anos. A impressão que tenho é que a doença evolui cada vez mais rápido, porém não há como definir isso com exatidão, pois não se sabe de fato, quando iniciou-se o quadro de DA. Sinto como se ela morresse lentamente e sofro muito por me ver impotente diante desta situação. Graças a Deus, temos condições de fornecer a ela um tratamento médico e familiar digno, com muito amor e respeito como ela sempre nos tratou, porém tenho consciência que nem todos os pacientes têm esse privilégio, portanto que possamos lutar incessantemente, buscando o aumento na qualidade de vida de todos os portadores dessa doença, afinal ninguém sabe o dia de amanhã! Abraços.

  16. Virgínia Pitombeira disse:

    Meu pai tem a doença a aproximadamente uns 8 anos. Apareceu precocemente depois de 50 anos de idade. Não podemos entender o que aconteceu, mas estamos sofrendo para compreender as mudanças de comportamento, a irritabilidade que nunca fez parte de sua vida. Outro grande problema é a falta de recursos para sua assistencia. As vezes nos vemos diante de crises de comportamento e temos uma consulta para 2 ou 3 meses depois, ficamos em desespero por não ter um auxílio médico. Essa doença precisa ser vista pelas autoridades com mais cuidado, pois não só o doente que sofre mais a família que não tem recursos se depara com dificuidades de acesso a medicamentos e tratamentos até mesmo de emergências para certas ocasiões.

  17. nelson cano disse:

    Lí a Carta de Pernambuco e dou o meu total apoio. É preciso investir principalmente em pesquisas que possam levar a uma solução ou diminuição dos problemas com essa doença. Meu pai tem o mal de Alzheimer e houve uma grande demora em ser diagnosticado, quando eu (que não sou médico) já sabia que o problema era esse pelas atitudes dele e por informações na internet. Ainda existe um grande despreparo por parte dos profissionais da saúde.`Temos que investir também na prevenção e procurar saber como devemos proceder durante a vida para tentar evitar ou diminuir essa terrivel doença.

  18. Tania de Lima Lins disse:

    Gostei muito do manifesto, mas gostaria de alertar que existe médicos neurologistas que desestimulam o unico tratamento disponivel para retardar um pouco essa doença. Minha mãe tem esse mal, enquanto o neuro que diagnosticou a doença receitou, o outro que continuou acompanhando ela jogou um balde de agua fria na minha esperança, disse que é o mesmo que da agua ou jogar dinheiro fora.

  19. Maria Luiza disse:

    Sei o quanto é duro essa doença, perdi uma tia que tinha alzheimer, Por isso precisamos unir forças e lutar pelos direitos de nossos familiares e amigos portadores de Alzheimer, quem garante que amanhã não somos nós nessa situação.Que país é esse , que não oferece o minimo de dignidade para seu povo, e os politicos o que estão fazendo lá no poder? Tá na hora do povo agir!!!

  20. sandra disse:

    todos falam ,mais ninguem faz nada,impossivel conseguir alguma coisa,sera que alguem não pensa que um dia pode acontecer com vcs.
    vcs tem que ser mais humanos solidarios a vida não e feita só de festa.
    porque não tem um local para as pessoas ter atividades e cuidadores descansarem
    pensem nisso.
    iram ajudar muitas pessoas.
    obrigado

  21. ALAIDE MOURA SIMÕES disse:

    Tenho quase 65 anos e sofri um derrame fazem cinco anos, sei o quanto me custa fazer tudo e até ir ao médico, fazer fisioterapia duas vezes por semana, ando com ajuda apoiada numa bengala. Os remédios que tomo, quase nunca tem no posto médico aqui em Vicente de Carvalho, depois que a prefeita assumiu, esta um caos para se conseguir remédios e o transporte para a fisioterapia, já negaram para uma paciente que tem Esclerose múltipla e necessita de ir na remoção da prefeitura até a faculdade UNAERP em Guarujá, para continuar o tratamento que necessita.
    É um descaso muito grande com nós os idosos e necessitados.
    Quando isto vai ter solução meu Deus!
    Os eleitos por nós as vezes são os primeiros a fugir da responsabilidade é o que estamos vendo hoje em dia.
    Para se elegerem prometem mundos e fundos, depois de eleitos eles dão uma banana para o povo.
    Porque a doença não é neles e nem num familiar deles não é isso?
    Providências já!!!!

  22. ALAIDE MOURA SIMÕES disse:

    Tenho quase 65 anos e sofri um derrame fazem cinco anos, sei o quanto me custa fazer tudo e até ir ao médico, fazer fisioterapia duas vezes por semana, ando com ajuda apoiada numa bengala. Os remédios que tomo, quase nunca tem no posto médico aqui em Vicente de Carvalho, depois que a prefeita assumiu, esta um caos para se conseguir remédios e o transporte para a fisioterapia, já negaram para uma paciente que tem Esclerose múltipla e necessita de ir na remoção da ptrgritura até a faculdade UNAERP em Guarujá, para continuar o tratamento que necessita.
    É um descaso muito grande com nós os idosos e necessitados.
    Quando isto vai ter solução meu Deus!
    Os eleitos por nós as vezes são os primeiros a fugir da responsabilidade é o que estamos vendo hoje em dia.
    Para se elegerem prometem mundos e fundos, depois de eleitos eles dão uma banana para o povo.
    Porque a doença não é neles e nem num familiar deles não é isso?
    Providências já!!!!

  23. MARIA CREUZA S.ROCHA disse:

    Tenho uma irmã esta com este problema estou desisperada por não saber como ajudar, vejo seu sofrimento pois ele é conciete e tem vergonha sei que esta no inicio e si tivesemos um apoio, um acompanhamento isto poderia aliviar para o paciente e sua familia. pesso orientação de onde encontrar atendimento, orientaçao de pessoas que cuidam destes paciente.São iniciativas como estas que talvez possamos sencibilizar um pouco nossos representantes.

  24. Maria Ines Pereira Mayrink disse:

    Meu convívio, com a doença de minha mãe, hoje aos 95 anos, me fez ver as dificuldades de se conseguir um auxílio, qualquer que fosse, por parte dos governos, seja municipal, estadual ou federal. Não se tem um programa específico de auxílio, treinamento, ajuda com medicamentos que são, em sua grande maioria, caros. O cuidador (esse o meu caso), se ve desgastado, cansado e impotente diante do que nao conhece e nao sabe como proceder.
    Políticas públicas seriam mesmo a solução para minorar as dificuldades de quem lida com um mal que hoje nao pode mais ser negado, uma vez que a população acima de 85 anos tem uma incidência de 50% nesta doença. Entendo hoje o que leva uma pessoa que vive com salário mínimo, a levar seu idoso para um asilo público. É muito difícil dar ao paiente o que ele precisa pra manter sua integridade e conforto, com um salário mínimo. A população carente precisa urgentemente do apoio das autoridades para, além de tudo, nao se sentirem culpados pelo que nao podem fazer.

  25. Lendo a carta de pernambuco, fiquei pensando que a proxima paciente pode ser eu mesma. Por isso precissamos unir forças e lutar pelos direitos de nossos familiares e amigos portadores de Alzaimer. Hoje escutei de uma amiga o que vem sofrendo para adiquirir medicamento para sua mãe tao caros e nao consegue apoio governamental na sua luta para dar melhor qualidade de vida para mesma

  26. estive lendo a carta de pernambuco,e logo vi que ainda podemos contar com pessoas que preocupam com o bem estar de pessoas que precisam de ajuda assim é a ABRAZ, gostaria que todos os nossos governantes em geral, e aquem se sentir na obrigaçâo de ajudar se atentasse para este que é um grande problema, que afeta tantas pessoas,que derrepente nâo tem nem como tratar,mas quem sabe se eles soubesse o valor de ter uma vida saudavel,convivendo em harmonia, eles poderiam agir!

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