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Cuidar de Idosos

Publicado em: 30/08/2008

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Alzheimer e terapia ocupacional

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Olá! Primeiramente, gostaria de agradecer aos comentários e sugestões deixados no meu primeiro post. Fiquei muito feliz com a repercussão, dúvidas e sugestões. O meu muito obrigada!

Como sugeri que deixassem sugestões, vou aproveitar a pergunta da internauta Niuza para basear o meu texto hoje. Simplificando, ela pediu que fosse falado da intervenção da Terapia Ocupacional junto ao paciente com doença de Alzheimer.

Em primeiro lugar, é importante a família, o cuidador, o profissional, conhecerem, compreenderem tudo que puder sobre a doença.  No caso da doença de Alzheimer, ou demência do tipo Alzheimer, sabe-se que provoca mudanças nas áreas cerebrais que controlam a memória e o raciocínio. É por este motivo que as pessoas portadoras desta demência tem dificuldade para viver uma “vida normal”. As causas do desenvolvimento da doença ainda não são totalmente conhecidas pela medicina. Algumas pesquisas enfatizam um componente hereditário, outros falam de alguma virose, enfim, não se sabe ainda ao certo qual seria a causa dessa doença.

No início, o paciente com Doença de Alzheimer mostra apenas uma leve perda de memória, a qual chega a atrapalhar o pensamento em geral. Ao paciente parece difícil resolver alguma conta ou fazer raciocínios simples. Depois pode surgir uma fase com desorientação, dificuldade para tomar decisões ou mesmo para conversar. Daí para frente os sintomas se agravam.

É importante saber que, atualmente, ela ainda não tem cura, mas cuidados apropriados podem ajudar a pessoa com Alzheimer viver com mais conforto. E para isso, é fundamental um trabalho interdisciplinar, que conta com terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, psicólogo, nutricionista, entre outros.

A Terapia Ocupacional, sendo uma profissão da área da saúde, utiliza a atividade como recurso terapêutico. Para o paciente portador de Alzheimer, terapeuta ocupacional utiliza atividades previamente selecionadas e analisadas, com o propósito de informar a importância da independência nas atividades de vida diária (alimentação, higiene, locomoção), estimular as funções cognitivas, tais como a atenção, concentração e memória evitando futuras perdas do desempenho cognitivo; manter e aumentar amplitude de movimento; evitar úlceras de decúbito, posicionando corretamente o paciente; mantê-lo o mais ativo possível; proporcionar momentos de descontração, lazer, a fim trazer bem estar para o paciente, melhorando assim sua qualidade de vida, entre outros. Na verdade, não existe uma “receita de bolo”, cada pessoa tem sua singularidade, suas particularidades, e na realidade, a Terapia Ocupacional não trabalha com diagnóstico, mas sim em como esta patologia interfere na vida desta pessoa, em sua visão como um todo. Mas acredito que o mais importante do tratamento é a família, é a pessoa sentir-se parte desta família, participando do dia-a-dia, tendo convívio social.

Sabemos que é muito difícil para a família lidar com tantas mudanças de um parente querido, mas o carinho, e o amor transmitidos são tratamento, e porque não, o melhor deles!? Assim, deixo a dica do site “Convivendo com Alzheimer”, que faz parte do portal “Cuidar de Idosos”, que nós conhecemos.

Finalizo aqui, espero que tenha contribuído para elucidar um pouco da dúvida da minha leitora. Peço desculpas por ter me estendido demais.

Boa semana! Espero comentários, sugestões, críticas!

Abraços.

GABRIELA HELDT

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47 comentários em “Alzheimer e terapia ocupacional”

  1. maria rocha ledo disse:

    Por favor me indique uma empresa ou um terapeuta ocupacional
    para atender um homen com Alzheimer em Salvador.
    Obrigada

  2. alessandra disse:

    Olá, minha mãe está com Alzheimer e estamos procurando alguma terapia para ajudá-la. Vi vários comentários aqui no site e gostaria de pedir uma indicação. Moramos em São Paulo. obrigada

  3. DEBORA FELLER disse:

    BOA TARDE !
    TOMO CONTA DE UMA SENHORA COM ALZHEIMER
    GOSTARIA DE UMAS DICAS DE TERAPIA OCUPACIONAL QUE EU POSSA FAZER COM ELA,QUE TIPO DE BRINCADEIRA E JOGOS QUE POSSO USAR
    DESDE JA AGRADEÇO !

  4. ANDREIA disse:

    Sou acompanhante terapeutica de uma idosa com Alzheimer, trabalhar com idosos sempre foi meu forte,é uma doença complicada mas tenho tido bons resultados,embora muitos ñ conheça nosso trabalho de AT,nós fazemos um trabalho muito bom,os resultados são a longo prazo mas sempre positivos.

  5. Karlas disse:

    Gostaria da indicação de uma T.O em Natal-RN. Paciente com fratura na cervical (C7).

  6. Fortunée Nigri disse:

    Olá Gabriela fico sempre feliz em ver terapeutas ocupacionais se colocando profissionalmente, divulgando nossa profissão que é pouco conhecida de uma forma geral.
    Parabéns pela descrição do papel do terapeuta ocupacional junto as pessoas com doença de Alzheimer, é exatamente com essa clientela que trabalho no IPUB/UFRJ.
    O terapeuta ocupacional é quele que assiste o paciente, a familia/ cuidadores e adapta o ambiente domiciliar de forma a tornar a vida da pessoa com DA mais independente e autonoma, diminuindo a sobrecarga para os familiares/cuidadores.

    Aproveito a oportunidade para informar que estarei oferecendo um “dcurso de capacitaçao de cuidadores de idosos” no dia 15/10 de 9 as 18hs no RJ em Laranjeiras. Os interessados podem me enviar e mail q dou maiores esclarecimentos.
    fortunee@globo.com

    abraços
    Fortunée N. Nigri
    Terapeuta ocupacional

  7. ANTONIO CARLOS CORREA disse:

    Gostaria de indicações de Terapeuta Ocupacional(clinicas ou terapeuta), minha mãe é portadora de Alzheimer,mora na região da Vila Clementimo-SP.

  8. Cristina Salgado disse:

    Gostaria de indicações de Terapeuta Ocupacional.Moro no Rio de Janeiro,em Campo Grande e minha mãe é portadora de Alzheimer.Preciso de ajuda pois desejo muito que minha mãe tenha uma melhor qualidade de vida e este trabalho interdisciplinar poderia certamente contribuir.
    Grata,aguardo retorno

  9. maria juvina de melo disse:

    Eu sou cuidadora de uma pessoa muito dificil. Não gosta de ativedades, usa um roupa só, vamos para o restaurante, casas de amigas, centros comerciais todos os dias com essa roupa que numca é lavada, e so lavo se for muito escondido para não contraria-la.
    Levo tudo na brincadeira para não magoar e nem piorar a situação dela, pois esta começando a ter lapsos de mamoria muito fortes e frequentes e acredito que sem muita preocupação a situação não piora, dou preferencia ir aos mesmos lugares para ela não passar vexame, pois a qualidade do atendimento e especial pois ja fazem parte do dia-a-dia da doença, pocuro que ela tenha um convivio social saudavel fazendo amizades e conhecendo lugares que ela goste, pois vem apresentado depressão e com terapias recretiva foi a maneira que encontrei de diminuir a solidão , que a doença causa.

  10. Luciana Ferreira disse:

    Olá, sou aadêmica de terapia ocupacional aqui no ES, e estava procurando artigos sobre terapia ocupacional no alzheimer, e simplesmente fiquei surpresa com esse espacinho dedicado a essa profissão linda. parabéns.. e muito sucesso

  11. Edwiges disse:

    Olá minha mãe há 1 ano passou por um processo cirurgico da cabeça e com isso ajudou que a memoria dela ficasse um pouco afetada, atualmente faz acompanhamento com neurologista e desconfia de um provavel alzheimer. Gostaria de saber onde posso leva-la para fazer alguma atividade, moro na zona norte – santana em são paulo.
    Fico no agurado de um retorno.
    Grata

  12. zarif disse:

    Boa noite

    Minha mãe foi diagnosticada com Alzeimer, a memoria dela é de 2 minutos. Ela repete as mesmas perguntas por várias vezes. Ela quer que eu de alguma atividade pra ela se ocupar. Moro em São Paulo, no Morumbi, e gostaria de saber algum lugar que eu poderei levá-la durante o dia para suas atividades.
    Aguardo resposta

    Zarif

  13. Fortunée Nigri disse:

    Parabéns as colegas Terapeutas Ocupacionais pela materia publicada. Acho importantíssimo divulgar nossa profissão e a nossa atuação profissional frente aos pacientes com Doença de Alzheimer, cuidadores e familiares.
    Aproveito a oportunidade para divulgar um capitulo de livro de minha autoria:

    NIGRI, FORTUNÉE O olhar do Terapeuta Ocupacional à pessoa com Doença de Alzheimer IN: Avaliação Nutricional e Planejamento Dietético para idosos com Doença de Alzheimer e suas interfaces: Nutrição, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional e Enfermagem. Org. Andréa Abdala Frank Valentim e Beatrice Carvalho. 1ª edição – Petrópolis, RJ: EPUB, 2009.

    Abraços
    Fortunée Nigri
    CREFITO 2 -1803 TO

  14. Michella Correa disse:

    Oii, gent minha avó foi diagnosticada com MA, realemnte
    to desesperada, moramos em uma cidade pequena, e sinceramente
    estamos precisando de ajuda, o medico dela é de SP e é otimo, mas
    queria muitooo acha uma TO aqui por perto, moro em Maracaju – MS
    quem souber de uma TO aki pelas cidades proximas, dourados, campo grande
    por favor me ajudemmmmmmmmmmmm …
    meu email micha_correa@hotmail.com

  15. elisa disse:

    Olá Gabrila,
    obrigada pelo texto,
    também sou de porto alegre e minha avó está com Alzheimer e gostaria de saber se tu realiza algum atendimento particular ou teria aluém para me indicar, espero que possa entrar em contato comigo. obrigada desde já
    elisa martins martinselisa@gmail.com

  16. maria salete de sousa disse:

    gostei muito das informaçoes do texo porque eu estou com o meu sogro com alzheimer, mais estou muito perdida porque não estou sabendo como lidar com ele mais este texto vai me ajudor porque e muito dificil mais nossa senhora vai me dar muita saude e paciencia para eu cuidar dele muito obrigado pela informação.

  17. czczczczczx disse:

    legal

  18. Edely Vaccari disse:

    Olá Gabriela td bem ???
    sou TO e trabalho com atendimento domiciliar de idosos com DA e gostei muito do seu texto é muito coerente com a realidade dos atendimentos a esta clientela, tenho dificuldades em encontrar avaliações de TO para estes casos, além destas atuações que vc citou também trabalhao com a reorganização da rotina do idoso com as cuidadoras e adptação e adequação do ambiente pelo qual o idoso transita evitando quedas. Se souber de alguma avaliação então por favor me mande por email e parabéns pelo texto!

  19. Ana Karla Costa do Amaral de Paula disse:

    OI Gabriala, também sou terapeuta ocupacional e adorei este espaço, para divulgar e aprender um pouco mais sobre a DA. Sou de Natal-Rn, atendo em domicílio e em clínica (Espaço Vitalis), onde propomos atendimeto preventivo em grupo e individualizado para aqueles pacientes com maior comprometimento. E o que temos sempre debatido é justamente a escacez de bibliografia direcionada a este tipo de intervenção. Aprendemos muito mais com a vivência do que com a própria literatura, o que não deixa de ser válido, porém se você puder está enviando algo a respeito eu te agradeço muito. Um grande abraço. Parabéns pelo seu trabalho e interesse por esta clientela. Deixo aqui o meu contato para possíveis trocas de informações. Email- anakpaula2005@yahoo.com.br. CREFITO 10410-TO. Natal-RN.

  20. Nota do Editor:
    Lamentamos o diagnóstico dado e, se partido de um bom profissional, provavelmente estará correto. Porém, uma das orientações que sempre passamos a todos os familiares de pessoas com diagnóstico inical e provável de Alzheimer é procurar uma segunda ou terceira opinião, com outro neurologista ou geriatra. É comum os geriatras, além de examinar e dar um diagnóstico, dar também orientações aos familiares e se mostrarem mais perto das famílias, em ocasiões de dúvidas e conflitos.
    Att,
    Dr. Márcio Borges

  21. Elque disse:

    Há dois dias recebi o dianóstico do neurologista, após exames de ressonância, sangue e cogtivo, que minha amada mãe está no princípio desta doença.
    Estou ainda desnorteada, não sei muito o que fazer.
    Minha mãe está com 56 anos de idade, até pouco tempo ia a bailes e etc.
    Por favor, me ajudem!!!
    O que posso fazer para retardar o máximo que puder essa doença?
    Sei que é grave, mas ela é ainda muito lúcida, só se perde as vezes no que está falando, esquece muito as coisas mas é só o inicio…
    Me deem resposta.
    Obrigada

  22. Hosana Francisco disse:

    Sou terapeuta ocupacional no Rio de Janeiro ,trabalho com crianças especias ,e atendo crianças e idosos a domicilio,em caso de interesse o e-mail é hosanasfrancisco@yahoo.com.br.
    Hosana Francisco( terapeuta ocupacional)

  23. francisco disse:

    Sugestão para a semana nacional do Alzheimer???
    Pode me ajudar???
    preciso montar atividades.

  24. Maria Auxiliadora disse:

    Gostaria de obter informações sobre Terapeutas Ocupacional para portadores de Alzheimer em Juiz de Fora.
    Obrigada

  25. Andreia Matos disse:

    Gostaria da indicação de um TO em Montes Claros, Minas Gerais.

  26. camila disse:

    Olá Gabriela , sou estudante de terapia ocupacional e gostaria que voçê me indicasse algum livro ou que me desse exemplos de atividades para estimular a memória do paciente com alzheimer . bjs

  27. fafa disse:

    tenho uma avo que tem alzheimer e isso me chamou muita atençao pra fazer terapia ocupacional que pode trabalhar muito com pacientes com alzheimer bjs.fafa

  28. Patricia Bastos disse:

    Gabriela, é com imensa satisfação conhecer um pouco de sua experiencia na área da gerontologia. Acredito sempre que a tendencia da Terapia Ocupacional, é expandir os nossos conhecimentos com relação a atividade humana e a funcionalidade ocupacional. Neste sentido, gostaria de sugerir a leitura do livro TERAPIA OCUPACIONAL:METODOLOGIA E PRATICA, o qual vai facilitar muito a nossa avaliação, na identificação de aspectos comuns e especificos de cada sujeito, analises de atividades/prescrições de atividades, e o desenvolvimento da qualidade de saude e de vida do idoso. Um grande abraço e muito sucesso.

  29. Claudia disse:

    se dermos a opção de escrever um diário..o fato de ler depois e n se lembrar que aquelas “coisas” aconteceram..n deixarão o paciente triste?

  30. Tatiana Amaral disse:

    Olá Gabriela, como é bom saber que tantas TOs andam pensando e agindo para o bem estar não só da nossa profissão ainda pouco valorizada mas nos cuidados com idosos e familiares que sofrem com essa doença.Moro em Campos do Jordão e a 2 meses estou atendendo domiciliar uma idosa portadora de Alzheimer gostaria
    de mais informações e dicas de literatura que pudessem melhorar as possibilidades de tratar essa paciente visto que ela ainda esta muito resistente a qualquer intervenção.Parabéns pela iniciativa adorei ter acesso a tantos relatos importantes.
    Obrigada, Tatiana.

  31. Luciana Albuquerque disse:

    Olá!

    Sou Terapeuta Ocupacional aqui em Fortaleza e trabalho no atendimento domiciliar com idosos portadores de Alzheimer há bastante tempo. Interessados enviar e-mail para ( lucianameneses_to@yahoo.com.br)

    Obrigada!!

  32. Manuela disse:

    Ola !!! meu nome e Manuela, moro em Goiania e sou Terapeuta Ocupacional. Trabalho com idosos home care … quem se interesar entrar em contato pelo emial (nunuca@hotmail.com).
    Obrigada …

  33. Luana Barreto disse:

    Olá, Roberto!

    A Doença de Alzheimer (ainda) se trata de um quadro sem cura, o que não significa que não possa ser tratado. A combinação da terapia farmacológica (prescrita pelo médico) com a não-farmacológica (Terapia Ocupacional, fono, fisio…) nesse contexto tem se mostrado muito eficaz, na medida em que posterga a evolução dos sintomas. O que pode não ocorrer com essas terapias isoladas.
    A Terapia Ocupacional, em especial, constitui uma prática muito pertinente junto ao idoso, à família e ao cuidador, considerando que os aborda com um olhar clínico qualificado e diferenciado, no que concerne aos aspectos cognitivos, integrados aos físico-funcionais, psico-emocionais, oferecendo também um suporte para quem convive com idoso.
    Coloco-me à disposição para trocarmos idéias.
    Meu contato é luanabarret@hotmail.com

    Abraços,

    Luana Barreto
    TERAPEUTA OCUPACIONAL
    FORTALEZA-CE

  34. Roberto Fernandes disse:

    Ola,

    Minha Mae por dois anos vem sofrendo pela falta de memoria, Ela esta sendo tratada e tomando remedios para MA. Tanto eu (filho) como meu Pai, nao estamos vendo muito efeito, Tenho pesquisado bastante sobre essa doenca e venho a crer que com a utilizacao da memoria ( jogos, palavras cruzadas etc..) a possibilidade de uma melhora. Gostaria de saber disponibilidades de contratar um terapeuta 2 ou 3 vezes por semana em Fortaleza-CE. Qualquer ajuda ou informacao serei muito grato.

  35. MONICA NASCIMENTO disse:

    MINHA MÃE FOI DIAGNOSTICADA GRAÇAS A DEUS BEM DO INICIOZINHO DESSA DOENÇA. QUASE NÃO SE PERCEBE NADA E A GERIATRA JÁ ENTROU COM A MEDICAÇÃO PARA RETARDAR OS SINTOMAS.
    EM SE TRATAR DO´INÍCIO É BOM JÁ COLOCÁ-LA COM UMA TERAPEUTA OCUPACIONAL??
    ME AJUDEM, QUERO A MELHOR QUALIDADE DE VIDA PARA MINHA MÃE E ESTOU MUITO ASSUSTADA.

  36. Manuela disse:

    Oi .. Gabriela gostei de seu texto falando sobre atendimento ao idoso com alzheimer. Se puder entrar em contato comigo, vou agradecer muito, para trocarmos informaçoes … meu email (nunuca@hotmail.com)
    Obrigada

  37. Manuela disse:

    Ola !!! meu nome e Manuela, moro em Goiania e sou Terapeuta Ocupacional. Trabalho com idosos home care … quem se interesar entrar em contato pelo emial (nunuca@hotmail.com).
    Obrigada …

  38. Gabriela Heldt disse:

    Larissa, vou colocar sua procura por T.O. em Fortaleza no orkut. Com certeza irá esncontrar um profissional capacitado. Ou outra dica, seria entrar em contato com o CREFITO da sua região. Lá, eles tem o cadastro de todos os terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas da região, e assim poderá escolher de acordo com suas necessidade.
    Muito obrigada pela colaboração!
    Boa sorte!!
    Abraços

  39. Gabriela Heldt disse:

    Diorcélia, muito obrigada pelo seu comentário. Fico muito feliz em saber que muitas T.Os estão lendo e gostando dos meus textos. Pode deixar, qualquer indicação eu te aviso!
    Abraços

  40. Gabriela Heldt disse:

    Helenice, primeiramente muito obrigada pela colaboração. Realmente a Terapia Ocupacional vem conquistando seu espaço aos poucos. Podemos dizer que ainda é pouco conhecida e REconhecida pela população. Mas isso vai mudar! Através de iniciativas como esta do portal, em reconhecer e valorizar a profissão e abrir este espaço para artigos, a Terapia Ocupacional está sendo divulgada. Com certeza uma conversa com um profissional da área da saúde pode tirar duvidas do seu irmão, ou até conversar com uma terapeuta ocupacional diretamente, ai ela/ele poderá explicar melhor os objetivos a serem trabalhados, como isso vai ser feito, a importância das atividades e da família unida para um melhor tratamento com seu pai.
    Boa sorte!! Abraços

  41. Larissa Braga disse:

    Alguém sabe me informar uma terapeuta p um idoso c ALZHEIMER em Fortaleza!!!! Qualquer coisa mande-me um e-mail…abraço
    Larissa

  42. Diorcélia Ferrão Pereira disse:

    Olá Gabriela, sou TO e nos últimos tempos vem aparecendo cada vez mais pacientes portadores do diagnóstico de MA. Na busca de mais informações de To no MA, me deparei com tua página, fiquei muito feliz, com um trabalho bem feito, bem embasado cientificamente. Eu tenho procurado avaliação em TO e busco melhorar minha técnica pesquisando atividades cognitivas e de estimulo para resgatar a memória ou preservar o ainda existe. Se puderes me indicar alguma literatura vou ficar bastante grata. Um abraço e parabéns.

  43. Helenice Loeps de Souza disse:

    Gabriela:
    Foi interessante ler seu artigo porque eu não sabia ainda em que sentido a terapia ocupacional poderia auxiliar no tratamento do portador do Alzheimer. A grande dificuldade, penso que é a conscientização dos familiares sobre a necessidade de investir netse tipo de tratamento. Ontem mesmo tive uma discussão com meu irmão que chamou de “frescurites” a minha preocupação com estas coisas extras ao tratamento convencional – através dos remédios, com a doença de Alzheimer. Entendo que ele como cuidador mais próximo, uma vez que mora com a minha mãe que é portadora, esteja extressado e não veja com bons olhos a existência de mais providências a adotar, mas penso que isto seria um investimento no futuro dela e consequentemente nosso. É um pouco difícil o diálogo ás vezes pq ele pensa que tem mais direitos nas decisões do que os demais que estão um pouco mais distantes dos problemas. Eu já penso que também é uma forma de ajudar, buscando informações para tentar minimizar os problemas que a doença traz.
    Talvez os médicos, durante as consultas obrigatórias, pudessem enfatizar mais a necessidade e importância destas intervenções. Uma pessoa neutra consegue quase sempre mais êxito neste sentido.
    Helenice

  44. Gabriela Heldt disse:

    Angêla, muito obrigada pela participação. Espero que continues colaborando com o blog.
    Claudia, obrigada pela participação. Realmente a Terapia Ocupacional trabalha com as potencialidades remanescentes do paciente, sempre estimulando o que tem preservado. Sempre priorizando a melhora da qualidade de vida da pessoa.

  45. claudia maria da paixao disse:

    Eu sou filha de uma mãe com Alzheimer, e ela recebe os cuidados de uma terapeuta ocupacional, com especialização em pacientes com Alzheimer. Se o paciente com Alzheimer perde as suas capacidades, por outro lado, estimulados de maneira correta ele pode ter capacidade produtiva. A terapeuta faz exercicios cognitivos, minha mãe escreve um diário, e aprendeu a pintar. Tem trabalhos manuais que ela faz com capricho e carinho. A terapeuta participou de um congresso no RGS onde o trabalho da minha mãe foi apresentado, porque foi comprovado que o paciente com DA se estimulado, incentivado pode ter momentos gratificantes, aumentando a sua auto estima. Foi um remédio excelente para a minha mãe, e ao mesmo tempo uma alegria para os familiares.

  46. Angela Maria Haselof disse:

    Primeiramente parabéns!!!! Tb sou terapeuta ocupacional e dificilmente vejo terapeutas ocupacinais participarem de eventos como este. E gostei de sua colocação de terapia ocupacional com a doença de Alzheimer. Estou me especializando em geriatria e gerontologia e trabalho muito com leitura corporal e finalizo dizendo que a doença de Alzheimer nada mais é do que uma vida mal vivida que hoje precisa de muito carinho e comprensão.
    Obrigado pela oportunidade.
    Um abraço
    Angela M. Haselof Terapeuta Ocupacional

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